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Policiais Militares do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) apreenderam, nesta sexta-feira, três caminhões boiadeiros Mercedes-Benz carregados com 3.859 quilos de maconha, que seguiam para São Paulo.

A ação ocorreu em virtude da Operação Hórus, parceria da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, durante um bloqueio policial para fiscalização na Rodovia MS-164, na região de Ponta Porã.

Os militares deram ordem de parada aos condutores, que estavam agitados e com respostas desencontradas. Então os policiais iniciaram uma vistoria, onde localizaram fundos falsos nas carrocerias dos três veículos.

Um dos condutores disse ser o proprietário dos caminhões; que contratou os outros dois condutores para virem de São Paulo em busca de trabalho e que foram contratados para levar o entorpecente até a cidade de Atibaia (SP).

O caminhão Mercedes-Benz amarelo, com placas de Taquarussu (MS), estava carregado com 1.361 quilos; o caminhão Mercedes-Benz azul, com placas de Taquarussu (MS), estava carregado com 1.262 quilos; e, o caminhão Mercedes-Benz amarelo, com placas de Deodápolis (MS) estava carregado com 1.236 quilos da droga.

A ocorrência foi registrada e entregue na Delegacia de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron), onde os três homens permaneceram à disposição da Polícia Judiciária.

Dourados News

Policia

Por volta das 22h40 deste sábado (04), um acidente de moto acabou um uma vítima fatal, na Rua Coronel Ponciano, em frente à rotatória do Detran (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul). A moto é uma Shineray de cor vermelha, placa OOP2070.

Conforme ocorrência, um adolescente de 17 anos, morador do bairro João Paulo II, conduzia a motocicleta e o tio, identificado como Eurozino Freitas Santos, 63, estava na garupa. Em certo momento, o condutor perdeu o controle da moto, bateu na lateral da guia de meio fio e os dois acabaram caindo.

Eurozino foi a óbito no local após uma fratura de pescoço, enquanto o adolescente só teve ferimentos e foi encaminhado para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento). Ele liberado em seguida.

A Policia Civil esteve no local e deu voz de apreensão para o adolescente. Ele foi autuado por homicídio culposo, embriaguez ao volante e dirigir sem CNH (Carteira Nacional de Habilitação). 

O adolescente foi encaminhado para a UNEI (Unidade Educacional de Internação).

Conforme informações policiais, no baú da moto tinham um corote de pinga e várias latas de cerveja.

 

Dourados News

Foto; Cido Costa

Policia

O principal suspeito de ter assassinado o Secretário Municipal de Agricultura Familiar de Dourados, Alceu Junior Silva Bittencourt, ainda está sendo procurado pela polícia. Trata-se de um ex- funcionário da vítima.

Júnior foi assassinado na tarde deste sábado (04/06). O crime aconteceu dentro do salão de cabelereiro de propriedade da vítima, localizado na Rua Mozart Calheiros (antiga W-5), no Izidro Pedroso.

Testemunhas relataram à Polícia Militar que Junior cortava cabelo de um cliente no local, quando o homem teria chegado e o golpeado a facadas. Ele foi atingido no pescoço e na nuca. 

Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada, porém Junior não resistiu e morreu antes da chegada do socorro.

Balneário Camboriú, em Santa Catarina, vai ficar conhecida como a cidade onde fica o maior edifício residencial da América Latina. Os prédios terão, cada, 81 andares que chegam a 275 metros de altura e uma das coberturas foi comprada por Neymar, ainda na planta, por cerca de R$ 4,7 milhões.

Cada apartamento possui 257m2 de área privativa e possui quatro suítes, uma master e uma semi master, além de duas convencionais. O apartamento adquirido pelo craque também tem sala com vista para o mar, espaço gourmet, cozinha semi-integrada, lavabo, área de serviço e dependência de empregada.

A área de lazer possui 10 mil metros quadrados, com bistrô, piscina e bar molhado, além de dois helipontos com permissão para voos diurnos e noturnos. A expectativa da construtora é de que a obra, que passa por processos de acabamento, possa ser entregue em dezembro de 2020.

O entusiasmo como o que os rubro-negros comemoraram o direito de transmitir os jogos do Flamengo no Estadual pela FlaTV, aplicando o que consideraram uma rasteira na poderosa TV Globo, foi à altura da conquista de um título. O Flamengo, na prática, conquistou uma vitória jurídica relevante que pode influenciar definitivamente as transmissões esportivas no Brasil. Isso é um fato. Mas se o resultado será bom ou ruim, para o clube e para o futebol brasileiro, só o tempo dirá.

Boa parte da euforia dos flamenguistas é sustentada por argumentos frágeis, incapazes de resistir a uma análise um pouco mais cuidadosa do assunto. Em primeiro lugar, foi construída em cima de uma Medida Provisória absolutamente contrária aos princípios do jogo democrático e republicano, uma vez que baixada sem ter nenhum senso de urgência ou interesse público. E o pior, sem nenhuma discussão prévia com os interessados, surpreendendo clubes – exceto o próprio Flamengo, seu maior articulador - e até, quem diria, a própria CBF.

Fruto do bolsolandinismo – a incômoda aproximação de Rodolfo Landim e Bolsonaro - não há nenhuma garantia de que essa MP seja aprovada pelo Congresso e vire lei, dentro dos prazos previstos, ainda mais considerando-se o clima de enfrentamento político e os ânimos acirrados entre executivo e o legislativo federal. A chance de caducar é imensa.

Landim, inspirado pelo seu vice-presidente de relações externas, Luiz Eduardo Baptista, uma espécie de primeiro ministro rubro-negro, comprou uma briga gigantesca em cima de quase nada. Só se houvesse um louco no comando a Globo pagaria o que o clube pedia por seus jogos em um campeonato falido e desacreditado. O contrato do Brasileirão, isso sim que interessa, ainda dura quatro temporadas. E nesse tempo Landim e Bap vão ter de engolir a Globo. Já na Copa do Brasil, e na Libertadores, outros produtos que o clube poderia negociar, os direitos também não pertencem ao Flamengo, uma vez que são cedidos aos organizadores, a CBF e a Conmebol, e por eles negociados de forma conjunta. Ou seja: o Flamengo hoje tem muito pouco a oferecer a eventuais parceiros e menos ainda o que passar na FlaTV.

Mas vamos à transmissão da partida com o Boavista. No discurso ufanista, alimentado pela arrogância da cartolagem vermelho-e-preta, foi a maior live esportiva da história do youtube no mundo. O pico de acessos simultâneos na FlaTV superou os 2,2 milhões, com a transmissão alcançando 14 milhões de visualizações e impulsionando as inscrições no canal - agora com 4,2 milhões de seguidores, cerca de 400 mil a mais em relação ao início da partida. Realmente impressionante. Mas qual foi o jogo do Barcelona, do Real, do Bayern ou dos times ingleses que foi transmitido dessa forma. Qual o parâmetro de comparação para comemorar esse recorde, então? A irritação do torcedor e a pichação dos muros da Gávea contra a cobrança de R$ 10 pela transmissão da semifinal da Taça Rio já demonstra que o céu não é tão azul quanto parece.

O modelo que o rubro-negro vislumbra não tem nada de inédito. E a inspiração, vem do outro lado do Atlântico, de Portugal. Em 2013, insatisfeito com a oferta do canal SporTV, que não é o SporTV do Grupo Globo, para adquirir seus direitos, o Benfica assumiu ele próprio a transmissão de seus jogos como mandante no campeonato português, através da BenficaTV, um canal que já era exibido nas principais TVs por assinatura do país (o que não acontece com a Fla TV). No primeiro ano, a BTV deu ao clube um lucro de 17 milhões euros, quase 10 milhões a mais do que o faturamento da temporada anterior, mas 5 milhões menos do que era oferecido pela SportTV.

O canal praticamente ganhou vida própria, passou a transmitir os jogos do Benfica B e de todas as outras modalidades e comprou diretos de transmissão de ligas de outros países – inclusive o Brasileirão. O que parecia um caminho sem volta, contudo, começou a desmoronar em 2015 quando o Benfica, sufocado, vendeu o direito de seus jogos – e de distribuição e exibição da própria BTV - para uma operadora de comunicação.

A aventura custou caro. E longe de representar uma independência, deixou o Benfica mais refém do que nunca dos detentores de seus direitos. No ano passado, o clube já havia antecipado quase 164 milhões de euros do valor que teria a receber até a temporada de 2025 para quitar dívidas e evitar punições pela federação portuguesa e a Uefa.

Mas o modelo de negociação individual de direitos – que também fracassou na Espanha e a MP bolsolandinista quer implementar no Brasil – abriu em Portugal feridas que vão muito além do estádio da Luz. É um dos fatores principais da derrocada do próprio futebol português – onde a disparidade do que recebem Benfica, Porto e Boavista em relação aos outros clubes chega a 12 vezes, a maior do mundo. Um desequilíbrio que enfraqueceu o conjunto dos clubes –inclusive os grandes, há muito sem resultados relevantes nas ligas continentais - e abriu um hiato entre a liga nacional e os outros campeonatos europeus. Uma demonstração do risco que corremos aqui.

 

Luiz Fernando Gomes

Os torcedores de Fluminense e Botafogo poderão acompanhar pela televisão aberta a semifinal da Taça Rio, que acontece neste domingo (05). A juíza Eunice Bitencourt Haddad, da 24ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, concedeu liminar nesta sexta-feira (03) à Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj), obrigando a Rede Globo de Televisão a transmitir a partida. A Globo anunciou neste sábado (04) que vai acatar a decisão judicial.

Em nota oficial, a emissora informou que vai recorrer da decisão, mas que, em respeito à Justiça e aos clubes, decidiu exibir o confronto. Na última quinta-feira (02), a Globo rescindiu o contrato de transmissão do Campeonato Carioca alegando violação dos seus direitos de exclusividade após exibição, no dia anterior, de Flamengo x Boavista, pela FlaTV.

A partida entre Fluminense e Botafogo será transmitida em canal aberto para a cidade de Juiz de Fora (MG) e para os estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Sergipe, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Maranhão, Amazonas, Pará, Acre, Amapá, Rondônia e Roraima. Os canais por assinatura SporTV e o Premiere exibem o jogo para todo o Brasil.

Fluminense e Botafogo se enfrentam pela segunda vez no campeonato carioca. No primeiro encontro, pela Taça Guanabara, o tricolor venceu por 3 a 0, com dois gols de Nenê e um de Wellington Silva. O “clássico vovô” começa às 16h, no Estádio Nilton Santos. No mesmo horário, Flamengo e Volta Redonda se enfrentam no Maracanã. A final da Taça Rio está inicialmente marcada para quarta-feira, dia 8 de julho. Se o Flamengo conquistar o segundo turno, não haverá final do Campeonato Carioca, uma vez que o rubro-negro já venceu a Taça Guanabara e é o time de melhor campanha na competição.

Confira a nota da emissora na íntegra:

"A Globo rescindiu essa semana o contrato para a transmissão do Campeonato Carioca pela violação dos seus direitos de exclusividade, mas recebeu ontem à noite uma ordem judicial que a obriga a transmitir os jogos sobre os quais tinha direito quando o contrato estava em vigor. A Globo vai recorrer da decisão, mas, em respeito à Justiça e aos Clubes, dos quais é parceira histórica, vai transmitir a partida de amanhã entre o Fluminense e o Botafogo pela semifinal da Taça Rio, na TV Globo, no SporTV e no Premiere.

A Globo esclarece que os clubes são livres para transmitir seus jogos ou autorizar que terceiros os transmitam, uma vez que o contrato foi rescindido. Para transmitir o jogo que acontece amanhã, às 16h, no Estádio Nilton Santos, a Globo está acionando um protocolo de urgência que garanta a logística para uma transmissão com o padrão de qualidade de sempre e que resguarde a segurança e a saúde das equipes de transmissão.

A Globo é parceira e incentivadora do futebol brasileiro há muitas décadas, entende a sua importância para clubes, jogadores, marcas e torcedores e reitera a sua crença de que o futebol só será capaz de vencer as inúmeras dificuldades com planejamento e segurança jurídica para aqueles que investem altas quantias nesse negócio tão importante para o Brasil e para os brasileiros."

Testes em massa revelaram um surto de infecções por coronavírus em fábricas operadas pelas processadoras de alimentos JBS e BRF no Centro-Oeste do país, afirmou o Ministério Público do Trabalho (MPT) no Mato Grosso do Sul nesta sexta-feira, citando dados das próprias empresas.

Segundo o MPT, 1.075 empregados de uma fábrica de suínos da JBS testaram positivo para Covid-19 até 1º de julho, representam 30% dos testes processados até a data na unidade em Dourados.

Outros 85 trabalhadores também testaram positivo em uma planta de aves da BRF na cidade, onde a empresa emprega cerca de 1.500 pessoas.

A JBS testou 4.134 funcionários e 2.518 pessoas deram negativo para o coronavírus, enquanto 541 resultados estavam pendentes. A empresa emprega cerca de 4.300 pessoas em Dourados, epicentro do coronavírus no Mato Grosso do Sul, disse o MPT.

JBS, maior processadora de carne do mundo, disse em nota que adota um rigoroso protocolo de segurança em suas unidades e que opera em conformidade com portarias conjuntas do ministérios da Saúde, da Agricultura e da Economia.

A empresa disse ainda que a planta de Dourados tem 20 casos de colaboradores afastados em decorrência de teste positivo para Covid-19, acrescentando que eles seguem em monitoramento pela área de saúde da companhia até seu pronto restabelecimento.

 

A BRF, maior exportadora de carne de frango do mundo, disse que adota de forma voluntária um protocolo de aplicação de testes para Covid-19 em suas unidades, com o objetivo de preservar a saúde de seus colaboradores, seus familiares e da comunidade, e manter as operações de modo seguro.

Ambas as empresas tiveram fábricas temporariamente fechadas após surtos de Covid-19 em estados como o Rio Grande do Sul, com a perspectiva de mais fechamentos e possíveis restrições à exportação pairando no ar.

As empresas não comentaram o impacto na produção após o registro dos casos de Covid-19 em suas plantas em Dourados.

A JBS é uma das quatro produtoras brasileiras de carne a ter uma fábrica proibida de exportar para a China em meio a preocupações com infecções por coronavírus. O Ministério da Agricultura disse que está tentando reverter as proibições.

Os dados de testes da JBS, juntamente com um documento detalhando o plano de ação para conter o surto, também mostraram resultados dos testes por nacionalidade em Dourados.

O documento afirma que, além de trabalhadores brasileiros e indígenas, cidadãos haitianos, venezuelanos e paraguaios fazem parte da força de trabalho.

 

Os estrangeiros representam cerca de 20% dos funcionários da JBS lá e cerca de 20% deles testaram positivo para Covid-19, mostrou o documento.

Os testes em massa dos trabalhadores da JBS em Dourados começaram em 25 de maio, segundo o documento.

 

REUTERS

Quem está na fila de espera por um transplante no Brasil sabe que a qualquer momento o chamado pela cirurgia pode acontecer. E quando o telefone toca, o órgão do doador pode estar em qualquer parte do País. Em Mato Grosso do Sul, só no mês de junho, cinco pessoas tiveram a sorte de encontrar doadores e contaram com o transporte aéreo da Casa Militar, do Governo do Estado, para viajar às pressas a outros estados. Três foram para o Paraná e duas para São Paulo.

Como as companhias aéreas estão com horários reduzidos de voo, devido a pandemia de coronavírus, as viagens em aviões do Estado, sem custo ao passageiro, são a única opção para quem busca o transplante. E com a parceria da Casa Militar com a Central Estadual de Transplantes, ligada à Secretaria de Estado de Saúde (SES), essas viagens são organizadas e realizadas em poucas horas.

Desde meados de 2018, quando teve início o transporte de pessoas e de órgãos pela Casa Militar, 30 operações foram realizadas. Chamadas de missões humanitárias, essas viagens contam com o serviço de 32 militares – entre pilotos, copilotos, mecânicos e administrativos. “É uma grande satisfação poder colaborar para uma vida melhor de uma pessoa que precisa de um transplante”, definiu o comandante do Grupamento Aéreo da Casa Militar, tenente-coronel Adalberto Ortale Júnior.

Segundo a coordenadora da Central Estadual de Transplantes, Claire Miozzo, a distância entre as cidades de Mato Grosso do Sul e a distribuição de voos da malha aérea no Estado sempre foram condicionantes que dificultaram a realização de transplantes. Por isso, o serviço da Casa Militar tem sido satisfatório, devido à agilidade do transporte. “Quando chamam o paciente para uma cirurgia ele tem que estar lá em poucas horas, em até 10 horas”, explicou. 

Em MS, órgãos de doadores são coletados em Campo Grande, Dourados e Três Lagoas para serem transplantados em pacientes daqui ou de outras unidades federativas, conforme listagem da Central Nacional de Transplantes (CNT). De janeiro a maio de 2020, conforme dados da SES, três corações, 15 rins e 77 córneas foram transplantados em hospitais de Mato Grosso do Sul. Outros dois corações, nove fígados 12 córneas e 20 rins foram enviados daqui para outros estados.

 O domingo (5.7) em Mato Grosso do Sul promete temperaturas elevadas conforme o Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec). A previsão é de céu claro a parcialmente nublado e não há expectativa de chuva para o Estado.

Será mais um dia com umidade do ar em estado de alerta, com valores podendo atingir índices de 20% no período da tarde.  Os termômetros poderão registrar temperaturas entre 14°C a 35°C. 

Desserviço, inacreditável e descaso. Essas foram as definições que senadores publicaram no Twitter, para classificar os vetos do presidente Jair Bolsonaro à lei que disciplina o uso de máscara em espaços públicos (Lei 14.019, de 2020), sancionada nesta sexta-feira (03).

A lei tem origem no PL 1.562/2020, do deputado Pedro Lucas Fernandes (PTB-AM), aprovado pelo Senado no início de junho.

Com base em orientações científicas, os senadores entenderam que a medida é importante para conter o avanço do coronavírus.

Bolsonaro, no entanto, decidiu vetar vários pontos da lei, como a obrigatoriedade do uso da máscara de proteção individual em órgãos e entidades públicas e em estabelecimentos comerciais, industriais, templos religiosos, instituições de ensino e demais locais fechados em que haja reunião de pessoas.

Ao justificar os vetos, o Planalto alega, entre outras razões, que a obrigatoriedade "incorre em possível violação de domicílio".

Para o senador Humberto Costa (PT-PE), no entanto, o que está violando os domicílios são as mortes decorrentes da pandemia do coronavírus. Humberto Costa lembrou que o Brasil ainda tem uma média de mais de mil mortes por dia.

Ele disse, em tom de ironia, que esse veto vai para a lista de ações do governo Bolsonaro no combate à pandemia: "sempre ao lado do vírus".

O senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) definiu o veto como "inacreditável". O presidente, registrou o senador, parece ter uma fixação em desconhecer a ciência e desrespeitar as orientações dos profissionais de saúde.

Para o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), o veto é mais um "e daí" do "genocida confesso que é Bolsonaro". 

Ele disse que não é possível "permitir, sob hipótese alguma, que Bolsonaro continue seu projeto genocida no país". Ele ainda completou: "vamos lutar pela derrubada desse veto absurdo".

Para o senador Jean Paul Prates (PT-RN), o veto do presidente ao uso de máscaras deixou a lei inócua.

"É incompreensível o comportamento de um presidente da República que teima em jogar no time do coronavírus.

A imensa maioria dos brasileiros condena o comportamento irresponsável de circular em público sem máscaras", lamentou via Twitter.

Jean Paul lembrou que a Justiça chegou a emitir uma ordem para que o presidente Bolsonaro não aparecesse em público sem máscara e criticou a fake news que circulou nos últimos dias que a obrigação do uso de máscaras se estenderia às residências.

"Tenho convicção de que o Congresso vai derrubar os vetos de Bolsonaro à lei das máscaras", acrescentou.

Derrubada

Assim como Randolfe, vários senadores já sinalizaram que vão trabalhar pela derrubada dos vetos. A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) afirmou que o Congresso vai restabelecer as previsões originais do projeto.

Para Eliziane, o veto ao uso de máscaras no comércio e em espaços religiosos reflete o descaso do governo com a vida.

Ela lamentou o fato de o governo "não ver os 61 mil mortos pela covid-19 e ignorar as únicas formas de evitar a explosão dos casos: a prevenção e o distanciamento".

Na mesma linha, o senador Major Olímpio (PSL-SP) afirmou que o Congresso vai derrubar os vetos. Para o senador, o veto é um desserviço e um péssimo exemplo para a sociedade.

Ele disse que ficou tão irritado que até rasgou a lei sancionada por Bolsonaro e apontou que "a inteligência é limitada", mas "a ignorância não".

São mais de 61 mil mortes e um milhão e meio de contaminados. Lamentável! — concluiu o senador, em vídeo publicado no Twitter.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a empresa chinesa Sinovac Biotech a realizar testes para uma nova vacina contra o novo coronavírus. O teste da vacina deve ser feito em 9 mil pessoas, nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná, além do Distrito Federal.

O estudo aprovado pela Anvisa se refere a um ensaio clínico fase III duplo-cego, controlado com placebo. Antes de dar a autorização, a agência analisou as fases anteriores de teste da vacina. Foram realizados estudos não-clínicos em animais, cujos resultados demonstraram que a vacina apresenta segurança aceitável. A vacina é feita a partir de cepas inativadas do novo coronavírus.

O termo “ensaio clínico” se refere aos estudos de um novo medicamento realizados em seres humanos. A fase clínica serve para validar a relação de eficácia e segurança do medicamento e também para validar novas indicações terapêuticas.

Este é o segundo teste de vacina contra covid-19 realizado no Brasil. O primeiro, desenvolvido pela universidade de Oxford, no Reino Unido, tem sido realizado em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com participação do grupo farmacêutico Astrazeneca. Essa vacina já se encontra em estágio mais avançado de testes e ha possibilidade de ser distribuída á população ainda este ano.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu, hoje (4), a necessidade de uma “reorganização” do papel dos sindicatos brasileiros. Para o parlamentar, a reforma trabalhista aprovada em abril de 2017 enfraqueceu as entidades representativas dos trabalhadores que, atualmente, enfrentam dificuldades para custear suas ações.

“A votação da lei trabalhista que eu conduzi teve um papel importante. De fato, a legislação brasileira, não estimulava o emprego e não protegia o trabalhador. Havia um poder excessivo nos sindicatos, mas o outro lado [patronato] formou maioria e levou o pêndulo para um lado que, agora, precisa ser reorganizado em um ponto de equilíbrio”, disse Maia ao participar de uma webconferência realizada pelo Grupo Prerrogativas.

“Acho que a legislação trabalhista foi modificada de forma correta, mas acho que na questão dos sindicatos ela foi dura demais”, acrescentou Maia pouco após defender a importância da atividade sindical para a democracia. “Não podemos nos esquecer de que o principal ato inicial quando Hitler virou chanceler [da Alemanha] foi acabar com os sindicatos.”

Para o presidente da Câmara, é preciso “construir um caminho” que permitam às organizações financiar-se. “Não tenho dúvida nenhuma de que os sindicatos têm que ter condições de financiar seu trabalho de representação na sociedade. Não com aquele mesmo volume de financiamento que gerava uma distorção e que acabou gerando uma reação da sociedade, mas é bom termos os sindicatos participando da nossa vida democrática. Hoje, muitos deles enfrentam dificuldades, o que não é bom”, ponderou Maia.

Lava Jato

Durante a webconferência, o presidente da Câmara também criticou a atuação do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). E comentou a polêmica suscitada pela ação da subprocuradora Lindora Araújo, auxiliar do procurador-geral da República, Augusto Aras.

Responsável pela coordenação da Operação Lava Jato na PGR desde janeiro deste ano, a subprocuradora tornou-se alvo de críticas de membros do MPF após pedir acesso a documentos sigilosos produzidos pela força-tarefa. Procuradores não só se queixaram da iniciativa à Corregedoria do MPF, como parte deles pediram desligamento da força-tarefa Lavo Jato, acusando Lindora de tentar interferir nas apurações.

“Alguns ambientes no nosso país acham que estão acima de Deus. Que não podem ser fiscalizados. Nosso Conselho Nacional do Ministério Público [CNMP precisa começar a funcionar, precisa começar a punir. Acho que este é um debate que precisamos fazer. A constituição do CNMP, do jeito como ele está montado, tem gerado mais impunidade do que qualquer outra coisa, pois ali nada acontece”, criticou o presidente da Câmara.

Ontem (3), o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da Lava Jato em Curitiba, usou sua conta no Twitter para defender a Lava Jato do que já havia classificado como “os mais recentes ataques ao trabalho” da força-tarefa. “Os atos da Lava Jato são examinados desde o princípio por três instâncias independentes do Judiciário”, escreveu o procurador que, em outra postagem, assegurou que a “a Lava Jato jamais apoiou qualquer candidato e sempre defendeu a política, a ordem constitucional, a democracia e a cidadania como caminho para mudanças”.

Em nota divulgada na quarta-feira (1), os procuradores que integram a força-tarefa Lava Jato argumentam que as decisões judiciais que “supostamente permitiram” o compartilhamento de documentos apreendidos, relatórios de inteligência financeira e de outros documentos fruto do trabalho do grupo estabelecem a obrigação de que sejam “preenchidos os requisitos que autorizam a adoção do método especial de investigação e desde que o compartilhamento vise apenas atender ao interesse público”.

Para os procuradores, “essas decisões judiciais não autorizam o compartilhamento ou acesso indiscriminado às informações. Além disso, as decisões não permitem que o compartilhamento ou acesso aconteça sem objeto específico ou indicação das provas e procedimentos cujo compartilhamento é pretendido”. Os procuradores também sustentam, na nota, que, desde 2014, todas as vezes em que a Procuradoria-Geral pediu compartilhamento e indicou objeto ou propósito específico, foi atendida.

A Caixa Econômica anunciou a inclusão dos custos de cartório e do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) no financiamento da casa própria.

Essas despesas chegam a representar 5% do valor do imóvel, a depender da região.

A adesão está disponível a partir desta quinta-feira nos novos contratos de financiamento imobiliário para residências avaliadas em até R$ 1,5 milhão.

 

A medida se aplica às operações com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e também da poupança (SBPE).

Dessa forma, quem aderir não precisará ter recursos próprios para cobrir os custos cartoriais e fiscais envolvidos na compra de um imóvel, como ocorria até agora.

A Caixa estima que, com isso, seus clientes deixarão de pagar R$ 2,5 bilhões neste ano e R$ 5 bilhões no ano que vem.

O banco informou que, desde abril, fechou 3 mil contratos em um programa piloto para testar o novo modelo.

Para viabilizar a medida, procedimentos como o registro do imóvel poderão ser feitos eletronicamente, sem a necessidade de comparecimento a um cartório.

A novidade está disponível em 1.356 cartórios em 14 estados, segundo o banco.

Pandemia

Segundo dados apresentados pelo presidente da Caixa, Pedro Guimarães, mesmo com o impacto econômico da pandemia do novo coronavírus, neste ano se observa um aumento do volume do crédito imobiliário no banco.

De janeiro a junho, foram R$ 48,21 bilhões contratados, ante R$ 39,6 bilhões no mesmo período do ano passado.

"Muita gente aproveita esse momento de preços menores", avaliou Guimarães. Ele também apontou a carência de seis meses para o início do pagamento em novos contratos, anunciada em abril pela Caixa, como razão para o crescimento.

Construtoras

A Caixa também anunciou medidas de alívio para as construtoras, incluindo a flexibilização de exigências e a utilização de recebíveis para o pagamento de encargos ligados aos empreendimentos.

O anúncio das novas medidas foi feito pelo presidente da Caixa e pelo vice-presidente de Habitação, Jair Mahl.

O Governo do Brasil segue reforçando o Sistema Único de Saúde (SUS) para garantir o cuidado à saúde de todos os brasileiros no enfrentamento à Covid-19.

Na quinta-feira (2) autorizou, de uma só vez, o repasse de mais R$ 13,8 bilhões – maior valor já liberado em uma única fase.

Os recursos podem ser usados para melhoria da oferta dos serviços hospitalares e de Atenção Básica por meio da aquisição de insumos e produtos, custeio de intervenções médicas, contratação de profissionais de saúde, entre outras benfeitorias na rede pública de saúde, com foco na assistência ao cidadão.

Ao todo, já são cerca de R$ 25 bilhões destinados exclusivamente para a Covid-19.

Para definir o valor a ser destinado para cada município, o Ministério da Saúde considerou o tamanho da população e a média de recursos transferidos para atenção hospitalar e atenção básica no ano passado.

Já para a distribuição de recursos aos estados, além do critério populacional, foi considerado também o número de leitos de UTI registrado nos planos de contingência preparados pelos estados para enfrentamento à pandemia do coronavírus e a taxa de incidência da Covid-19 por 100 mil habitantes.

O conjunto de 5.570 municípios do país receberão o total de R$ 11,3 bilhões. Já para os estados o valor repassado é na ordem de R$ 2,5 bilhões.

O Ministério da Saúde acompanha de perto a situação da transmissão da Covid-19 em todo o país e tem atuado, em conjunto com as secretarias estaduais de saúde e municipais de saúde para apoiar as ações de enfrentamento à doença.

"Esta é mais uma demonstração de que o Governo Federal mantém apoio irrestrito aos estados e municípios para garantia do cuidado adequado à saúde da população.

O SUS funciona com a articulação das ações entre governo federal, estados e municípios", aponta Elcio Franco, secretário-executivo do Ministério da Saúde.

Anteriormente, o Ministério da Saúde já havia distribuído diretamente a estados e municípios R$ 9,9 bilhões de recursos voltados exclusivamente para combate ao coronavírus.

Os recursos foram transferidos por critério per capita; para habilitação de leitos de UTI Covid-19 e de leitos em Hospitais de Pequeno Porte; incremento ao teto hospitalar; auxílio financeiro emergencial às santas casas e hospitais filantrópicos; habilitação de Centros Comunitários de referência, entre outras ações.

Além das transferências diretas aos estados e municípios, o Ministério da Saúde também foram comprou e distribuiu mais de 15 milhões unidades de medicamentos para auxiliar no tratamento do coronavírus; 115,7 milhões de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs); mais de 11,4 milhões de testes de diagnóstico para COVID-19 e 79,9 milhões de doses da vacina contra a gripe, que ajuda a diminuir casos de influenza e demais síndromes respiratórias no meio dos casos de coronavírus.

O Ministério da Saúde também adquiriu e entregou 6.410 equipamentos para todos os estados brasileiros. Estes equipamentos são usados no tratamento de pacientes que apresentem dificuldades para respirar.

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2276 da Mega-Sena, sorteadas no sábado (4) à noite, no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário Tietê, em São Paulo. Os números sorteados foram 05 - 15 - 18 - 27 - 49 - 57.

A quina teve 75 apostas vencedoras e cada uma receberá R$ 36.939,97.

Na quadra ganharam 5.403 apostas e cada uma vai receber R$ 732,52.

A estimativa de prêmio do próximo concurso, a ser realizado na quarta-feira (8), é de R$ 33 milhões para quem acertar as seis dezenas.

As apostas na Mega-Sena podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em lotéricas ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.

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