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Dourados-MS,
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De olho na classificação para a segunda fase da Copa do Mundo, o Brasil enfrenta a Itália nesta terça-feira (18), no Stade du Hainaut, em Valenciennes. A partida, que está marcada para as 15h (MS) vale pela terceira rodada, que definirá os 16 classificados para as oitavas de final.

A partida é decisiva para a Seleção Feminina, que precisa de pelo menos um empate para se classificar. Na segunda posição, com três pontos, o Brasil pode terminar a fase de grupos até mesmo na primeira posição. Mas uma derrota pode encerrar precocemente a campanha brasileira em solo francês. Tudo depende da combinação de resultados. Adversária do dia, a Itália já está classificada, e entra em campo apenas para ver em que posição terminará a fase de grupos.

Para o jogo decisivo, o técnico Vadão terá apenas um desfalque. Punida com dois cartões amarelos em duas partidas, a meia Formiga está suspensa. O treinador confirmou durante a coletiva de imprensa que a vaga dela será ocupada por Andressinha, que fará sua estreia no Mundial.

Quem também está confirmada é Marta. No último jogo, a Rainha fez história mais uma vez. Ao balançar as redes da Austrália, na segunda rodada, se igualou ao alemão Miroslav Klose e se tornou a maior artilheira em Mundiais entre homens e mulheres, com 16 gols. Além disso, a camisa 10 ultrapassou mais um recorde e é a primeira a marcar gols em cinco edições da competição (2003, 2007, 2011, 2015 e 2019).

Acostumada a grandes jogos, a meia descartou a possibilidade de jogar pelo empate contra a Itália. Durante a coletiva desta segunda, a atacante disse que não existe a possibilidade de empate e considera duelo “de vida ou morte”.

"Precisamos vencer para nos classificarmos. Temos que ser competitivas, mas se criarmos chances, temos que finalizar as jogadas e colocar a bola no caminho certo". disse.

Quem também analisou o confronto desta terça-feira foi a atacante Beatriz Zaneratto. A Imperatriz revelou que o grupo já refletiu sobre a virada sofrida para a Austrália, por 3 a 2, e projetou o duelo pela vaga.

"Elas têm muita qualidade na posse de bola, não é um time de muita velocidade. Nesse ponto vai nos ajudar, pois nosso estilo é com a bola nos pés, criando as jogadas. Igualando isso, conseguindo jogar o nosso futebol, como conseguimos mesmo contra a Austrália, vai ser o diferencial contra a Itália. É “pra cima delas”. É tudo ou nada".

Duas partidas pelo Grupo A da Copa América marcam a segunda rodada da competição nesta terça-feira (18). A Bolívia enfrenta o Peru às 18h30, no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, e o Brasil e a Venezuela jogam às 21h30, na Fonte Nova, em Salvador. O Brasil é o líder do grupo por ter vencido a Bolívia por 3 a 0. Na primeira partida, Venezuela e Peru empataram em 0 a 0

Brasil e Venezuela

A seleção brasileira não treinou ontem (17) na Fonte Nova, como é praxe, com a finalidade de preservar o gramado que receberá a partida de logo mais às 21h30, entre o Brasil e a Venezuela. O Comitê Organizador Local (COL) decidiu transferir o último trabalho dos brasileiros para o Estádio Barradão.

A Venezuela também treinaria no mesmo local e teve o seu trabalho transferido para o Estádio do Pituaçu. A atividade estava marcada para começar às 18h, mas a chuva que atinge Salvador e o trânsito da cidade atrasaram em meia hora os preparativos.

Na partida entre a Argentina e Colômbia, no último sábado (15), as duas seleções saíram criticando muito as condições do gramado da Arena Fonte Nova. A Colômbia ganhou por 2 x 0.

Hoje, a Venezuela entrará em campo desfalcada do lateral-esquerdo Luis Mago, expulso no empate sem gols contra o Peru. Ronald Hernández será o substituto. A escalação da Venezuela é a seguinte: Faríñez; Rosales, Chancellor, Villanueva e Hernández; Junior Moreno, Rincón e Herrera; Savarino (Soteldo), Salomón Rondón e Murillo.

Tite fez mistério sobre a escalação do time que enfrentará a Venezuela e não deu pistas aos jornalistas sobre a equipe que começará jogando.

Na entrevista coletiva, o treinador evitou confirmar se Arthur vai ganhar a vaga de Fernandinho. O Brasil não quer dar chances ao adversário que,segundo a comissão técnica, tem muito mais condições de surpreender o Brasil do que a Bolívia.

Segundo Tite, o objetivo é não dar oportunidade ao adversário de saber quem vai começar jogando. “Vai ser Neres ou Cebolinha? Vai jogar Fernandinho ou muda a composição? Não quero facilitar o trabalho do adversário”, disse o treinador brasileiro.

Histórico

Ao todo, foram 13 partidas, oito vitórias do Brasil e cinco empates. Em especial, na Copa América, foram três empates e uma vitória.

Na história, os principais duelos ocorreram na Copa América de 1989, no Brasil. A Fonte Nova recebeu três jogos da seleção brasileira na primeira fase: dois empates sem gols com o Peru e a Colômbia e uma vitória por 3 a 1 sobre a Venezuela.

Nesse jogo, Bebeto, Geovani e Baltazar marcaram para o Brasil, enquanto Carlos Maldonado descontou para a Venezuela. A seleção brasileira sagrou-se campeã, acabando com o jejum de 40 anos.

Bolívia e Peru

Também hoje, às 18h30, as seleções da Bolívia e do Peru se enfrentam no Estádio do Maracanã. 

O treinador da Bolívia, Eduardo Villegas reclamou ontem (17) do atraso para chegar ao Estádio do Maracanã, no início da noite, para conhecer o gramado e as instalações do estádio, onde a equipe enfrenta o Peru. A seleção boliviana está hospedada em um hotel no Leme, na zona sul do Rio, e atrasou a chegada ao estádio em 20 minutos, devido ao trânsito na cidade, na hora do rush.

A seleção peruana chega para a partida depois de tropeçar e ficar no empate em 0x0 com a Venezuela na Arena do Grêmio, em Porto Alegre.

A equipe conta com nomes como Carrillo, Paolo Guerrero e Farfán e quer garantir os três pontos para não precisar de uma vitória na última rodada, quando terá de enfrentar a seleção brasileira na Arena Corinthians, em São Paulo.

Estudantes

A rede pública estadual de ensino recebeu 4 mil ingressos da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) para distribuir entre os estudantes. Eles poderão assistir a partida entre as seleções do Peru e da Bolívia.

Policiamento

As secretarias de Polícia Militar e Civil intensificaram a segurança durante a Copa América no Rio de Janeiro. No Maracanã, que terá cinco partidas da competição, o esquema de policiamento é diferenciado, com uma delegacia móvel para atender ocorrências do entorno em dias de jogos.

Há plantões de delegados, agentes com fluência em inglês e espanhol, e peritos legista e criminal. A unidade funciona em conjunto com o Juizado Especial do Torcedor e Grandes Eventos, de acordo com os horários das partidas.

A Coordenadoria de Recursos Especiais Core) tem equipes de prontidão no estádio, inclusive com agentes do Esquadrão Antibombas para verificação de artefatos explosivos, para o gerenciamento de crises e possíveis intervenções táticas. 

A fiscalização da queima de fogos de artifício no estádio está a cargo da Coordenadoria de Fiscalização de Armas e Explosivos (CFAE).

Um dos principais acessos ao Maracanã, os ramais ferroviários, ganham reforço do Grupamento de Policiamento Ferroviário, em especial a estação do bairro da arena esportiva. O Grupamento Aeromóvel faz o monitoramento aéreo no perímetro do estádio.

  • Uruguai encara a Copa América como a grande chance para tentar mais um título com a geração comandada por Cavani e Suárez. Com a dupla inspirada, a Celeste estreou com goleada tranquila por 4 a 0 sobre o Equador, neste domingo, num Mineirão vazio (pouco mais de 13 mil pagantes). Cada um dos estrelados atacantes marcou o seu, enquanto Lodeiro abriu o placar – Mina, contra, fez o quarto. Maior campeão da Copa América – 15 vezes – o Uruguai começa muito bem a busca por mais um troféu para a coleção.

    Melhores momentos de Uruguai 4 x 0 Equador pela Copa América 2019

    Melhores momentos de Uruguai 4 x 0 Equador pela Copa América 2019

  • Como fica?

    O Uruguai larga na liderança do Grupo C, com três pontos, contra zero do Equador. Japão e Chile se enfrentam nesta segunda-feira, em São Paulo, e completam a primeira rodada da chave – clique aqui e veja a tabela da Copa América.

  • Lodeiro joga; Arrascaeta não entra

    A dúvida na escalação do meio-campo do Uruguai se desfez ao longo da semana, com Lodeiro ganhando a vaga de Arrascaeta, do Flamengo. E o meia do Seattle Sounders (EUA) não decepcionou: um golaço no início, participações nos gols de Cavani e Suárez e até um corte feio no rosto, fruto da uma disputa com Quintero – que causou a expulsão do equatoriano. Arrascaeta, por sua vez, não entrou em campo e ainda teve de ouvir corneta conjunta de torcedores de Cruzeiro e Atlético.

  • Primeiro tempo

    Logo no início, ficou claro que o jogo seria de um time só. O golaço de Lodeiro, logo aos cinco minutos, fez o Uruguai mandar nas ações e deixar o Equador encolhido, acuado, apostando apenas em contra-ataques – e olha que esta é, normalmente, uma das características da seleção de Óscar Tabárez. Com bolas longas em busca de Cavani e Suárez, os uruguaios fizeram jogo bem tranquilo, ainda mais depois da expulsão polêmica de Quintero, na metade do primeiro tempo. A partir daí, só deu Uruguai. Cavani, num lindo voleio, e Suárez, no oportunismo, ampliaram o placar para 3 a 0. Domínguez, goleiro do Equador, ainda evitou outros dois golaços de Cavani: um de letra, e outro em chute bem colocado.

    Gol do Uruguai! Lodeiro e Godín tocam de cabeça, e Cavani emenda de voleio aos 32 do 1º tempo

    Gol do Uruguai! Lodeiro e Godín tocam de cabeça, e Cavani emenda de voleio aos 32 do 1º tempo

  • Segundo tempo

    Com o jogo definido, coube ao Uruguai controlar a posse de bola e tentar o gol em raras escapadas em velocidade no ataque. O Equador também não ofereceu resistência – nem a entrada de Romario Ibarra fez a equipe de Hernán Dario Gómez tentar alguma ação ofensiva. A partida só teve alguma emoção aos 33 minutos, quando Mina desviou contra as próprias redes um passe de Pereiro. O VAR confirmou o quarto gol do Uruguai após revisão.

    Gol do Uruguai! Pereiro toca para trás, e Mina faz gol contra aos 34 do 2º tempo

    Gol do Uruguai! Pereiro toca para trás, e Mina faz gol contra aos 34 do 2º tempo

  • VAR em ação

    Quintero foi expulso logo aos 23 minutos do primeiro tempo por acertar o braço no rosto de Lodeiro – o jogador uruguaio sangrou muito. Anderson Daronco deu amarelo ao equatoriano, mas, ao consultar o VAR, trocou a cor do cartão e aplicou o vermelho a Quintero, que deixou o gramado muito chateado. De acordo com Salvio Spínola, comentarista do Grupo Globo, a expulsão foi exagerada, por "não ter visto intenção" do jogador em atingir o adversário.

Investimentos do Governo do Estado nos Jogos Escolares da Juventude de Mato Grosso do Sul têm profissionalizado o esporte local. A participação de atletas cresceu nos últimos cinco anos, saindo de 86 equipes em 2015 para 219 neste ano. O evento, além de promover a integração de jovens de 15 a 17 anos e servir de base para competições nacionais, amplia o nível técnico dos participantes.

“O Jogos Escolares é nosso início. O sonho de cada um dos atletas que está aqui é se profissionalizar, querer jogar em um time grande e importante”, afirmou Rafael Barbosa da Silva, que joga basquetebol. “Eu joguei voleibol no campeonato por dois anos e venho seguindo carreira no esporte. Hoje estou nos Jogos Escolares como chefe da delegação de Sidrolândia”, expressou Vinicius Fonseca Duarte da Silva, 18.

Quando o governador Reinaldo Azambuja assumiu a gestão estadual em 2015, o objetivo da Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte), responsável pelas políticas públicas da área, era modernizar os eventos esportivos, explica a diretora-geral dos Jogos Escolares, professora Karina Luiz Pereira Quaini.

“Antes as pessoas dormiam nas escolas, em alojamentos. Nesse modelo antigo, o banheiro era conjunto. Agora, oferecemos estrutura de qualidade para atletas, técnicos e professores. Todos dormem em hotéis, tomam um bom café da manhã, fazem as demais refeições no Centro de Convivência. Isso tudo contribui para o bom desempenho da competição”, disse a diretora-geral.

Na competição deste ano, equipes de 55 municípios disputam os melhores resultados nas modalidades de futsal, basquetebol, handebol e voleibol. Ao todo, 2,2 mil pessoas estão envolvidas no torneio. “Temos a participação de praticamente 70% dos municípios do Estado. Agora que conseguimos melhorar a qualidade do evento nossa expectativa é aumentar o nível técnico dos atletas, oferecendo capacitação para os professores, programa de treinamento para os alunos, apoio pedagógico”, afirmou Karina.

O Jogos Escolares da Juventude de MS é classificatório para a Copa dos Campeões. Os três primeiros times colocados da 1ª divisão e o primeiro da 2ª divisão avançam para competir a Copa em Mato Grosso do Sul. Depois, os vencedores dessa segunda etapa vão representar o Estado nas competições nacionais.

“A cada ano, novos participantes se inscrevem para os Jogos Escolares, tornando o evento em um dos mais emblemáticos do Estado. Com investimentos no esporte, trabalhamos na construção de uma nova geração em Mato Grosso do Sul, com dignidade e com a garantia da cidadania”, comentou o governador Reinaldo Azambuja.

Paulistano é a quarta equipe diferente a levantar o troféu de campeão do NBB. Fotojump/LNB

Basquete

O Paulistano/Corpore é o grande campeão do NBB 2017/2018. Neste sábado (02), em pleno Ginásio Hugo Ramos, em Mogi das Cruzes, a equipe da capital paulista venceu o Jogo 4 das Finais contra o Mogi das Cruzes/Helbor, por 82 a 76, e fechou a série em 3 a 1.

Pela terceira vez nas Finais, o Paulistano conquistou seu primeiro título do NBB. A equipe é a quarta diferente a se sagrar campeã do maior campeonato de basquete do país – Flamengo tem cinco troféus, Brasília três e Bauru um.

Nenhum jogador do Paulistano tinha o título do NBB no currículo e sete deles fizeram parte do vice-campeonato na temporada passada. Para o técnico Gustavo De Conti, a conquista é a primeira de âmbito nacional em sua carreira.

"O sentimento é de felicidade e de agradecimento ao clube Paulistano por tudo que nos proporciona.Todos os times merecem ser campeões,m mas fomos muito regulares durante toda a temporada, com direito a vitórias com grandes diferenças no placar e também com um certo nível de dominância", exaltou De Conti.

A dupla Yago e Lucas Dias combinou para 41 pontos - 24 dos 28 da equipe no segundo tempo - e comandou a vitória alvirrubra neste sábado. O armador foi o cestinha da equipe, com 21 (7/10 nos arremessos de quadra), sendo nove no terceiro quarto. Já Lucas marcou 20 pontos, nove no último período, e ainda contribuiu com cinco rebotes.

“Eu sempre jogo com muita confiança e hoje não foi diferente. Sempre que o Gustavo me coloca em quadra eu busco ajudar o time com meu basquete. Hoje eu consegui converter bolas importantes e ajudar o Paulistano a vencer o jogo e conquistar esse título histórico”, disse Yago.

 “Estou feliz demais por ter buscado uma coisa que queria sempre. Sempre vi grandes jogadores, como Marcelinho, chegando em Finais e sendo campeão. Esse título é muito importante para a carreira de um jogador. Ano passado tivemos um momento muito difícil, ainda mais para mim, que me machuquei. Isso ficou marcado para todos. Nos preparamos e trabalhamos a temporada inteira para chegar nesse momento. Agora o sentimento é de alegria”, analisou Lucas Dias.

Autor de 13 pontos e sete rebotes neste sábado, o pivô Guilherme Hubner foi eleito o MVP das Finais. Com grandes atuações, o jogador fechou a série como jogador mais eficiente do Paulistano (13,5 por jogo), com sólidas médias de 11,7 pontos e 6,2 rebotes por partida.

"Eu estava focado em jogar basquete. Não queria ser o MVP, mas sim ajudar meu time e fazer meu trabalho em quadra. O Gustavo determinou algumas funções específicas para mim na série e estava focado em executar tudo o que ele pediu", disse Hubner.

O jogo que definiu o campeão teve dois tempos completamente distintos. Na primeira metade, as duas equipes tiveram grande aproveitamento ofensivo e o placar foi de 54 a 47. Já nos 20 minutos finais, o nervosismo entrou em quadra e a produção dos times caiu praticamente pela metade (29 a 28 para o Mogi).

No início do último quarto, a diferença a favor do Paulistano chegou a 12 pontos (70 a 58). Mas Mogi não se entregou e, no embalo de Jimmy e Larry, chegou a baixar o prejuízo para apenas quatro pontos (74 a 70). Depois disso, a tensão tomou conta da partida e o placar ficou quase dois minutos sem ser alterado (78 a 75). Foi então que Deryk converteu arremesso fundamental e praticamente selou o título dos alvirrubros.

Do lado mogiano, o grande destaque ficou por conta do ala Jimmy. Cestinha do jogo, com 28 pontos, o camisa 18 teve atuação espetacular e cravou seu novo recorde pessoal no NBB CAIXA, com direito a 63,1% de aproveitamento nos arremessos de quadra (12 acertos em 19 tentativas). Além disso, ainda apanhou nove rebotes e totalizou 30 de eficiência.

"Estamos muito frustrados por termos perdido em casa, mas muito honrados por conseguirmos chegar ao segundo lugar do NBB, que é muito difícil. O Paulistano teve todo o mérito de sair com o título. Foi a terceira vez que eles chegaram à final e essa foi a nossa primeira. Queríamos o topo, claro, mas infelizmente não conseguimos. Nunca faltou entrega e nem dedicação para a nossa equipe. Saímos orgulhosos", disse o comandante mogiano Guerrinha.


Confira todos os resultados das partidas das Finais do NBB CAIXA:

Jogo 1 – Mogi 82 x 99 Paulistano

Jogo 2 – Paulistano 70 x 84 Mogi

Jogo 3 – Paulistano 88 x 84 Mogi

Jogo 4 – Mogi 76 x 82 Paulistano

 

 

Portal morada

As donas da casa assumiram a liderança apenas nos minutos finais do embate (Foto: LBF)

Basquete

No terceiro jogo da final entre Vera Cruz Campinas e Sampaio Basquete, quem levou a melhor, neste domingo, e garantiu a liderança na série melhor de cinco foi a equipe da casa, no embate disputado no ginásio do Castelinho, em São Luís (MA). Com o marcador em 55 a 50, a vantagem foi conquistada e a equipe do Maranhão está a uma vitória de faturar o título da Liga Feminina de Basquete, que tem a TV Gazeta como emissora oficial.

A partida foi decida apenas nos minutos finais, já que o placar estava muito equilibrado no final do último quarto. Depois de uma primeira parcial equilibrada, as donas da casa somaram vantagem de oitos pontos na segunda etapa, mas não souberam administrar o bom desempenho no terceiro estágio, quando o Campinas levou a melhor e converteu pontos importantes.

Na última parcial, o grupo paulista quase não apareceu em quadra e marcou apenas três pontos contra 12 das rivais. Com os números e boa bola de Tati, o Sampaio conseguiu virar o placar, para levantar o público presente no ginásio maranhense.

Com um belo trabalho coletivo, o Sampaio também viu números fundamentais de Briahanna Jackson. Cestinha do embate, a norte-americana foi dona de 16 pontos e nove rebotes. Quem também mostrou bom basquete foi Ariadna, que liderou as visitantes na caça às adversárias. Com cinco faltas, faltando cinco segundos para o fim do embate, ela foi excluída da partida. A cubana conquistou 11 pontos e ainda contou com 17 rebotes de Babi.

Agora, o Sampaio precisa garantir uma vitória no próximo compromisso das equipes, marcado para a próxima terça-feira, às 19 horas, no mesmo Castelinho, para faturar o título. Caso as donas da casa percam, o jogo cinco acontece em 3 de junho, em Campinas (SP).

Nem parecia que Novak Djokovic tinha ficado seis meses ausente no fim da última temporada e passou por uma cirurgia no cotovelo ainda este ano. Neste domingo, na decisão de Wimbledon, o sérvio lembrou aquele mesmo jogador que dominou o circuito do tênis e foi número 1 do mundo. Com extrema autoridade, bateu Kevin Anderson (8º do ranking) por 3 sets a 0, parciais de 6/2, 6/2, 7/6 (3), em 2h19, para conquistar o seu quarto título na grama sagrada de Londres.

- Eu preciso acreditar em mim mesmo. Sou muito agredecido à minha equipe, a todos que me deram apoio nesses últimos anos. Eu tive a cirurgia, passei seis meses fora do circuito, enfrentei uma lesão séria pela primeira vez na carreira. Eu não sabia o que esperar, foram muitos momentos de dúvida se eu conseguiria voltar a ter o mesmo nível para competir. Essa foi minha primeira semifinal de Grand Slam nos últimos dois anos e não há lugar melhor no mundo para realizar um retorno. É um lugar sagrado do tênis e sempre sonhei em segurar esse troféu, desde criança, quando comecei a jogar tênis. É muito especial - afirmou Djokovic após o jogo.

 

Foram mais de dois anos desde que Djokovic tinha chegado na sua última final de Grand Slam - em Roland Garros, em 2016. De lá para cá, o sérvio teve uma queda de desempenho, sofreu com lesões, mas parece estar pronto para brigar pelas primeiras posições do ranking. Com o título desde domingo, ele agora soma 13 conquistas em Grand Slams e se coloca apenas atrás Roger Federer (20), Rafael Nadal (17) e Pete Sampras (14) entre os maiores vencedores de torneios deste nível.

A vitória ainda rende a Djokovic uma volta ao top 10 da ATP a partir da próxima segunda-feira. Sem pontos a defender até o fim da temporada, a tendência é que avance ainda mais rumo ao topo nos próximos meses. Para Kevin Anderson, que chegou à sua segunda final de Grand Slam - também disputou o US Open de 2017 - valeu a subida para o 5º lugar no ranking, a melhor posição de sua carreira aos 32 anos. 

Novak Djokovic e Kevin Anderson na premiação (Foto: REUTERS/Tony O'Brien)
Novak Djokovic e Kevin Anderson na premiação (Foto: REUTERS/Tony O'Brien)

O jogo

Quem esperava um primeiro set longo, com Kevin Anderson dando trabalho com seu poderoso saque, viu Djokovic mudar o cenário no primeiro game. Com devoluções firmes e contando com uma dupla falta do sul-africano, quebrou o saque e abriu rapidamente 2/0. O sérvio manteve o ritmo forte, dando poucas chances para o rival e, desta forma, conseguiu um novo break acelerando firme no fundo da quadra no quinto game. Djokovic seguiu confirmando seus saques sem dar espaços e fechou em 6/2.

Sentindo os efeitos de um total de quase 11h jogadas nos últimos dois jogos, Anderson já parecia exausto ao fim do primeiro set e pediu atendimento do fisioterapeuta. Djokovic, firme, devolveu bem demais no game inaugural mais uma vez e abriu com quebra. O sul-africano sofria para conseguir confirmar seus serviços, enquanto o sérvio seguia atuando solto, variando bem os golpes e balançando o rival. Com mais uma quebra, Djokovic abriu 5/1 com autoridade. Anderson ainda chegou a ameaçar, teve seu primeiro break point, mas novamente o ex-número 1 foi firme para se salvar e confirmar o game, fazendo um novo 6/2.

 
Kevin Anderson recebe atendimento durante a final de Wimbledon (Foto:  REUTERS/Andrew Couldridge)
Kevin Anderson recebe atendimento durante a final de Wimbledon (Foto: REUTERS/Andrew Couldridge) 

No terceiro set, Anderson voltou bem melhor. Já parecendo mais adaptado às condições de jogo, começou a encaixar melhor seu saque e ganhou confiança ao abrir a disputa confirmando o serviço - diferente das parciais anteriores. Além disso, passou a sustentar melhor as trocas no fundo da quadra e a ameaçar o saque de Djokovic, como foi no oitavo game, quando chegou a ter o break point, mas o sérvio foi firme para manter e fazer 4/4.

Anderson confirmou mais uma vez e forçou Djokovic, que ficou em apuros em três duplas faltas no game, mas conseguiu se livrar de dois set points. No 6/5, mais uma vez, o sérvio se complicou e precisou salvar outros três set points, num momento bastante favorável para o sul-africano. A decisão ficou para o tie-break. E, ao que parece, ter se salvado dos break points elevou a moral de Djokovic. O sérvio foi firme nas devoluções e abriu dois mini breaks, sempre aproveitando seus saques. Rapidamente, ele abriu 5-1. Um erro não forçado de Djokovic parecia que daria uma sobrevida a Anderson, mas ele ganhou mais um ponto nas trocas com o rival e, com 6-3, sacou bem demais para garantir o título. 

Novak Djokovic comemora o título de Wimbledon 2018 (Foto: REUTERS/Andrew Couldridge)
Novak Djokovic comemora o título de Wimbledon 2018 (Foto: REUTERS/Andrew Couldridge)

 

 

Globo Esporte

Federer festeja o 98º troféu na carreira | AFP

Tênis

Roger Federer celebrou a volta ao topo do ranking com mais um troféu, o 98º da carreira, o 18º na grama. Na final do ATP 250 de Stuttgart, neste domingo, o suíço bateu o canadense Milos Raonic, por 6//4 e 7/6 (7/3).

- Estou feliz, penso que fiz uma boa final. Acho que fui muito bem em todo o torneio, após não ter jogado por um tempo. Foi um grande retorno para mim - festejou o primeiro suíço a vencer o torneio. Federer não jogava desde o Masters 1000 de Miami, em março, quando caiu na estreia. Desde então, optou por não jogar a temporada de saibro, como fizera nos últimos anos.

- Talvez eu tenha jogado melhor nos  pontos mais importantes. É claro que estou feliz por, finalmente, vencer em Stuttgart - acrescentou o número 1 do mundo.

O recordista de títulos de Grand Slam (20), aos 36 anos, garantira o retorno ao topo na véspera, quando superou o australiano Nick Kyrgios nas semifinais. Nas próximas semanas, no entanto, o suíço, eliminado na estreia ano passado em Stuttgart, não terá mais como somar pontos, já que defenderá os títulos no ATP 500 de Halle, também na Alemanha, e em Wimbledon.

No próximo torneio alemão, o suíço já sabe até quem enfrentará na estreia: o esloveno Aljas Bedene.

Se treino é treino e jogo é jogo, uma coisa é derrotar Nadal em qualquer outro torneio no saibro. Outra, bem diferente, é superá-lo em seu torneio preferido. Quem reaprendeu esta lição foi Dominic Thiem. Único a derrotar o espanhol em seu piso preferido na temporada atual e em 2017,  o austríaco até que lutou bastante neste domingo. Mas, pela terceira vez na carreira, foi superado pelo rival em Roland Garros. A vitória, por 6/4, 6/3 e 6/2, rendeu ao líder do ranking, que chegou a pedir atendimento médico no set final, seu 11º troféu no torneio parisiense e o 17º Grand Slam.

- É mais que um sonho ganhar Roland Garros pela 11 vez - disse, logo após a partida, o multicampeão que soma 86 vitórias e apenas duas derrotas no torneio. Os únicos que conseguiram derrotá-lo em seu torneio predileto foram o sueco Robin Soderling, em 2009, e o sérvio Novak Djokovic, há três anos. 

 Mês passado, o austríaco, de 24 anos e oitavo do mundo, vencera o Rei do Saibro nas quartas de final do Masters 1000 de Madri. Um ano antes, a vitória foi na mesma fase, só que no Masters 1000 de Roma. Na capital francesa, os dois haviam se enfrentado na segunda rodada de 2014 e nas semis da temporada passada, todas vencidas pelo espanhol. 

 Único jogador a vencer tantas vezes o mesmo Grand Slam, o espanhol erguera o troféu em Paris em 2005, 2006, 2007, 2008, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014 e 2017. Seus outros Majors foram no Aberto da Austrália (2009), Wimbledon (2008 e 2010) e US Open (2010, 2013 e 2017).

Com o rival visivelmente nervoso com sua primeira final de Slam, logo no segundo game, Nadal conquistou a quebra. Mas Thiem logo se recuperou, devolvendo a quebra em seguida, quando o espanhol servia em 2/0. O líder do ranking ainda teve chance de voltar a melhor no saque do oponente no quarto game, mas o número oito do mundo. No sexto game, que durou mais de 12 minutos, o oitavo do mundo salvou dois breaks. O austríaco vinha lutando bastante, até que, no último game, cometeu erros bobos, foi quebrado, e o espanhol levou a primeira parcial. 

 Após o deslize no final do primiero set, Thiem chegou a salvou três breaks no segundo game da série seguinte, mas acabou quebrado. Em seguida, o número 1 do mundo sacou para abrir 3/0. Depois, fez 4/1. No equilibradíssimo sétimo game, com o espanhol sacando em 4/2, o oponente até teve um break, mas Nadal salvou. Dois games depois, entretanto, sem sustos, o líder do ranking sacou e fechou nova parcial. 

 Heróico, Thiem salvou nada menos que quatro breaks na abertura do terceiro set. Porém, dois games depois, o inevitável aconteceu, e o Touro Miúra voltou a levar a melhor no serviço do rival. Sacando em 2/1, Nadal causou apreensão ao pedir atendimento médico, durante o game, para um problema na mão esquerda. O multicampeão voltou a pedir atendimento, mas ainda assim, na quinta chance que teve, fechou o jogo, fazendo ainda mais história no saibro parisiense.

Thiem observa a bola na derrota para Nadal

 

O Globo

Em sua estreia na temporada, a seleção brasileira masculina de vôlei sofreu na noite desta quarta-feira, mas derrotou o Canadá por 3 sets a 2, com parciais de 22/25, 25/17, 21/25, 25/20 e 15/10. O amistoso disputado no ginásio do Taquaral, em Campinas, foi o primeiro teste da equipe Renan Dal Zotto neste ano.

As duas seleções voltam a se enfrentar na noite de sexta-feira, novamente em Brasília, encerrando esta série de dois amistosos de preparação para a Liga das Nações. Os brasileiros vão estrear na competição que substituiu a Liga Mundial no ano passado, no dia 31 deste mês.

Para este segundo duelo, Renan já tem uma preocupação. O levantador Fernando Cachopa sentiu uma lesão no ombro esquerdo no final do quarto set e foi substituído. Ele será reavaliado nesta quinta-feira.

“Não preocupa, fiquei com medo na hora, mas fiz uma avaliação com fisioterapeuta e médico. Me deram um remédio e vamos ver como vai acordar amanhã, mas acho que não vai ser nada preocupante”, disse o jogador, reserva do levantador Bruninho, em entrevista ao canal Sportv. O titular só deve se apresentar para o início da Liga das Nações.

Buscando ritmo de jogo, a seleção brasileira oscilou ao longo dos cinco sets da partida e demonstrou certa falta de entrosamento em seu primeiro desafio numa temporada que deve ser pesada para jogadores e comissão técnica, em razão da Copa do Mundo, do Pré-Olímpico e também dos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru.

Por isso, o ponteiro Wallace fez avaliação positiva deste primeiro jogo da equipe no ano. “Às vezes achamos que o Canadá não tem expressão, mas é um time chato de jogar. Sabíamos que daria trabalho. Ainda estamos nos entrosando. Mas foi um bom passo. Ganhar é sempre bom. E o caminho é longo ainda”, disse Wallace.

Na Liga das Nações, o ponteiro terá um forte concorrente na briga por um lugar entre os titulares. O cubano naturalizado brasileiro Leal joga na mesma posição e foi incluído nesta convocação, a primeira de um estrangeiro na história da seleção.

Apesar da concorrência, Wallace garantiu que o reforço será bem recebido pela equipe. “Vai ser um bom teste, ver se ele consegue se adaptar aos treinamentos e ao time, mas ele vai ser bem recebido. O trabalho que ele mostrar nos treinos é que vai fazer ele jogar ou não”, disse o ponteiro, antes de brincar com o novato na seleção. “Vai ter bastante roupa para ele lavar. Mas é isso que a gente faz com os novatos.”

Uma veterana de 25 anos. É o status atual de Gabi na seleção brasileira feminina de vôlei. Referência do renovado time do técnico José Roberto Guimarães, a ponteira do Minas assumiu a braçadeira de capitã e comandou a boa vitória sobre a China, em Brasília, pela rodada de abertura da Liga das Nações 2019: 3 sets a 0, parciais de 25/15, 25/21 e 25/21.

Foram 20 pontos de Gabi, que chamou a responsabilidade nos momentos mais cruciais e terminou como o principal nome do jogo. Paula Borgo (16) e Mara (12) também foram bastante acionadas pela levantadora Macris e ajudaram a conduzir a grande produção ofensiva do time.

A seleção brasileira volta a jogar nesta quarta-feira, quando encara a República Dominicana, às 20h (de Brasília). A participação na etapa do Distrito Federal termina na quinta-feira, contra a Rússia, no mesmo horário.

A capitã Gabi

Aniversariante da semana, Gabi ganhou de presente a faixa de capitã do técnico Zé Roberto. Estreando no posto, a ponteira, que completou 25 anos no domingo, não sentiu a pressão. Foi a bola de segurança de Macris e o principal pesadelo da defesa chinesa.

A craque do Minas desponta como referência na importante temporada que a seleção brasileira tem pela frente. Além da Liga das Nações, o time disputa nos próximos cinco meses os Jogos Pan-Americanos de Lima (agosto), a Copa do Mundo do Japão (setembro) e a principal competição do ano: o pré-olímpico para os Jogos de Tóquio 2020, marcado para o início de agosto, em Belo Horizonte.

Noite de estreia

Diferentes fatores como calendário, contusões e pedido de dispensa de algumas veteranas fizeram o técnico José Roberto Guimarães ter que acelerar o processo de renovação do elenco. Oportunidade para testar algumas jovens promissoras como Júlia Bergmann, que fez a estreia pela seleção brasileira principal.

A ponteira de 18 anos entrou logo no primeiro set, mas foi na última parcial que teve mais tempo em quadra e foi acionada algumas vezes pelas levantadoras Macris e Roberta.

- Fiquei um pouco nervosa no começo, mas as meninas me ajudaram muito. Dei o meu melhor e quero jogar. Ele (Zé Roberto) já tinha conversado com a gente, disse para dar o meu máximo. Fiquei sempre olhando para ele para ver se me chamava. Então, foi bem legal - disse Júlia.

Torcida da Holanda fez a festa em confronto com o Brasil — Foto: FIVB

Vôlei

Esqueça que o Brasil venceu fácil a Holanda em três amistosos de preparação. Que chegou ao confronto deste sábado com duas vitórias no Mundial masculino, com moral por bater a poderosa França. Desta vez, a seleção foi envolvida por um surpreendente e inspirado adversário, que anulou o passe e neutralizou o ataque brasileiro. De virada, por 3 sets a 1, com parciais de 21/25, 25/20, 25/20 e 25/21 o time de Guido Vermeulen fez o jogo da vida na Arena de Ruse e derrubou a invencibilidade dos atuais campeões olímpicos na competição - quebrando ainda uma escrita de 52 anos sem vencer o Brasil em Mundiais.

A seleçao de Renan Dal Zotto só volta a jogar na segunda-feira, contra o Canadá, único time ainda invicto no Grupo B. A Holanda encara a França às 14h30 (horário de Brasília) deste domingo, em partida com transmissão ao vivo do SporTV2. 

Holanda surpreendeu o Brasil neste sábado — Foto: FIVB
Holanda surpreendeu o Brasil neste sábado — Foto: FIVB

O Brasil começou com a formaçao titular da estreia contra o Egito, com Kadu de volta ao time no lugar de Lipe. A Holanda, por outro lado, só manteve um titular, além do líbero, em relação ao grupo que venceu a China na véspera. A alteração mais surpreendente foi a saída de Nimir Abdel-Aziz, capitão e maior pontuador do time até então.

As modificações de Guido Vermeulen se mostraram muito interessantes, mas não ameaçaram a dianteira do Brasil no primeiro set. Apostando tudo no saque, os europeus pecaram no fundamento no início e deixaram o Brasil abrir três pontos de vantagem com as jogadas pelo meio. A margem até caiu para um ponto em bloqueio de Ter Horst sobre Wallace, mas duas boas viradas de Douglas alargaram a margem para quatro (14 a 10). A diferença se manteve, e em saque para fora de Nimir, que entrou no meio da parcial, a seleção saiu na frente: 25/21. 

Holanda conseguiu quebrar o passe e neutralizar o ataque brasileiro — Foto: FIVB
Holanda conseguiu quebrar o passe e neutralizar o ataque brasileiro — Foto: FIVB 

Na segunda parcial, a história foi diferente. Sem desperdiçar tantos pontos no saque, a Holanda teve Ter Horst e Van Garderen como destaques e chegou à frente na primeira parade técnica. Com a queda de rendimento do passe brasileiro, o bloqueio europeu se sobressaiu e alargou a margem para quatro pontos (11 a 7). Renan lançou Lucas Loh na vaga de Kadu, mas a alteração não neutralizou a situação. A diferença chegou a seis pontos (15 a 9), e Renan arriscou mais. Testou Maurício Souza, Evandro e Willian. Não foi o suficiente para evitar o empate: 25/20.

Embalada pelo set espetacular, a Holanda brilhou no saque e abriu 4 a 1, forçando Renan a pedir logo no início da terceira parcial. A diferença caiu para um ponto, mas novamente foi a três no primeiro tempo técnico. Lipe entrou na vaga de Lucas Loh, e o moral do time mudou. A virada foi construída em excelente passagem de Lucão pelo saque e selada em bloqueio de Maurício (12 a 11).

O ótimo serviço de Ter Maat fez a liderança trocar de lado na segunda parada técnica (16 a 13). Com William e Evandro em quadra, o Brasil fez três pontos em sequência e buscou o empate. Mas novamente desperdiçou a chance. A Holanda seguiu implacável, levantou a torcida e virou com bola de xeque de Ter Horst: 25/20. 

Torcida da Holanda fez a festa em confronto com o Brasil  — Foto: FIVB
Torcida da Holanda fez a festa em confronto com o Brasil — Foto: FIVB 

O Brasil conseguiu manter o placar parelho no início do quarto set, mas era evidente a diferença do moral dos dois times. O brasileiro, cabisbaixo, chegou atrás na primeira parade técnica. Evandro entrou na vaga de Wallace, que deixou a quadra muito irritado com o próprio desempenho. Em ace de Lucão, o Brasil chegou ao empate em 11 pontos. A alegria mais uma vez durou pouco. A Holanda seguiu anulando a linha de passe do Brasil e se agigantou no bloqueio (16 a 13).

Renan parou o jogo, colocou William, e uma reação se desenhou. O 19 a 15 virou 19 a 18 após bloqueios de Lucão e Lucas Loh. Com o central no saque, Evandro achou o empate no bloqueio (21 a 21). Mas tudo seguia dando certo do lado holandês. Ter Maat foi fumilnante no saque, e um ataque de Lipe para fora selou a vitória da Holanda: 25 a 21 e uma festa que parecia de título.

 

Globo Esporte

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O austríaco Niki Lauda, tricampeão de Fórmula 1, morreu nesta segunda-feira (20) aos 70 anos, informou na noite de hoje sua família em um comunicado divulgado pelos meios de comunicação britânicos.

Lauda travou grandes duelos e manteve uma grande rivalidade nas pistas com o piloto britânico James Hunt, retratado no filme “Rush”, dirigido por Ron Howord e lançado em 2013. No ano passado, ele concordou em vender o controle de sua companhia aérea Laudamotion para a Ryanair e era acionista da equipe Mercedes de Formula 1.

Valtteri Bottas venceu o Grande Prêmio do Azerbaijão deste domingo, enquanto a Mercedes conseguiu a marca histórica de quatro dobradinhas consecutivas no início de uma temporada de Fórmula 1. A equipe ultrapassou a Williams, que era recordista da com três dobradinhas consecutivas em no começo de 1992.

Vettel foi o primeiro dos líderes a mudar do pneu macio para o médio na volta 13. Nas três seguintes, Bottas, Hamilton e Max Verstappen fizeram suas trocas, enquanto Charles Leclerc assumiu a liderança da corrida permanecendo na pista com os pneus médios.

Após seu incidente durante a qualificação, Leclerc largou com os médios e só parou para colocar os macios na volta 35. Antes da parada, Bottas, Hamilton e Vettel ultrapassaram o monegasco, que acabou na quinta posição — e somou mais um ponto pela volta mais rápida da corrida.

Max Verstappen cruzou a linha na quarta posição, enquanto seu companheiro de Red Bull, Pierre Gasly, abandonou a corrida na sexta posição quando parou com problemas em seu motor Honda na volta 40. Sergio Perez então foi promovido para a P6 — seu melhor resultado desde o GP da Bélgica na última temporada.

Confira o resultado final do Grande Prêmio do Azerbaijão, quarta etapa da temporada 2019 da F1:

1) Valtteri Bottas (Mercedes)
2) Lewis Hamilton (Mercedes)
3) Sebastian Vettel (Ferrari)
4) Max Verstappen (Red Bull/Honda)
5) Charles Leclerc (Ferrari)
6) Sergio Pérez (Racing Point/Mercedes)
7) Carlos Sainz Jr. (McLaren/Renault)
8) Lando Norris (McLaren/Renault)
9) Lance Stroll (Racing Point/Mercedes)
10) Kimi Räikkönen (Alfa Romeo/Ferrari)
11) Alexander Albon (Toro Rosso/Honda)
12) A.Giovinazzi (Alfa Romeo/Ferrari)
13) Kevin Magnussen (Haas/Ferrari)
14) Nico Hülkenberg (Renault)
15) George Russell (Williams/Mercedes)
16) Robert Kubica (Williams/Mercedes)
17) Romain Grosjean (Haas/Ferrari)
18) Pierre Gasly (Red Bull/Honda)
19) Daniil Kvyat (Toro Rosso/Honda)
20) Daniel Ricciardo (Renault)

No milésimo grande prêmio da história da Fórmula 1, quem levou a melhor foi o atual campeão da categoria, o piloto Lewis Hamilton (Mercedes) superou os rivais e venceu o GP da China nesta madrugada, e ainda assumiu a liderança do campeonato, chegando a 68 pontos, sete a mais que seu colega de equipe, Valteri Bottas (Mercedes).

Foi a primeira vez no ano que Hamilton assumiu a ponta do torneio, ele mostrou muita habilidade desde o início da prova, ao fazer uma largada perfeita, passando justamente seu colega de equipe, que tinha largado na pole position. Esta foi a 75° quinta do piloto, que agora fica a 16 de igualar o recorde do heptacampeão, Michael Schumacher.

Completando o pódio da prova, ficou Sebastian Vettel (Ferrari), que faturou a terceira colocação, em uma semana, em que nos bastidores surgiu a informação que a direção da Ferrari o havia cobrado por seguidos erros nas primeiras provas do ano, que teriam atrapalhado a pontuação da equipe.

No GP da China novamente houve uma polêmica com a equipe, já que na 11° volta houve uma ordem da Ferrari para que o piloto Charles Leclerc cedesse a terceira colocação da prova para Vettel, em um cenário que lembra outras decisões da história, como quando pediram para Barrichello abrir para Schumacher, assim como quando preteriram Felipe Massa, em favor de Fernando Alonso.

Lecler ficou apenas na quarta colocação, seguido por Pierre Gasly (RBR), Daniel Ricciardo (Renault), Sergio Pérez (Racing Point), Kimi Raikkonen (Alfa Romeo) e Alexander Albon (STR). Ao final da corrida, Hamilton comemorou o fato da corrida histórica terminar com a dobradinha dos carros da Mercedes.

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