Dourados-MS,
Audiencia Reforma - Camara

Abel Braga não é mais o técnico do Fluminense. Neste sábado (16), o ex-comandante da equipe pediu demissão após conversa com o presidente do clube carioca, Pedro Abad, e deixa a partir de agora a direção técnica do Tricolor das Laranjeiras.

“Certamente é uma perda muito grande para o Fluminense. Abel estava conosco desde o início da gestão. Mas entendeu que era o momento de encerrar este ciclo. Respeitamos a decisão dele e já estamos em busca de uma reposição à altura para o carro-chefe do nosso clube”, lamentou Abad em nota oficial no site do Fluminense.

Abelão, como é conhecido, é tido como um dos principais alvos para dirigir outras equipes brasileiras, como o Santos e o Corinthians, que têm Jair Ventura e Osmar Loss, respectivamente, na corda bamba.

Com isso, Abel encerra sua terceira passagem pelo comando técnico do Flu. Os cariocas saíram-se derrotados nas últimas quatro partidas do Campeonato Brasileiro (Paraná, Flamengo, Atlético-MG e Santos) e não sabem o que é vitória na competição desde o 3 a 1 para cima da Chapecoense.

Após o revés para os santistas, o técnico fez um pedido aberto à diretoria do seu agora ex-clube, cobrando a vinda de reforços. “Não digo que o nosso grupo não tem qualidade, não é isso. Mas está faltando peças de reposição. Quando o grupo estava completo as coisas estavam funcionando dentro de campo. Neste momento estão faltando peças. É um momento oportuno. Para deixar algumas coisas e atitudes extremamente corretas de lado para ir buscar mais jogador”, afirmou à época.

O Corinthians foi mais uma vez o pior dentre duas equipes em campo na noite desta quarta-feira, contra o Bahia, na Fonte Nova. Dominado do primeiro ao último minuto por uma equipe que ocupava a 18ª colocação do Campeonato Brasileiro antes do início da partida, o Timão ainda sofreu um gol já aos 45 minutos do segundo tempo, marcado pelo chileno Mena.

O resultado completa o início muito ruim de trabalho do técnico Osmar Loss no cargo, com apenas uma vitórias, dois empates e quatro derrotas desde a saída do técnico Fábio Carille. Com 16 pontos, o Timão está mais próximo da zona de rebaixamento, que se inicia justamente no Bahia, com 12, do que dos quatro primeiros colocados (Internacional, com 22).

Os dois times agora terão uma pausa de mais de um mês nos jogos oficiais até a retomada do Campeonato Brasileiro. Depois da disputa da Copa do Mundo, o Alvinegro volta as suas atenções ao torneio no dia 18 de julho, contra o Botafogo, na Arena. Antes, no entanto, os comandados de Osmar Loss disputam amistosos contra o Cruzeiro, nos dias 4 e 11, frente ao Grêmio, no dia 8. Os baianos, por sua vez, jogam no dia 19 do mês que vem contra a Chape.

Bahia domina e perde chances

O primeiro tempo mostrou os donos da casa com um ritmo alucinante para um apático Corinthians sempre dobrando a marcação e roubando a bola no campo de ataque. A primeira oportunidade veio com o centroavante Kayke, que aproveitou vacilo de Sidcley e Pedro Henrique, antecipou-se na primeira trave e testou forte, levando bastante perigo ao gol de Walter.

O goleiro, que reclamou bastante do estado do gramado na sua pequena área, quase falhou clamorosamente em lance pouco depois, quando deixou bola espirrada passar por si. A redonda só não entrou porque Pedro Henrique afastou em cima da linha. Na sequência, Régis tentou o chute rasteiro da entrada da área, mas o arqueiro conseguiu segurar a firme.

Inoperante, principalmente com a dificuldade de Rodriguinho em ficar com a bola, o Alvinegro teve apenas uma boa chance para marcar, quando Roger ganhou pelo alto da defesa e raspou na bola, mas mandou ao lado da trave. Ainda antes do intervalo, o Bahia teve outra boa chance com Kayke, batendo falta, mas a bola desviou na barreira e passou por cima do gol.

Prêmio no fim para o melhor time

A dinâmica do jogo não mudou para a etapa final, que mostrou Juninho Capixaba no lugar de Sidcley e Mena na vaga de Elber. O chileno começou a ter suas chances ainda antes dos cinco minutos, quando Capixaba foi desarmado com facilidade por Régis e o meia cruzou forte para o meio da área. O canhoto, quase na pequena área, chutou forte de primeira, mas para fora.

Osmar Loss seguiu sem saber o que fazer para melhorar sua equipe, vendo o Bahia acumular chances desperdiçadas. Régis, Zé Rafael, Kayke e até Allione, que entrou depois, poderiam ter aberto o placar, mas acabaram errando o alvo. Júnior Dutra e Emerson Sheik foram acionados para ajudar no ataque alvinegro, mas o golpe fatal veio do lado baiano.

Depois de Maycon chutar rasteiro e exigir boa defesa de Anderson, que entrara na vaga do machucado Douglas, os baianos continuaram insistindo e foram premiados. Régis tirou a zaga para dançar, ameaçou chutar e criou muito espaço para a chegada de Mena para a esquerda. O chileno, dessa vez, bateu forte, acertou o ângulo de Walter e determinou o placar final.

FICHA TÉCNICA
BAHIA 1 x 0 CORINTHIANS

Local: Fonte Nova, em Salvador (BA)
Data: 13 de junho de 2018, quarta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Leandro Vuaden (RS)
Assistentes: Jorge Bernardi e José Calza (ambos do RS)
Cartões amarelos: Gregore e Flávio (Bahia); Júnior Dutra (Corinthians)
Gols:
BAHIA: Mena, aos 45 minutos do segundo tempo

BAHIA: Douglas (Anderson); Nino Paraíba, Tiago, Lucas Fonseca e Léo; Gregore, Elton, Régis, Élber (Mena) e Zé Rafael; Kayke (Allione)
Técnico: Cláudio Prates (interino)

CORINTHIANS: Walter; Mantuan, Pedro Henrique, Henrique e Sidcley (Juninho Capixaba); Gabriel e Maycon; Pedrinho, Rodriguinho e Marquinhos Gabriel (Júnior Dutra); Roger (Emerson Sheik)
Técnico: Osmar Loss

 

Gazeta Esportiva

Roger Guedes marcou um dos gols na vitória da noite desta quarta-feira (Foto: Bruno Cantini / Atlético)

Futebol

O Atlético é capaz de coisas inacreditáveis. Um exemplo? Deixar um simples jogo contra o lanterna do Campeonato Brasileiro emocionante. No último jogo antes da parada para a Copa do Mundo, em confronto na noite desta quarta-feira, no Independência, o Galo venceu o Ceará, por 2 a 1, de virada, com o triunfo conquistado nos últimos 10 minutos de duelo, com gols aos 35, Roger Guedes, e 46, Luan. O resultado mantém a equipe preto e branca na vice-liderança do torneio nacional.

O duelo foi bastante truncado. O Ceará armou uma forte defesa em alguns momentos e dificultou a vida do Galo. A equipe mineira encontrou problemas para furar o bloqueio e viu, no segundo tempo, os visitantes marcarem um tento. Roger Guedes, artilheiro do Campeonato Brasileiro com nove gols, marcou e Luan, nos acréscimos, também balançou as redes dando ao Galo a vitória.

Primeiro tempo

O técnico Thiago Larghi conseguiu repetir a escalação do jogo anterior, contra o Fluminense, quando venceu por 5 a 2. Assim, Luan seguiu no banco para a sequência de Thomas Andrade no meio de campo atleticano.

Os minutos iniciais, porém, foram difíceis para o Atlético. O Ceará tinha um comportamento bastante defensivo, com a primeira linha defensiva com cinco jogadores e a segunda com quatro. Isso era o suficiente para anular as ações de Ricardo Oliveira e Roger Guedes – o segundo em grande fase e artilheiro do Campeonato Brasileiro.

O Atlético tinha amplo domínio do jogo. A posse de bola era inteira do Galo, mas isso não era suficiente, pois a defesa tão fechada não permitia avanços com chances claras para o gol.

A equipe fechada, no entanto, era um estratégia do técnico Lisca. Afinal, após os 15 minutos, o Ceará passou a buscar o jogo. A equipe cearense tentou agredir o Galo, porém, isso gerou resposta.

Ela chegou aos 20, quando o Atlético contou com sua melhor oportunidade no primeiro tempo. Em rápida saída de bola, Patric fez um belo lançamento colocando Cazares na área. O equatoriano dominou a bola, driblou o zagueiro e chutou. O goleiro defendeu e Gustavo Blanco, no rebote, sem goleiro, na pequena área, conseguiu mandar na trave.

O Ceará passou a gostar do jogo. A equipe descia para o ataque atleticano, geralmente com oportunidades que não se mostravam claras, com chutes de longa distância que não levavam perigo algum.

Aos 33, o Ceará conseguiu um ótimo contra-ataque. Após cobrança de escanteio do Galo, Eder Luis ganhou de Patric e pegou a defesa atleticano desarrumada. Ele fez o passe para Samuel Xavier que chutou e a bola pegou na trave esquerda do goleiro Victor.

Segundo tempo

O Ceará fechado do primeiro tempo já não tinha mais. Na etapa complementar a equipe buscava o ataque. Isso abria algum espaço para o Atlético, entretanto, quando o Atlético tinha a bola nos pés desde a defesa, a primeira linha de cinco jogadores era formada.

O torcedor atleticano perdeu a paciência. Nas arquibancadas os gritos pelo nome de Luan aconteceram. O técnico Thiago Larghi atendeu e tirou Cazares – que fez uma partida muito ruim.

O Galo melhorou. No desenho tático da equipe, a saída de bola era feita por Roger Guedes e Luan, que ocuparam a função que Cazares tinha. Thomas Andrade seguia colocado a entrada da área adversária na criação.

Aos 16 o Atlético por pouco não marca seu primeiro gol. Em ótima jogada pela direita, a redonda chegou para Ricardo Oliveira que chutou duas vezes e a defesa tirou em ambas.

Após os 20 minutos o Ceará deixou o jogo de lado. Não aparecia no ataque mais. Somente Eder Luiz tentava alguma coisa, mas sozinho. E foi assim que conseguiu.

Em um dos contra-ataques, quando ninguém acreditou, Eder Luiz, aos 32, conseguiu confundir a defesa atleticana. O volante Yago, do Atlético, vacilou e a bola chegou em Naldo. Ele chutou e bateu Victor.

A bola saiu novamente. A torcida que já não tinha paciência começou a vaiar alguns jogadores. O Atlético se lançou ao ataque para evitar o pior. E conseguiu. Aos 35, Roger Guedes recebeu a bola na entrada da área e soltou um forte chute para marcar o gol do Galo.

No finalzinho, o Atlético conseguiu a virada. Após passe de Ricardo Oliveira, Luan saiu na cara do gol e marcou o tento.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-MG 2 X 1 CEARÁ

Local: Arena Independência, Belo Horizonte (MG)
Data: 13 de junho de 2018 (Quarta-feira)
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Vinicius Furlan (SP)
Assistentes: Alex Ang Ribeiro (SP) e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa (SP)

Gols: Naldo, aos 32 do segundo tempo (Ceará); Roger Guedes, aos 35 do segundo tempo, Luan, aos 46 minutos do segundo tempo (Atlético)
Cartões: Fábio Santos (Atlético)

ATLÉTICO-MG: Victor, Patric, Bremer, Gabriel, Fábio Santos, Adilson (Yago), Gustavo Blanco (Elias), Tomás Andrade, Cazares (Luan), Roger Guedes e Ricardo Oliveira.
Técnico: Thiago Larghi.

CEARÁ – Éverson, Rafael Pereira, Thiago Alves, Luiz Otávio, Samuel Xavier (Douglas Coutinho), Jpão Lucas, Naldo, Pio (Arnaldo), Ricardinho, Eder Luis, Felipe Azevedo.
Técnico: Lisca

 

Gazeta Esportiva

Paulistano é a quarta equipe diferente a levantar o troféu de campeão do NBB. Fotojump/LNB

Basquete

O Paulistano/Corpore é o grande campeão do NBB 2017/2018. Neste sábado (02), em pleno Ginásio Hugo Ramos, em Mogi das Cruzes, a equipe da capital paulista venceu o Jogo 4 das Finais contra o Mogi das Cruzes/Helbor, por 82 a 76, e fechou a série em 3 a 1.

Pela terceira vez nas Finais, o Paulistano conquistou seu primeiro título do NBB. A equipe é a quarta diferente a se sagrar campeã do maior campeonato de basquete do país – Flamengo tem cinco troféus, Brasília três e Bauru um.

Nenhum jogador do Paulistano tinha o título do NBB no currículo e sete deles fizeram parte do vice-campeonato na temporada passada. Para o técnico Gustavo De Conti, a conquista é a primeira de âmbito nacional em sua carreira.

"O sentimento é de felicidade e de agradecimento ao clube Paulistano por tudo que nos proporciona.Todos os times merecem ser campeões,m mas fomos muito regulares durante toda a temporada, com direito a vitórias com grandes diferenças no placar e também com um certo nível de dominância", exaltou De Conti.

A dupla Yago e Lucas Dias combinou para 41 pontos - 24 dos 28 da equipe no segundo tempo - e comandou a vitória alvirrubra neste sábado. O armador foi o cestinha da equipe, com 21 (7/10 nos arremessos de quadra), sendo nove no terceiro quarto. Já Lucas marcou 20 pontos, nove no último período, e ainda contribuiu com cinco rebotes.

“Eu sempre jogo com muita confiança e hoje não foi diferente. Sempre que o Gustavo me coloca em quadra eu busco ajudar o time com meu basquete. Hoje eu consegui converter bolas importantes e ajudar o Paulistano a vencer o jogo e conquistar esse título histórico”, disse Yago.

 “Estou feliz demais por ter buscado uma coisa que queria sempre. Sempre vi grandes jogadores, como Marcelinho, chegando em Finais e sendo campeão. Esse título é muito importante para a carreira de um jogador. Ano passado tivemos um momento muito difícil, ainda mais para mim, que me machuquei. Isso ficou marcado para todos. Nos preparamos e trabalhamos a temporada inteira para chegar nesse momento. Agora o sentimento é de alegria”, analisou Lucas Dias.

Autor de 13 pontos e sete rebotes neste sábado, o pivô Guilherme Hubner foi eleito o MVP das Finais. Com grandes atuações, o jogador fechou a série como jogador mais eficiente do Paulistano (13,5 por jogo), com sólidas médias de 11,7 pontos e 6,2 rebotes por partida.

"Eu estava focado em jogar basquete. Não queria ser o MVP, mas sim ajudar meu time e fazer meu trabalho em quadra. O Gustavo determinou algumas funções específicas para mim na série e estava focado em executar tudo o que ele pediu", disse Hubner.

O jogo que definiu o campeão teve dois tempos completamente distintos. Na primeira metade, as duas equipes tiveram grande aproveitamento ofensivo e o placar foi de 54 a 47. Já nos 20 minutos finais, o nervosismo entrou em quadra e a produção dos times caiu praticamente pela metade (29 a 28 para o Mogi).

No início do último quarto, a diferença a favor do Paulistano chegou a 12 pontos (70 a 58). Mas Mogi não se entregou e, no embalo de Jimmy e Larry, chegou a baixar o prejuízo para apenas quatro pontos (74 a 70). Depois disso, a tensão tomou conta da partida e o placar ficou quase dois minutos sem ser alterado (78 a 75). Foi então que Deryk converteu arremesso fundamental e praticamente selou o título dos alvirrubros.

Do lado mogiano, o grande destaque ficou por conta do ala Jimmy. Cestinha do jogo, com 28 pontos, o camisa 18 teve atuação espetacular e cravou seu novo recorde pessoal no NBB CAIXA, com direito a 63,1% de aproveitamento nos arremessos de quadra (12 acertos em 19 tentativas). Além disso, ainda apanhou nove rebotes e totalizou 30 de eficiência.

"Estamos muito frustrados por termos perdido em casa, mas muito honrados por conseguirmos chegar ao segundo lugar do NBB, que é muito difícil. O Paulistano teve todo o mérito de sair com o título. Foi a terceira vez que eles chegaram à final e essa foi a nossa primeira. Queríamos o topo, claro, mas infelizmente não conseguimos. Nunca faltou entrega e nem dedicação para a nossa equipe. Saímos orgulhosos", disse o comandante mogiano Guerrinha.


Confira todos os resultados das partidas das Finais do NBB CAIXA:

Jogo 1 – Mogi 82 x 99 Paulistano

Jogo 2 – Paulistano 70 x 84 Mogi

Jogo 3 – Paulistano 88 x 84 Mogi

Jogo 4 – Mogi 76 x 82 Paulistano

 

 

Portal morada

As donas da casa assumiram a liderança apenas nos minutos finais do embate (Foto: LBF)

Basquete

No terceiro jogo da final entre Vera Cruz Campinas e Sampaio Basquete, quem levou a melhor, neste domingo, e garantiu a liderança na série melhor de cinco foi a equipe da casa, no embate disputado no ginásio do Castelinho, em São Luís (MA). Com o marcador em 55 a 50, a vantagem foi conquistada e a equipe do Maranhão está a uma vitória de faturar o título da Liga Feminina de Basquete, que tem a TV Gazeta como emissora oficial.

A partida foi decida apenas nos minutos finais, já que o placar estava muito equilibrado no final do último quarto. Depois de uma primeira parcial equilibrada, as donas da casa somaram vantagem de oitos pontos na segunda etapa, mas não souberam administrar o bom desempenho no terceiro estágio, quando o Campinas levou a melhor e converteu pontos importantes.

Na última parcial, o grupo paulista quase não apareceu em quadra e marcou apenas três pontos contra 12 das rivais. Com os números e boa bola de Tati, o Sampaio conseguiu virar o placar, para levantar o público presente no ginásio maranhense.

Com um belo trabalho coletivo, o Sampaio também viu números fundamentais de Briahanna Jackson. Cestinha do embate, a norte-americana foi dona de 16 pontos e nove rebotes. Quem também mostrou bom basquete foi Ariadna, que liderou as visitantes na caça às adversárias. Com cinco faltas, faltando cinco segundos para o fim do embate, ela foi excluída da partida. A cubana conquistou 11 pontos e ainda contou com 17 rebotes de Babi.

Agora, o Sampaio precisa garantir uma vitória no próximo compromisso das equipes, marcado para a próxima terça-feira, às 19 horas, no mesmo Castelinho, para faturar o título. Caso as donas da casa percam, o jogo cinco acontece em 3 de junho, em Campinas (SP).

Mogi forçou o jogo 4 com a vitória (Foto: LBF/Divulgação)

Basquete

Nesta quinta-feira, no segundo jogo da final do Novo Basquete Brasil. o Mogi devolveu a derrota que sofreu em casa em casa . A equipe de Guerrinha superou o Paulistano por 84 a 70, no Ginásio Wlamir Marques, e deixou a série empatada em 1 a 1.

Os principais pontuadores das Jaguatiricas foram Jimy e Tyrone com 18 pontos cada. Além disso, o americano fez seis assistências e pegou seis rebotes. Larry Taylor fez 12 pontos e pegou nove rebotes. Pelo Tigre, Hubner teve 18 pontos e dez rebotes. Deryk anotou 12 pontos.

Depois de um início de partida com poucos pontos, o Mogi começou a acertar as cestas na segunda metade do primeiro quarto e conseguiu criar uma vantagem de 11 pontos nos primeiros dez minutos (21 a 10). O segundo período foi mais equilibrado, os dois times alternaram cestas e o jogo foi para o intervalo em 38 a 27 depois do empate em 17 a 17 no quarto.

Os dois times protagonizaram um terceiro quarto muito intenso na volta para a segunda metade do jogo e o time visitante conseguiu ampliar um pouco a sua vantagem ao ganhar os dez minutos por 34 a 28. Apesar do Paulistano ter vencido o último período, o jogo terminou em 84 a 70 para o Mogi.

As duas equipes voltam a se enfrentar no sábado, às 12h35 (de Brasília), no Ginásio Wlamir Marques.

Federer festeja o 98º troféu na carreira | AFP

Tênis

Roger Federer celebrou a volta ao topo do ranking com mais um troféu, o 98º da carreira, o 18º na grama. Na final do ATP 250 de Stuttgart, neste domingo, o suíço bateu o canadense Milos Raonic, por 6//4 e 7/6 (7/3).

- Estou feliz, penso que fiz uma boa final. Acho que fui muito bem em todo o torneio, após não ter jogado por um tempo. Foi um grande retorno para mim - festejou o primeiro suíço a vencer o torneio. Federer não jogava desde o Masters 1000 de Miami, em março, quando caiu na estreia. Desde então, optou por não jogar a temporada de saibro, como fizera nos últimos anos.

- Talvez eu tenha jogado melhor nos  pontos mais importantes. É claro que estou feliz por, finalmente, vencer em Stuttgart - acrescentou o número 1 do mundo.

O recordista de títulos de Grand Slam (20), aos 36 anos, garantira o retorno ao topo na véspera, quando superou o australiano Nick Kyrgios nas semifinais. Nas próximas semanas, no entanto, o suíço, eliminado na estreia ano passado em Stuttgart, não terá mais como somar pontos, já que defenderá os títulos no ATP 500 de Halle, também na Alemanha, e em Wimbledon.

No próximo torneio alemão, o suíço já sabe até quem enfrentará na estreia: o esloveno Aljas Bedene.

Se treino é treino e jogo é jogo, uma coisa é derrotar Nadal em qualquer outro torneio no saibro. Outra, bem diferente, é superá-lo em seu torneio preferido. Quem reaprendeu esta lição foi Dominic Thiem. Único a derrotar o espanhol em seu piso preferido na temporada atual e em 2017,  o austríaco até que lutou bastante neste domingo. Mas, pela terceira vez na carreira, foi superado pelo rival em Roland Garros. A vitória, por 6/4, 6/3 e 6/2, rendeu ao líder do ranking, que chegou a pedir atendimento médico no set final, seu 11º troféu no torneio parisiense e o 17º Grand Slam.

- É mais que um sonho ganhar Roland Garros pela 11 vez - disse, logo após a partida, o multicampeão que soma 86 vitórias e apenas duas derrotas no torneio. Os únicos que conseguiram derrotá-lo em seu torneio predileto foram o sueco Robin Soderling, em 2009, e o sérvio Novak Djokovic, há três anos. 

 Mês passado, o austríaco, de 24 anos e oitavo do mundo, vencera o Rei do Saibro nas quartas de final do Masters 1000 de Madri. Um ano antes, a vitória foi na mesma fase, só que no Masters 1000 de Roma. Na capital francesa, os dois haviam se enfrentado na segunda rodada de 2014 e nas semis da temporada passada, todas vencidas pelo espanhol. 

 Único jogador a vencer tantas vezes o mesmo Grand Slam, o espanhol erguera o troféu em Paris em 2005, 2006, 2007, 2008, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014 e 2017. Seus outros Majors foram no Aberto da Austrália (2009), Wimbledon (2008 e 2010) e US Open (2010, 2013 e 2017).

Com o rival visivelmente nervoso com sua primeira final de Slam, logo no segundo game, Nadal conquistou a quebra. Mas Thiem logo se recuperou, devolvendo a quebra em seguida, quando o espanhol servia em 2/0. O líder do ranking ainda teve chance de voltar a melhor no saque do oponente no quarto game, mas o número oito do mundo. No sexto game, que durou mais de 12 minutos, o oitavo do mundo salvou dois breaks. O austríaco vinha lutando bastante, até que, no último game, cometeu erros bobos, foi quebrado, e o espanhol levou a primeira parcial. 

 Após o deslize no final do primiero set, Thiem chegou a salvou três breaks no segundo game da série seguinte, mas acabou quebrado. Em seguida, o número 1 do mundo sacou para abrir 3/0. Depois, fez 4/1. No equilibradíssimo sétimo game, com o espanhol sacando em 4/2, o oponente até teve um break, mas Nadal salvou. Dois games depois, entretanto, sem sustos, o líder do ranking sacou e fechou nova parcial. 

 Heróico, Thiem salvou nada menos que quatro breaks na abertura do terceiro set. Porém, dois games depois, o inevitável aconteceu, e o Touro Miúra voltou a levar a melhor no serviço do rival. Sacando em 2/1, Nadal causou apreensão ao pedir atendimento médico, durante o game, para um problema na mão esquerda. O multicampeão voltou a pedir atendimento, mas ainda assim, na quinta chance que teve, fechou o jogo, fazendo ainda mais história no saibro parisiense.

Thiem observa a bola na derrota para Nadal

 

O Globo

Após bater na trave três vezes, romena enfim conseguiu um título de Grand Slam (Foto: Thomas Samson/AFP)

Tênis

A número um do mundo, Simona Halep, conquistou na manhã deste sábado o título de Roland Garros ao bater a norte-americana Sloane Stephens por 2 sets a 1, com parciais de 3/6, 6/4 e 6/1.Essa foi a segunda final seguida da romena, que chega ao seu primeiro título de Grand Slam na carreira

No primeiro set, a impressão era a de que a Halep ficaria com o vice mais uma vez, pois Stephens começou soberana, sem dar nenhuma brecha. Com alguns erros forçados, quebrou um saque da adversária, fechando a primeira parcial em 6/3.

Na segunda parcial, a norte-americana caiu um pouco de nível, fazendo com que Halep ganhasse mais confiança. Ligeiramente melhor na partida, a romena conseguiu três quebras de serviço, e fechou o set em 6/4 no último saque.

Stephens parece ter sentido a parte física no set decisivo, e caiu muito de rendimento. Os erros, consequentemente, começaram a aparecer, e a número um do mundo se aproveitou disso, protagonizando um verdadeiro passeio e fechando em 6/1. O pneu só foi evitado pois a americana conseguiu confirmar o seu último e único serviço do set.

Foto - FIVB

Vôlei

Após duas derrotas consecutivas por 3 sets a 0, o Brasil entrou em quadra neste domingo em Varna, na Bulgária, em jogo válido pela quarta semana da Liga das Nações masculina de voleibol, para encarar os donos da casa. O confronto foi uma verdadeira batalha. Depois de um empate em 2 a 2, a partida foi para o tie-break. Melhor para os búlgaros, que venceram por 3 a 2, parciais de 25/22, 19/25, 25/15, 18/25 e 15/12, fazendo a seleção brasileira amargar sua quarta derrota no campeonato.

 
Brasileiros sobem para bloqueio contra búlgaros (Foto: FIVB)
Brasileiros sobem para bloqueio contra búlgaros (Foto: FIVB)

Os brasileiros venceram Sérvia, Alemanha, Coreia do Sul, Japão, Estados Unidos, Rússia, Irã e China. E foram superados pela Itália, Canadá, França e agora Bulgária.

Os duelos da quinta semana do Brasil vão acontecer em Melbourne, na Austrália. O primeiro confronto será contra os australianos, no dia 22 de junho, às 8h10. O segundo será diante da Polônia, em 23/06, às 7h10. No dia seguinte, a equipe pegará a Argentina, às 23h10. 

O jogo 

O jogo começou bem parelho. As duas seleções disputavam ponto a ponto. O "cardápio" era diversificado: ace búlgaro, bloqueio duplo do Brasil, bomba de 106km/h dos europeus e, claro, alguns erros tanto para a seleção verde e amarela quanto para a equipe do Velho Continente. Os búlgaros demonstravam um pouco mais de superioridade, preocupando Renan. No finzinho da parcial, as boas jogadas de Wallace voltaram a deixar o duelo disputado, mas os mandantes acabaram fechando em 25 a 22 em 31 minutos. 

Brasil x Bulgária pela Liga das Nações de Vôlei Masculino (Foto: FIVB)
Brasil x Bulgária pela Liga das Nações de Vôlei Masculino (Foto: FIVB) 

Mais uma vez, agora na segunda parcial, o jogo iniciou bem equilibrado. Mauricio deixou a seleção brasileira na frente, mas um erro de Wallace igualou tudo em 9 a 9. Depois, ele se redimiu e virou. Yordanov fez o 10º da Bulgária. O time de Dal Zotto abriu dois - 16 a 14 - quando seu bloqueio duplo, o quarto brasuca no jogo, funcionou. Com força, Wallace ampliou. Aos poucos, a equipe visitante foi dominando e, dessa forma, fechou em 25 a 19 com ponto de Douglas Souza explorando bloqueio búlgaro.

Na terceira parcial, muitas falhas brasileiras ajudavam a Bulgária. Um erro de Murilo em particular chamou a atenção. Após falha da defesa, ele precisou passar de toque, mas mandou a bola para fora. Renan ficou irritado. O time búlgaro abriu quatro pontos: 6 a 2. O ritmo seguiu o mesmo, e os búlgaros abriram 13 a 7, maior diferença do jogo até então, fazendo o técnico brasuca pedir tempo. A conversa não adiantou, e os europeus fecharam tranquilamente por 25 a 15. 

Brasil x Bulgária em ação neste domingo (Foto: FIVB)
Brasil x Bulgária em ação neste domingo (Foto: FIVB)

O Brasil voltou muito melhor no quarto set. Jogadores como Lucão, que estavam apagados nas outras parciais, passaram a funcionar. Dessa forma, a seleção chegou à vitória no set por 25 a 18, levando para o tie-break. Mais uma vez, jogo lá e cá, ponto a ponto disputado. Isac sobressaía pela seleção brasileira, mas os búlgaros eram levemente superiores. Um bom ataque de Penchev levou para o primeiro match point, com 14 a 11. Alan evitou na rede, mas Semenov fechou o jogo pelo meio: 15 a 12.  

Confira o desempenho do Brasil na Liga das Nações 

1ª semana - jogos em Kraljevo, na Sérvia
25.05 – Brasil 3 x 0 Sérvia (25/22, 25/22 e 26/24)
26.05 – Brasil 2 x 3 Itália (25/18, 19/25, 21/25, 26/24 e 8/15)
27.05 – Brasil 3 x 0 Alemanha (26/24, 25/23 e 26/24)

 

2ª semana - jogos em Goiânia, no Brasil
01.06 – Brasil 3 x 0 Coreia do Sul (25/21, 25/19 e 25/19)
02.06 – Brasil 3 x 0 Japão (26/24, 25/19 e 25/20)
03.06 – Brasil 3 x 2 Estados Unidos (21/25, 20/25, 25/19, 25/20 e 20/18)

 

3ª semana - jogos em Ufa, na Rússia
08.06 – Brasil 3 x 1 Rússia (25/21, 25/20, 25/27 e 25/18)
09.06 – Brasil 3 x 2 Irã (25/17, 23/25, 25/19, 21/25 e 15/13)
10.06 – Brasil 3 x 0 China (25/20, 25/19 e 27/25)

 

4ª semana - jogos em Varna, na Bulgária
15.06 – Brasil 0 x 3 Canadá (22/25, 32/34 e 22/25)
16.06 – Brasil 0 x 3 França (19/25, 23/25 e 23/25)
17.06 – Brasil 2 x 3 Bulgária (22/25, 25/19, 15/25, 25/18 e 12/15)

 

5ª semana - jogos em Melbourne, na Austrália
22.06 - 8h10 - Austrália x Brasil 
23.06 - 7h10 - Brasil x Polônia
24.06 - 23h10 - Brasil x Argentina

Depois de vencer a Coreia do Sul e o Japão em Goiânia (GO), a Seleção Masculina de vôlei teve embate difícil, na tarde deste domingo, contra os Estados Unidos, mas venceu por 3 sets a 2. Com o resultado, Brasil conseguiu a sexta vitória em cima dos EUA nos últimos sete embates. Desta vez, para ficar à frente na Liga das Nações, os nacionais concluíram com parciais de 21/25, 20/25, 25/19, 25/19 e 20-18.

Em um clássico entre as equipes que fizeram até final olímpica (em 2008, na China, com vitória americana), Renan Dal Zotto usou Bruno, Wallace, Lipe, Maurício Souza, Lucão, Maurício Borges e o líbero Murilo no início do embate. Depois de perder os dois sets iniciais, o Seleção fez bom jogo na terceira etapa e faturou também a quarta. Com estilo reformulado e contando com o destaque Isac, no tie-break acirrado, foram os nacionais quem levaram a melhor. Maurício Borges foi o maior pontuador da equipe.

O jogo

Com saque na rede dos norte-americanos, a Seleção pôde marcar o primeiro ponto do embate. Erros lá e cá fizeram com que os minutos iniciais da partida fossem equilibrados. Com os norte-americanos inflados no clássico, os nacionais precisaram de tempo para se encaixar em quadra. O Brasil também mostrou volume de jogo para conseguir encostar nos adversários, que estavam à frente.

Na segunda parcial, os norte-americanos começaram abrindo vantagem e fizeram 7 a 2. Com boa base do bloqueio, os visitantes dificultaram a vida dos nacionais. Os brasileiros voltaram a se reconhecer em quadra e com bloqueio duplo de Lipe com Mauricio diminuíram a vantagem rival. Com saque de Russell na rede, o time de Bruninho ficou ainda mais próximo de igualar o placar, mas foi superado.

Tendo mudança no ritmo de jogo, os brasileiros conseguiram abrir importante margem para se manter vivo no embate no terceiro set. Isac voltou a mostrar importância na equipe. Depois de dois erros do Brasil, time confirmou ponto, venceu o terceiro set e forçou a quarta parcial.

Querendo terminar a partida, os EUA não deram chances para os adversários e ficaram com os primeiros pontos. Erros dos dois lados mantiveram a etapa acirrada, mas com o Brasil à frente a maior parte do tempo. Com pouca variação na quadra, os nacionais levaram a melhor e, outra vez, adiaram o fim do embate.

Na quinta e decisiva etapa, pouca coisa mudou e os dois times mostraram bom vôlei. Os Estados Unidos chegaram a deixar o Brasil à frente, depois de erros, mas não tardou para que o placar voltasse a ficar igual. No set point americano, Patch jogou a bola fora e deixou Evandro igualar. O Brasil não confirmou seu match point em saque de William, que viu Murilo buscar bola norte-americana que ia fora. Em desafio, o Brasil conseguiu match point. Com ace de Isac, a Seleção levou a melhor.

Finalizando a segunda semana de compromissos pela Liga das Nações, em Ancara, na Turquia, a Seleção Brasileira feminina de vôlei teve ótimo desempenho nesta quinta-feira e chegou à quinta vitória consecutiva no torneio. O adversário da vez foi a República Dominicana, que, sofrendo com a consistência e a variação de jogadas do time dirigido por Zé Roberto Guimarães, perdeu por 3 sets a 0, com parciais de 25/20, 25/10 e 25/13.

As dominicanas chegaram a equilibrar em alguns momentos, mas não conseguiram frear o volume de jogo das brasileiras, que cometeram pouquíssimos erros e tiveram amplo domínio da partida. Individualmente, o destaque ficou por conta de Adenízia, que teve uma grande atuação no meio de rede e nos bloqueios dos ataques das rivais.

Com o triunfo, o Brasil chega a 15 pontos ganhos na competição e permanece na vice-liderança, com um ponto a menos que os Estados Unidos, que venceram a Bélgica também nesta quinta-feira. A Seleção volta a atuar na próxima terça-feira (29), já em Apeldoorn, na Holanda, onde enfrenta a Coreia do Sul. A República Dominicana, com apenas cinco pontos ganhos, cai para 13ª posição da tabela.

Brasil acumula cinco vitórias e apenas uma derrota na Liga das Nações (Foto: William Lucas/CBV)
O Jogo

As dominicanas começaram bem no jogo e, logo de cara, abriram três pontos de frente. O Brasil não se abalou, empatou, virou e chegou a dois pontos de vantagem. Errando pouco e muito menos que as adversárias, as comandadas de Zé Roberto Guimarães conseguiram uma folga no placar pouco antes da reta final do primeiro set. Mantiveram o ritmo e fecharam a parcial em 25 a 20.

Principal arma ofensiva do Brasil, Tandara foi bem marcada no primeiro período. Porém, a equipe verde e amarela mostrou um repertório de ataque mais extenso que a República Dominicana, que, por sua vez, se mostrou dependente das ações de Martínez e Peña para colocar a bola no chão. Pelo meio de rede, Adenízia começou a se destacar, se tornando a maior pontuadora do Brasil na partida.

O segundo set começou bem equilibrado, com as dominicanas errando menos que no primeiro. No entanto, uma série de bloqueios de Adenízia colocou a Seleção Brasileira com ótima vantagem no marcador. Tandara também passou a aparecer bem e, na parada obrigatória, o placar marcava 16 a 6 para as brasucas. O ritmo seguiu intenso e a parcial foi fechada em 25 a 10.

O Brasil continuou não dando chance à República Dominicana no terceiro set. Com muita segurança e com as adversárias já mostrando certo desânimo, o time verde e amarelo abriu 16 a 7 na parada obrigatória. Mesmo com algumas substituições e a entrada de jogadoras que ainda não tinha atuado na partida, não sofreu riscos e fechou a última parcial em 25 a 13.

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Após as condições incertas desta manhã e da chuva prevista, as condições meteorológicas mantiveram-se estáveis em todos os treinos da Moto2, garantindo duas sessões secas. Isso permitiu com que os representantes da Forward Racing  melhorassem seus tempos pessoais durante os dois treinos do dia.

Eric Granado teve problemas de tráfego na pista, o  que determinou uma colocação mais baixa do que o esperado. Eric Granado parte da 24ª posição do grid, circuito onde não competia há três anos. As melhorias estão evoluindo, considerando a recuperação de mais de dois segundos entre ontem e hoje, em relação ao grupo de ponta. Há ainda uma grande margem de melhoria. A largada será amanhã (21) às 14:20 (hora de Brasília) com as 18 voltas no circuito texano e será transmitida ao vivo pelo Sportv2.

Eric Granado – P24 (2:12 ‘ 278)
“Estou muito feliz com o trabalho feito junto a minha equipe, fizemos bons progressos em relação ao FP3, e também baixei meu tempo em relação ao o pelotão de líderes. As mudanças feitas foram muito úteis. No início, o asfalto estava muito sujo e que me fez perder tempo. Minha primeira sessão não foi tão boa, mas trabalhei com minha equipe nos acertos da moto e quando voltei para pista reduzi meu tempo em 1 segundo e 6 décimo. Fazem três anos que não corro em Austin e eu tive que me acostumar com as trajetórias do circuito. Esta pista é muito técnica, longa e cheia de curvas. Agora só quero me concentrar o melhor possível para amanhã, e vou continuar a estudar o circuito e onde eu ainda posso melhorar.”.

Giovanni Cuzari – CEO Forward Racing
“Com certeza foi um dia desafiador aqui em Austin. O circuito é bem longo e cansativo. Eric melhorou a partir do FP3 e isso é um sinal de que o trabalho está indo no caminho certo. Estamos confiantes e muito concentrados no dia de amanhã que eu tenho certeza que vai dar aos nossos pilotos a possibilidade de recuperar espaço e melhorar cada vez mais.”.

Neste sábado, aconteceu a sessão classificatória que definiu a ordem de largada da abertura da rodada dupla da terceira etapa da atual temporada da Stock Car. Com mais um ótimo desempenho, Cacá Bueno largará na pole e é um dos favoritos para vencer a prova que acontecerá neste domingo. Já Rubens Barrichelo, o “Rubinho”, largará neste domingo na 10° posição na prova que acontecerá neste domingo no circuito Velopark em Nova Santa Rita (RS).

A segunda parte do treino atrasou cerca de 2 horas, devido a chuva que não diminuia e a pista que encontrava-se molhada o tempo todo. Mesmo assim, Barrichello concluiu esta etapa do treino, conseguindo manter a 10ª posição no grid de largada. “O saldo do dia não foi como esperávamos, isso posso dizer. Mas foi satisfatório diante de todos os imprevistos que aconteceram hoje. Fomos para a pista com um acerto, e com toda a chuva o carro muda muito, enfim, vamos pensar nas corridas de amanhã e nas estratégias que iremos escolher”.

Quem também se destacou foi Julio Campo, que largará na 6° colocação. O piloto do estado do Paraná e da Equipe Prati-Donaduzzi vem sendo um dos destaques do fim de semana na pista em que conquistou a pole em 2014 e foi duas vezes em terceiro na etapa de 2015. Por isso, a possibilidade de retornar ao pódio é real.

“Acho que temos tudo para chegar longe. Era um final de semana em que esperávamos partir entre os cinco primeiros, mas infelizmente a chuva atrapalhou bastante porque deixamos o carro acertado para o seco para o Q2, esperando que o tempo melhorasse em algum momento. Com isso, fiz o Q2 com as regulagens totalmente para a pista seca. Mesmo assim, conseguimos ter uma colocação muito boa para amanhã”, afirmou Campo após a sessão classificatória.

A primeira prova deste domingo está marcada para começar às 12h25, seguida da segunda corrida da rodada dupla da etapa gaúcha que tem bandeira verde marcada para às 13h35.

Confira os 10 primeiros do grid de largada:

1. 0 Cacá Bueno (Cimed Racing) – 1:02.888

2. 18 Allam Khodair (Blau Motorsport) – 1:03.386

3. 12 Lucas Foresti (Cimed Racing Team) – 1:03.405

4. 10 Ricardo Zonta (Shell V-Power) – 1:03.998

5. 51 Átila Abreu (Shell V-Power) – 1:04.155

6. 4 Julio Campos (Prati-Donaduzzi Racing) – 1:05.211

7. 110 Felipe Lapenna (Cavaleiro Contuflex) – 1:05.259

8. 5 Denis Navarro (Cavaleiro Sports) – 1:05.366

9. 55 Sergio Jimenez (Squadra G Force) – 1:05.563

10. 111 Rubens Barrichello (Full Time Sports) – 1:05.578

A Red Bull vem tendo bom desempenho na temporada da Fórmula 1, conseguindo uma vitória na última corrida, com Daniel Ricciardo e em terceiro no ranking de construtoras após três etapas. Mas para o próximo GP, disputado no Arzeibajão, dia 29, o motor Renault do carro preocupa Max Verstappen. Segundo o piloto, o déficit de potência nessa pista pode prejudicar a equipe.

“É um bom circuito, embora não seja ideal para o nosso carro. A reta é muito longa, o que significa que perderemos algum tempo valioso lá”, disse o alemão, que teme que as concorrentes Ferrari e Mercedes levem vantagem no GP.

“No ano passado, acho que conseguimos contornar nossos problemas muito bem e, portanto, fomos competitivos no dia da corrida. Mas ano passado foi um fim de semana muito infeliz para mim”, seguiu Verstappen, que teve que abandonar a corrida em 2017, estando na quarta colocação.

“Foi uma pena, porque o carro estava muito bom, mas encontrei muitos problemas que acabaram significando que perdi um pódio em potencial, talvez até uma vitória. Espero que neste ano eu possa compensar essa oportunidade perdida.”

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