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Cícero Pedro Henrique, de 45 anos, foi encontrado morto no açude de uma fazenda em Sidrolândia. Ele foi localizado neste sábado (06) e estava desaparecido desde a tarde de sexta-feira (5), por volta das 16 horas.

Conforme o Midiamax, informações da polícia apontam que Cícero saiu de casa na tarde de sexta-feira e desapareceu. Vizinhos fizeram buscas e o Corpo de Bombeiros foi acionado, mas só na manhã deste sábado o corpo dele foi localizado, dentro do açude.

Apolícia acredita que peixes do açude possam ter comido.Próximo ao local do ocorrido, latas de cerveja estavam ao chão.

O caso é investigado e tratado como morte a esclarecer.

A Prefeitura de Dourados, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas), realiza, em parceria com a Guarda Municipal, o projeto “Noites Frias”, que consiste em atender pessoas que usam a rua como moradia ou meio de sobrevivência com oferecimento de cobertores para aqueles que não desejam ir para a Casa da Acolhida.

Para Shirley Flores Zarpelon, diretora da Proteção Social Especial da Semas, “a queda acentuada de temperatura anunciada pelos serviços de meteorologia exige um olhar cuidadoso e caloroso com as pessoas em situação de rua.”

O Projeto Noites Frias acontece neste formato desde 2018, o que ajuda na construção da confiança e vínculo das pessoas que usam a rua como espaço de moradia com a rede de atendimento. “Eles já sabem que durante o inverno podem contar com esse atendimento por parte da Assistência Social e da prefeita”, pontua Shirley Flores Zarpelon.

A secretária de Assistência Social, Maria Fátima Silveira de Alencar, reforça que esse atendimento é uma obrigação do poder público. “Esse é um trabalho técnico, realizado em parceria com outros órgãos do município, como a Guarda Municipal, que foi capaz de responder prontamente ao nosso chamamento para atender essa população vulnerável”, explica.

A Guarda Municipal faz a abordagem dessa população nas noites frias de inverno e oferece levá-los à Casa da Acolhida ou concede um cobertor aos que se recusam ao abrigo.

A Casa da Acolhida de Dourados é uma unidade de referência da Proteção Social Especial de Alta Complexidade, que funciona 24 horas, com 34 vagas, e foi criada e mantida pela Secretaria Municipal de Assistência Social, que oferta serviço de acolhimento provisório com estrutura para acolher com privacidade pessoas do mesmo sexo ou grupo familiar. Previsto para pessoas em situação de rua e desabrigo por abandono, migração e ausência de residência ou pessoas em trânsito e sem condições de autossustento.

Fátima Alencar afirma que a Casa não tem caráter terapêutico ou de Instituição Acolhedora de Longa Permanência. Não serão acolhidos pelo Serviço pessoas que necessitam de cuidados médicos ou que não tenha autonomia para sua higiene pessoal, alimentação ou locomoção. Também pessoas que possuam condições financeiras de arcar com hospedagens em hotel ou similares.

A Casa da Acolhida fica à Rua Jandaia, 1765, no Jardim Vista Alegre. Os telefones são (67) 3411-7716 e (67) 98468-8045. Outros telefones úteis: Guarda Municipal – (67) 3424-2309 e (67) 3424-8894, com e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.; Secretaria Municipal de Assistência Social, (67) 3411-7703 e 3411-7710, e-mail:  Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.; e Centro POP – fone (67) 3426-1301 e (67) 98468-6058, com e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. .

A Defensoria Pública da União (DPU) ingressou neste sábado (6) com um pedido de liminar na Justiça Federal de São Paulo para que o Ministério da Saúde volte a divulgar imediatamente os números do Painel Coronavírus, incluindo todas as informações sobre os casos já registrados de Covid-19 até o momento e que vinham sendo normalmente fornecidas.

No pedido feito ao plantão judiciário, a DPU também pede que as atualização dos casos voltem a ser feitas diariamente pelo ministério até às 19h e de forma integral.

Na ação aberta na Justiça Federal, a DPU afirma que é um dever do poder público "informar correta e adequadamente à população todos os atos adotados no combate à disseminação da doença" no Brasil.

"Não pode qualquer chefe do poder executivo, federal, estadual ou municipal, escolher ou não tomar providências de enfrentamento ao coronavírus. Isto é um dever do administrador público. Do mesmo modo que é um dever informar correta e adequadamente à população não só sobre as medidas que as pessoas devem adotar para evitar sua contaminação e a dos demais, mas também todos os atos adotados pelo poder público no combate à disseminação da doença", diz o pedido da DPU.

"Em relação à informação que os governos devem prestar, em especial o governo federal, ela deve ser o mais completa e clara possível e, no caso de uma pandemia, que exige mudanças diárias de hábitos, também o mais rápida possível", argumenta os defensores no pedido à Justiça Federal.

A equipe feminina do Santo André/APABA, em parceria com a professora chilena Andrea Bilbao, promove neste domingo (7), a partir das 15h (horário de Brasília), o 1º Encontro Internacional de Basquete Feminino Virtual 2020.  O evento acontecerá online, através do aplicativo "Zoom", e contará com a presença de representantes chilenos, da equipe Universidad Austral, argentinos, do Quimsa, e espanhóis, do Celta Baloncesto e do IDK Euskotren, onde atua a brasileira Érika, da Seleção Brasileira. Além das equipes, a árbitra internacional Andrea Silva também vai participar do encontro.

"A ideia é fazer uma interação entre as jogadoras em cinco ou seis salas dentro do ambiente virtual. Não queremos competir, o propósito é trocar experiências e informações que possam auxiliar no crescimento de todos. A árbitra Andrea Silva vai participar de uma espécie de teste de conhecimentos", esclarece a preparadora física da equipe do Santo André e uma das organizadoras do evento, Luciane Moscaleski.

Segundo Luciane, a ideia do encontro foi proposta pela assistente técnica Adriana Amado. "Por ter passado uma temporada na Argentina, surgiram esses contatos e foi através disso que conseguimos viabilizar essa iniciativa. A técnica Arilza Coraça tem feito todo o trabalho de gestão junto à Secretaria de Esportes da nossa cidade, para que o encontro aconteça”, celebra.

Todas as atividades do encontro virtual serão gravadas e disponibilizadas nas redes sociais da equipe para que os interessados possam ter contato com os conteúdos tratados.

Equipe unida mesmo no isolamento social

A Liga de Basquete Feminino desse ano foi paralisada pela pandemia da covid-19 menos de uma semana depois do início dos jogos. Apenas três partidas foram disputadas, ainda na primeira quinzena de março. O Santo André/APABA foi um dos times a entrar em quadra. No dia 8, venceu o Ituano fora de casa por 73 a 71. Depois, tudo parou e não existe uma previsão de retomada das disputas. Só que, mesmo assim, o Santo André seguiu com o grupo de 10 atletas fazendo preparação física e reuniões periódicas. "Nós trabalhamos seis semanas de maneira presencial. Na quinta semana, estreamos vencendo o Ituano. E, depois, a previsão era irmos ao Rio de Janeiro para a segunda partida. Mas veio o isolamento social. Acreditávamos que ficaríamos apenas 15 dias parados, com elas treinando em casa ou em academias. Mas, logo na sequência, tudo fechou. Fizemos questão de manter o grupo focado através de treinos adaptados, orientações sobre o uso das máscaras que salvam vidas e ações como esse encontro virtual", finaliza a preparadora física.

A autorização do governo estadual já estava dada, mas faltava a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj), em reunião neste sábado (6) à tarde, acertar a volta do Campeonato Carioca de 2020.   No entanto, os dirigentes da Série A do Rio, em encontro online e restrito, decidiram pela cautela e vão esperar o referendo do protocolo Jogo Seguro e de outras medidas pelas autoridades sanitárias para recomeçar a competição.

A ideia é realizar partidas de portões fechados e preferencialmente no Maracanã, Nilton Santos e São Januário. Contudo, nenhuma data foi marcada. Pelas regras de flexibilização do isolamento social da Prefeitura, a partir de julho, os confrontos poderiam receber a torcida, desde que até 33% da capacidade de público dos estádios na capital fluminense.

O último jogo aconteceu no dia 16 de março, com a vitória do Madureira, por 2 a 1, sobre o Volta Redonda. Faltam ainda duas rodadas para terminar a fase de grupos da Taça Rio (2º turno), de onde saíram quatro classificados às finais. Flamengo e Boavista (9 e 4 pontos respectivamente) estão na ponta do Grupo A e o Botafogo surge em quarto lugar com 4 pontos. Já Fluminense e Madureira (9 e 6 pontos) lideram a outra chave, com o Vasco em  quinto lugar, somando apenas 2 pontos.  A Taça Guanabara (1º turno) foi conquistada pelo Flamengo, que possui o artilheiro do torneio, Gabriel Barbosa, com 8 gols.

Autorização

Decreto do governador Wilson Witzel, publicado nesta sexta-feira (5), autorizava o retorno do futebol no estado a partir de hoje. A liberação se insere dentro reabertura gradual da economia e abrange ainda setores do comércio e da indústria, além da prática de esportes em alto rendimento.

Cinco jogos, neste sábado (6), foram realizados pela 30ª rodada do Campeonato da Alemanha, onde o título caminha pela oitava vez para as mãos do Bayern de Munique, que venceu o Bayer de Leverkusen, por 4 a 2. O líder da Bundesliga chegou a 70 pontos e com 90 gols anotados, sendo 30 deles de Robert Lewandowski. O artilheiro da competição fez o último da goleada desta tarde e estabeleceu um novo recorde. Outro destaque da partida foi Thomas Muller, que com passes precisos é considerado um dos melhores jogadores da temporada germânica.

O confronto entre os Bayers também foi marcados por protesto contra o racismo. Jogadores e comissão técnica usaram faixas com o lema em inglês Black Lives Matter (vidas negras importam).

O vice-líder Borússia venceu, por 1 a 0, o Hertha Berlim. A equipe de Dortmund agora tem 63 pontos e segue a sete pontos atrás do time de Munique.

Resultados das outras partidas

RB Leipzig 1 x 1 Paderborn

Dusseldorf 2 x 2 Hoffenheim

Eintracht 0 x 2 Mainz

Ações coletivas e isoladas realizadas em presídios de Mato Grosso do Sul têm feito a diferença na prevenção e efetivo combate e mitigação dos efeitos da pandemia do coronavírus no ambiente carcerário. Graças ao esforço dos profissionais que lidam com os desafios diários dos estabelecimentos prisionais, a Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) segue sem registros de casos confirmados da COVID-19 entre custodiados que estão dentro de suas unidades.

Os resultados positivos são reflexo de uma série de medidas aplicadas pela agência penitenciária desde o início da pandemia como a suspensão de visitas presenciais e implantação de contatos virtuais por videoconferência; adoção de procedimentos para a higienização de produtos e objetos que entram nas unidades, com o uso de solução sanitizante e quarentena mínima de 24 horas antes da entrega aos internos; bem como a desinfecção regular de celas, corredores e demais espaços que compõem as estruturas prisionais.

Além disso, também são fornecidas máscaras aos policiais penais, entre outros Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), para uso em serviço, assim como álcool 70 para higienização das mãos. Outra medida importante é o isolamento preventivo de internos que chegam de delegacias ou daqueles que apresentam sintomas gripais. Os trabalhos são coordenados pela Diretoria de Assistência Penitenciária, por meio da Divisão de Saúde da Agepen, e contam com orientação técnica da Secretaria de Estado de Saúde (SES).

Dentro desse contexto, algumas iniciativas se destacam pela inovação, indo além dessas normas gerais estabelecidas pela Agepen, entre elas está a aferição da temperatura através de termômetro digital infravermelho.

Servidores, advogados, oficiais de justiça, terceirizados ou autoridades, sem exceção, todos que chegam ao Estabelecimento Penal Feminino “Irmã Irma Zorzi” (foto principal), na capital, têm sua temperatura aferida antes de adentrar o local. A iniciativa também já é realidade no Presídio de Trânsito (Ptran), estabelecimentos penais masculino e feminino de Três Lagoas e nos dois maiores presídios do estado – Penitenciária Estadual de Dourados (PED) e Estabelecimento Penal “Jair Ferreira de Carvalho” (segurança máxima da capital).

Caso a temperatura corporal seja superior a 37,5 ºC ou verificado algum sintoma gripal é imediatamente vedado o acesso à unidade penal. A intenção é expandir o uso do termômetro a outros estabelecimentos prisionais do Estado, com o repasse desses equipamentos que será feito pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen).

A tecnologia também é aliada na desinfecção de papéis. O Centro de Triagem “Anísio Lima”, na capital, e o Estabelecimento Penal de Corumbá adotaram uso de estufas na portaria para esterilizar documentos, a uma temperatura entre 90% e 110%, por um período de meia hora antes de ser recolhido para o interior do presídio.

Barreiras de Proteção

Na Penitenciária Estadual de Dourados, que teve dois casos registrados de servidores com a COVID-19, os cuidados em prevenir a proliferação da doença têm sido redobrados, com todos os processos de desinfecção de materiais e espaços, além da aferição de temperatura já na entrada da unidade. Para garantir ainda maior segurança durante os atendimentos, foi instalado um painel acrílico no balcão da portaria principal.

A administração da PED  também providenciou a construção do almoxarifado, para armazenamento das compras de materiais durante quarentena.

Em Três Lagoas, a penitenciária masculina readequou os espaços físicos com barreiras de contenção e visores nas salas de triagem na portaria principal e salas de revista. Com recursos próprios, também adquiriu EPIs para uso dos servidores, inclusive do macacão de proteção individual marca Tychem Dupont Termoselado, específico para atendimento em caso de alguma suspeita da doença.

Higienizando mãos e pés

Lavatórios com sabão líquido e papel toalha foram instalados na portaria das unidades penais para a higienização das mãos antes de adentrar o local. É o caso do Ptran, Centro de Triagem, presídios masculinos de Amambai, Rio Brilhante, Ponta Porã, Três Lagoas e semiaberto de Dourados.

A higienização das solas de calçados também já é realidade em presídios de Dourados, Ponta Porã, Rio Brilhante e Três Lagoas. Instalados na portaria dos estabelecimentos prisionais, todos que adentram o local devem passar primeiro por um “tapete” de desinfecção umedecido com solução sanitizante.

Para o diretor-presidente da Agepen, Aud de Oliveira Chaves, as atitudes e o empenho dos servidores penitenciários tornam Mato Grosso do Sul exemplo de atuação para outros Estados, sempre seguindo as orientações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em tempos de pandemia, com regras para distanciamento social, isolamento de casos suspeitos, teletrabalho, aulas suspensas e desemprego para muitas pessoas, a situação da mulher que vive um relacionamento abusivo e violento tende a piorar. As agressões podem se agravar com a presença do agressor, da mulher e dos filhos por mais tempo dentro de casa, o que motivou a criação de uma plataforma digital, na qual as mulheres terão ao seu alcance um instrumento de uso fácil, com linguagem acessível para procurar informações sobre serviços e atendimentos, tirar dúvidas sobre procedimentos e legislações, além da possibilidade de entrarem em contato para atendimento online.

“O site é um instrumento de grande importância nesse momento que estamos vivendo e, certamente, vai ajudar muitas mulheres em situação de violência para que se percebam como vítimas e procurem apoio especializado. Também é um site de estudos e de divulgação das políticas públicas existentes no Estado,  em constante atualização para que nossos serviços sejam aprimorados e ofereçam assistência humanizada e qualificada a todas as mulheres”, ressalta Eduardo Corrêa Riedel, secretário de Estado de Governo e Gestão Estratégica.

A plataforma fala sobre o direito da mulher a viver sem violência, abordando de forma geral as diversas formas de violação de direitos e de violências de gênero: como feminicídio, crimes sexuais, violência obstétrica, entre outros. O site aborda com mais profundidade a violência doméstica, focando os relacionamentos entre jovens e as violências que sofrem as mulheres lésbicas, indígenas, negras, idosas, com deficiência e também a violência doméstica cometida contra mulheres no meio cristão, além de trazer dados, pesquisas, vídeos, podcasts, entrevistas e notícias.

“Em razão da pandemia pelo novo coronavírus e das medidas de proteção adotadas pelo Governo do Estado – como da adoção do home office para servidores há duas semanas, percebemos a ausência de um instrumento virtual que pudesse alcançar as mulheres em suas casas, de modo silencioso e eficaz nas informações, orientações e encaminhamentos”, informa a subsecretária de Políticas Públicas para Mulheres, Luciana Azambuja, explicando que o site “Não se cale” traz um conteúdo diversificado abrangendo não só a violência doméstica, como outras formas de violação dos direitos das mulheres, considerando as políticas públicas e os serviços existentes no Estado. Esta era uma demanda das mulheres de diferentes segmentos, inclusive de mulheres em situação de violência que ainda não estão prontas para participar de eventos e expor publicamente seus medos e dúvidas.

“Muitas mulheres não conhecem o trâmite processual após o registro da ocorrência na Delegacia de Polícia e o site traz essas informações detalhadamente”, explica a delegada titular da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, Fernanda Felix. O site também divulga as ações do PROMUSE – Programa Mulher Segura -, da Polícia Militar e, conforme o tenente-coronel Josafá Dominoni, coordenador estadual do programa, “é uma excelente oportunidade para que todos os municípios tenham acesso às orientações e serviços existentes, pois traz endereços dos principais órgãos da rede em todo o Estado”.

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Números da violência contra a mulher em Mato Grosso do Sul

Em 2019 tivemos aproximadamente 18.700 registros de boletins de ocorrência em todos os 79 municípios sul-mato-grossenses, com maior incidência nos crimes de ameaça e lesão corporal. Tivemos 98 feminicídios tentados, onde as vítimas sobreviveram por sorte e contra a vontade de seus algozes – e 30 casos consumados, onde essas mulheres não estão mais aqui com suas famílias. Comparando com 2018, houve uma redução de 6,3%, mas não podemos banalizar a violência contra as mulheres que subjuga, humilha e mata. Só nesses três primeiros meses de 2020, foram 8 casos de feminicídios consumados e quase 4.500 B.O’s registrados.

Com mais 135 exames positivos para o novo coronavírus (Covid-19) nas últimas 24 horas, o número de casos confirmados da doença no Estado chega a 2.135. As informações foram apresentadas neste sábado (06.06) em coletiva de imprensa on-line com autoridades do Governo de Mato Grosso do Sul.

Dos 2.132 casos confirmados, 1.040 estão em isolamento domiciliar, 1.026 estão sem sintomas e já estão recuperados, 45 estão internados – sendo 24 em hospitais públicos e 20 em hospitais privados. Um paciente internado é procedente de fora do Estado. Foram registrados 21 óbitos.

Desde o dia 25 de janeiro, foram registradas 16.561 notificações de casos suspeitos da coronavírus em Mato Grosso do Sul. Destes, 11.879 foram descartados após os exames darem negativo para Covid-19 e 21 foram excluídos por não se encaixarem na definição de caso suspeito do Ministério da Saúde. Além disso, 628 exames aguardam resultado do Lacen, 1.922 casos foram notificados e não foram encerrados pelos municípios.

Dourados chegou a 493 casos confirmados de coronavírus de acordo com o boletim epidemiológico da prefeitura. A cidade bateu recorde de confirmações em 24 horas.

Deste total, 182 estão recuperados, 290 em isolamento domiciliar, 20 internados, além de dois óbitos.

Com relação à distribuição espacial, 403 pessoas que pegaram o coronavírus estão no perímetro urbano, 13 em distritos, 77 na Reserva Indígena Federal e 35 em outras localidades.

Apesar dos índices de contaminação em alta há semanas, o médico membro do Comitê de Enfrentamento a Crise do Coronavírus de Dourados, Frederico de Oliveira, credenciou novamente este aumento a quantidade de testes realizados.

“Acredito que estamos no rumo certo, apesar das dificuldades” disse Frederico durante a live transmitida ao vivo nas redes sociais da prefeitura de Dourados.

Por outro lado, o profissional de saúde comentou sobre os trabalhos mais recentes do Comitê. Ele disse que reuniões estão sendo realizadas com setores afetados pela pandemia na cidade para “manutenção em áreas de atuação”.

“Estamos fazendo reuniões com assuntos específicos para acertar um ponto ou outro”, disse o médico sobre proposições resultantes de uma reunião na manhã deste sábado (6).

Os dados do MS publicados a partir de 19 de maio têm como fonte de dado o sistema de informações oficiais SIVEP Gripe e E-SUS VE. Essas informações são alimentadas pelos municípios. Os números estão sujeitos à alteração pelos municípios nos sistemas de informação oficial.

Os 628 casos suspeitos em investigação tiveram as amostras encaminhadas para o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen/MS), onde será feito o exame para nove tipos de vírus respiratórios, incluindo influenza e coronavírus. O Lacen/MS realiza os exames para Covid-19 em Mato Grosso do Sul. Os resultados ficam prontos entre 24h a 72 horas, após o recebimento das amostras.

A Secretaria de Estado de Saúde publica o boletim epidemiológico referente às notificações de casos suspeitos de Covid-19 diariamente. As informações divulgadas pela Secretaria são os dados oficiais consolidados do Estado que são repassados ao Ministério da Saúde.

O presidente Jair Bolsonaro fez críticas ao trabalho da Organização Mundial da Saúde (OMS) na pandemia e disse que o governo pode deixar a organização que, de acordo com ele, atua "com viés ideológico". No fim de maio, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a saída do país da OMS, congelando repasses que o governo norte-americano faria à entidade.

"E adianto aqui, os Estados Unidos saíram da OMS, e a gente estuda, no futuro, ou a OMS trabalha sem viés ideológico, ou vamos estar fora também. Não precisamos de ninguém de lá de fora para dar palpite na saúde aqui dentro", disse Bolsonaro a jornalistas na portaria do Palácio da Alvorada, na noite desta sexta-feira (5).

O presidente fez referência à controvérsia causada pelas pesquisas que a OMS conduzia sobre a hidroxicloroquina no tratamento do novo coronavírus. "Para que serve essa OMS? A OMS recomendou há poucos dias não prosseguir mais com os estudos sobre a hidroxicloroquina, e agora voltou atrás. É só tirar a grana deles que eles começam pensar de maneira diferente", disse Bolsonaro.

A OMS retomou esta semana os estudos com o medicamento, após aplicar uma suspensão dos testes por 10 dias, depois da revisão de um estudo publicado pela revista médico-científica The Lancet.

A Organização Mundial da Saúde é uma agência internacional especializada em saúde, fundada em 7 de abril de 1948 e subordinada à Organização das Nações Unidas (ONU). Sua sede é em Genebra, na Suíça. A OMS é composta por 194 Estados-Membros e dois membros associados. No caso do Brasil, para aderir à organização, o país ratificou internamente um tratado internacional de criação da agência. Uma eventual saída desse tratado teria que passar pelo Congresso Nacional.

Divulgação de balanço

Durante a entrevista, o presidente Jair Bolsonaro também comentou a mudança de horário na divulgação do balanço das infecções e mortes por covid-19, atualizado diariamente pelo Ministério da Saúde. Desde a última quarta-feira (3), a pasta só envia os dados consolidados do dia por volta das 22h. Antes, esse balanço era enviado por volta das 19h.

"É para pegar os resultados mais consolidados e tem que divulgar os mortos do dia. Ontem, os mortos eram de dias anteriores. Se quiser, faz um consolidado para trás, mas tem que mostrar os mortos do dia", disse Bolsonaro, sobre a metodologia de divulgação adotada pelo Ministério da Saúde.

Em comunicado à imprensa, o ministério informou que os números de casos de covid-19 e de mortes causadas pela doença são repassados à pasta pelas secretarias estaduais e municipais de Saúde. O ministério acrescenta que analisa e consolida os dados e que em alguns casos "há necessidade de checagem junto aos gestores locais". "Desta forma, o Ministério da Saúde tem buscado ajustar a divulgação dos dados, que são publicados diariamente na plataforma covid.saude.gov.br", destaca o texto.

A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade-SP) a 10 anos e 2 meses de prisão por desvio de verbas públicas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Em julgamento por meio de sessão virtual, o deputado também foi condenado a perder o mandato parlamentar e a ser impedido de exercer função pública.

De acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR), o parlamentar foi beneficíario de um esquema de desvios em contratos de R$ 130 milhões e R$ 220 milhões do BNDES com a prefeitura de Praia Grande (SP) e as Lojas Marisa.

Para o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, não ficou comprovada a participação do deputado no desvio de recursos públicos. Em seu voto, Moraes argumentou que “as provas, portanto, precisam ser incontestáveis, não se admitindo condenações com base em dúvida razoável”. O ministro Marco Aurélio de Mello acompanhou o voto do relator. 

No entanto, o ministro Luís Roberto Barroso abriu divergência e foi seguido pelos ministros Luiz Fux e Rosa Weber. “O conjunto robusto de provas existentes nos autos me leva a concluir que, mais do que coincidências, há elementos suficientes para negar qualquer credibilidade à versão defensiva”, avaliou Barroso.

Pelo voto de Barroso, o parlamentar também deverá ressarcir R$ 182.560,43, em valores da época (abril de 2008), a serem corrigidos até a quitação do débito.

“No Brasil, o maior agente financeiro responsável pela concessão desses financiamentos é o BNDES. A obtenção dos financiamentos concedidos pelo banco depende da aprovação de um projeto de investimento. Como infelizmente costuma ocorrer no Brasil, a burocracia faz florescer uma indústria de despachantes que se propõem a intermediar a obtenção do contrato. Essa intermediação pode ser real, mas pode, também, apresentar-se como uma forma de vender influência com o objetivo de locupletamento ilícito”, afirmou Barroso em seu voto.

Denúncia

Os fatos foram investigados na Operação Santa Tereza, deflagrada pela Polícia Federal em 2008 e que teve como alvo empresários, advogados e servidores públicos. Somente a parte relativa à suposta participação de Paulinho da Força tramita no Supremo, em função do foro privilegiado do parlamentar.

Para a procuradoria, os crimes eram facilitados por um ex-assessor do deputado e por um advogado, ambos antigos representantes da Força Sindical no conselho do BNDES. De acordo com as investigações, entre 3% e 4% do dinheiro liberado pelo banco era dividido entre os envolvidos. 

Defesa

Por meio de nota, a assessoria do deputado Paulinho da Força informou que o parlamentar recebeu com “tranquilidade a decisão apertada da 1ª Turma do STF”. O congressista vai recorrer da decisão.

“O placar de 3 x 2 demonstra que a decisão que prevaleceu hoje é duvidosa. O deputado acredita nos argumentos da sua defesa e na sua inocência e confia que poderá recorrer e demonstrar que nunca cometeu nenhum ato ilícito em sua vida parlamentar”, diz a nota.

A pandemia de covid-19 já causou pelos menos 395.977 mortos em todo o mundo desde que o coronavírus foi detectado na China em dezembro.

Hoje (6),  foram diagnosticados mais de 6.782.890 casos de infecção em 196 países e territórios, dos quais pelo menos 2.943.700 foram considerados curados.

Os Estados Unidos, que decretaram a primeira morte por covid-19 em fevereiro, continuam a liderar a tabela dos países mais afetados, tanto em número de casos (1.897.838), como de mortes (109.143). O país tem 491.706 pessoas recuperadas.

Depois dos Estados Unidos, aparecem Reino Unido (40.261 mortos, 283.311 casos), Brasil (35.026 mortos, 645.771 casos), Itália (33.774 mortos, 234.531 casos) e França (29.111 mortos, 190.052 casos).

A China, onde o vírus foi identificado pela primeira vez, declara oficialmente 83.030 casos (apenas três novos entre sexta-feira e hoje), dos quais 4.634 mortos e 78.329 recuperados.

A Europa totaliza 182.708 mortos e 2.248.511 casos; a América do Norte (Estados Unidos e Canadá) contabiliza 116.894 mortes e 1.992.165 casos; América Latina e Caribe, 62.458 mortos e 1.245.077 casos; a Ásia apresenta 18.636 mortes e 652.812 casos; o Oriente Médio anotou 10.248 mortos e 458.222 casos; a África identifica 4.902 mortos e 177.477 casos; e Oceânia conta com 131 mortos e 8.632 casos.

O balanço é baseado em dados dos governos e da Organização Mundial da Saúde - OMS.

Os impactos do novo Coronavírus (Covid 19) nos negócios são inevitáveis. Mas, para apontar um norte às empresas, o Sebrae/MS preparou uma série de soluções rápidas e práticas, de implementação imediata: o programa de aconselhamento empresarial Sebrae Orienta.

O programa é online, gratuito e personalizado, voltado para Microempreendedores Individuais (MEI), Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP). Os participantes receberão aconselhamentos online e gratuito, distribuídas nos temas “Gestão Financeira”, “Marketing Digital”, “Estratégias de Mercado”, “Card de Mídia Social” e “Protocolos de Biossegurança”.

“Estamos oferendo um aconselhamento gratuito especializado, que será agendado com consultores de mercado a qualquer pequeno negócio que nos procure. Neste momento, é fundamental que o empresário reaja e busque formas de manter o negócio”, afirma o diretor de operações do Sebrae/MS, Tito Estanqueiro.

COMO PARTICIPAR

Para se inscrever, os interessados devem preencher um formulário na página do programa http://orienta.ms.sebrae.com.br/

Após, um técnico do Sebrae irá entrar em contato para fazer o agendamento o mais breve possível. Mais informações pelo telefone 0800 570 0800.

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.268 da Mega-Sena, realizado na noite deste sábado (6). O prêmio acumulou.

Veja as dezenas sorteadas: 04 - 13 - 23 - 28 - 30 - 52.

A quina teve 48 acertadores; cada um levará R$ 35.721,30. A quadra teve 2.953 apostas ganhadoras; cada um ganhará R$ 829,48.

O próximo concurso será na quarta-feira (10). O prêmio é estimado em R$ 7 milhões.

O Complexo Industrial de Biotecnologia em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Cibs/Fiocruz), em construção, vai aumentar em cinco vezes a capacidade de produção do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz). As vacinas contra meningite, hepatite e tríplice bacteriana, que atualmente são importadas, vão passar a sair do polo no Distrito Industrial de Santa Cruz, na zona oeste do Rio de Janeiro. À produção, se juntarão também vacinas específicas para esquistossomose e hanseníase.

O Novo Centro de Processamento Final (NCPFI) ficará em uma área total de 580 mil metroS quadrados (m²) e 334 mil m² de edificações. 

Além das vacinas, o novo complexo vai ampliar a capacidade de produção de kits diagnósticos e biofármacos, que atendem o Programa Nacional de Imunização e o Sistema Único de Saúde (SUS), chegando a 120 milhões de frascos por ano. 

Atualmente, o parque de Bio-Manguinhos, em Manguinhos, na zona norte da cidade, fabrica 35 produtos, com o excedente exportado para 74 países. A previsão para o novo complexo é de produzir vacinas para atender também demandas da América Latina e da África, bem como de órgãos internacionais como a Organização Mundial da Saúde (OMS), Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

Segundo o diretor da Bio-Manguinhos, Maurício Zuma, o complexo será o maior da América Latina e um dos maiores e mais modernos do mundo, dando ao país a prerrogativa de deixar de importar algumas vacinas e produzir outras que não despertam o interesse da indústria farmacêutica mundial.

“A gente vai poder não só incorporar novas vacinas, diminuir muito a importação, e fabricar vacinas para doenças negligenciadas, por exemplo. Temos projetos em desenvolvimento, mas não temos capacidade para produzir e ninguém se interessa em produzir. Lá [em Santa Cruz], vamos ter capacidade de colocar para produzir vacinas que são para minorias”, ressaltou Maurício Zuma.

Entre as vacinas que poderão ser produzidas no novo complexo, Zuma cita as de meningite, hepatite e tríplice bacteriana, que atualmente são importadas, e as para esquistossomose e hanseníase, que são vacinas terapêuticas para um público alvo menor.

Zuma destacou o caráter estratégico do complexo para o país. “Vai nos permitir ter um domínio tecnológico maior. A gente vai estar na fronteira do conhecimento em termos de produção, porque vamos utilizar tecnologia de ponta. Vai permitir ao Brasil ter uma sustentabilidade muito maior na produção de vacinas. O Programa Nacional de imunização vai poder atender bem melhor a nossa população”.

Projeto

O projeto do Cibs começou em 2011, com a busca do terreno e a elaboração do projeto conceitual, para depois adaptar o projeto executivo ao terreno conseguido. O diretor da Bio-Manguinhos disse que o local já se encontra pronto para receber as estruturas metálicas dos prédios.

“Fizemos duas fases da terraplanagem e adiantamos todo o estaqueamento dos prédios, as fundações e completamos com todo o coroamento dos blocos e cintas. Hoje, o terreno já está todo preparado, quando a gente começar a obra já será montando as estruturas metálicas”.

Segundo ele, a demora na construção se deve ao tamanho e complexidade do projeto. Os atrasos, segundo Zuma, também ocorreram devido à falta de continuidade nas políticas públicas. A Fiocruz é ligada ao Ministério da Saúde.

“A gente estava fazendo isso lá atrás, entrou o governo Temer, tiveram dois ministros, depois o governo Bolsonaro, já tivemos três ministros. Como é um projeto muito grande, a gente sempre tem que mostrar o projeto, passar toda a ideia, isso leva tempo. O que tem acontecido é quando o ministro está convencido da importância do projeto ele está saindo”.

O governo federal investiu até o momento R$ 700 milhões no Cibs. Zuma informou que a licitação do projeto será feita para uma construção sem recursos públicos, no modelo built to suit, ou seja, construção feita por um investidor privado sob medida para o usuário. O retorno financeiro se dará depois da conclusão da obra, com o pagamento de aluguel por um período de tempo determinado, previsto entre 15 anos e 20 anos. Depois disso, o patrimônio será incorporado à Fiocruz.

“É uma modalidade inovadora na administração pública e é conveniente porque, nessa crise de recursos, o Estado vai investir pouco no momento. Depois, a prestação do aluguel a gente vai pagar com recursos próprios, o valor vai estar embutido no custo dos nossos produtos. A gente fez um estudo de viabilidade econômica e já viu que dá para fazer isso. A própria produção do Cibs vai pagar o investimento”.

Segundo Zuma, o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, que visitou Bio-Manguinhos no dia 25 de maio, demonstrou interesse pelo projeto Santa Crua. “Nós tivemos a oportunidade de conversar com ele sobre as motivações para o projeto. Ele está bastante convencido, e eu acredito que muito em breve teremos a autorização ministerial para poder fazer a licitação”.

Na cerimônia dos 120 anos da Fiocruz , Pauello disse que o Ministério da Saúde está comprometido com o complexo de Santa Cruz. No final do ano passado, o ministério anunciou que iria investir R$ 3 bilhões na construção do complexo.

Covid-19

O diretor da Bio-Manguinhos, Mauricio Zuma, disse que vacina para a covid-19, assim que estiver disponível, vai ser fabricada ela Fiocruz, antes mesmo do complexo de Santa Cruz ficar pronto. Uma equipe da Fiocruz de Minas Gerais trabalha no desenvolvimento da vacina com tecnologia brasileira, mas assim que ela estiver disponível no mercado internacional, o Brasil poderá importar a técnica.

“A gente tem bastante expectativa, estamos conversando com pelo menos quatro empresas para produzir uma vacina aqui e vamos escolher uma, a que chegar primeiro e a melhor se adequar às capacitações e instalações que nós temos. A gente espera até o final do ano estar com isso definido e, se possível, já começar a produzir a vacina para covid-19 nas nossas instalações”.

Mauricio Zuma acredita que o Brasil terá importância fundamental na fabricação da vacina para o novo coronavírus (covid-19) em apoio a toda a América Latina, como já ocorre com a vacina de febre amarela, já que apenas o México e Cuba têm plantas de produção de imunobiológicos na região, “porém muito pequenas”.

“Não tem vacina no mundo. O mundo não produz vacina para todo mundo. Então, um país como o nosso, continental, com mais de 210 milhões de habitantes, se a gente não tiver a nossa produção, corre o risco de ter problemas com as epidemias no país. A gente já vem falando isso há bastante tempo”.

O governo federal anunciou nessa semana que o país vai participar do projeto Acelerador de Vacina (iACT Accelerator), iniciativa internacional que integra 44 países para a produção de vacina, medicamentos e diagnósticos contra o novo coronavírus .

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