Dourados-MS,

As férias coletivas dos 20 times da Série A do Campeonato Brasileiro começaram na última quarta-feira e várias equipes vão utilizar o período para negociar com os elencos possíveis reduções salariais para a paralisação do calendário do futebol causada pela pandemia do novo coronavírus. Da elite do futebol nacional, três clubes definiram que não haverá nenhuma diminuição nos vencimentos (Coritiba, Flamengo e Red Bull Bragantino) e outros quatro já acordaram com os jogadores algum tipo de desconto (Atlético-MG, Ceará, Fortaleza e Grêmio).

O período de férias coletivas de 20 dias foi um acordo nacional estabelecido na semana passada entre a Comissão Nacional de Clubes (CNC) e a Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol (Fenapaf). As duas entidades deixaram de lado as tentativas de se definir uma redução salarial única para todo os jogadores do futebol brasileiro e deixaram a cargo das equipes cuidarem individualmente dessa questão.

A discussão teve início após a pandemia forçar a suspensão do calendário de competições. Os clubes alegam que terão grandes prejuízos nesse período pela falta de receitas com bilheteria, cotas de televisão, programas de sócio-torcedor e contratos com patrocinadores. As diretorias têm buscado acordos para adiar as parcelas de pagamento de dívidas e contam com alguns auxílios também. A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), por exemplo, permitiu que os participantes da Copa Libertadores e da Copa Sul-Americana recebessem antecipadamente até 60% do prêmio de participação.

Apesar de 13 clubes ainda não terem uma decisão final sobre a redução salarial, vários deles estão com definições encaminhadas O Palmeiras quer manter os salários, mas antes fará um estudo de viabilidade econômica. O Botafogo e Santos já sinalizaram que não pretendem fazer reduções. Por outro lado, times como Bahia, Internacional, São Paulo e Sport vão manter conversas com os jogadores nas férias para tentar diminuir as despesas da folha salarial.

O primeiro time a ter fechado o planejamento para o período de pandemia foi o Fortaleza. Os jogadores aceitaram ter uma redução de até 25% nos salários. "Quando surgiu o problema da pandemia, a gente tem uma preocupação com o clube de como sustentar e manter a estrutura", disse o presidente do clube, Marcelo Paz. A alteração nos vencimentos se estendeu também a gerentes e diretores executivos.

O Grêmio propôs uma alteração diferente. Os vencimentos mensais previstos na carteira de trabalho estarão mantidos. A mudança será no pagamento de direitos de imagem, que estarão suspensos durante a paralisação. Os valores pendentes serão pagos em 2021. "O clube reajustou seu quadro de pessoal, fez serviços a domicílio, trabalhou a ideia de férias e organizou uma série de situações funcionais que são relevantes, junto com seus jogadores, com sua comissão técnica, com todos aqueles que prestam serviço", disse o presidente Romildo Bolzan.

Já o Atlético-MG terá uma redução ampla de salários para todo o quadro de funcionários. Só quem ganha até R$ 5 mil não terá alteração. Os demais sofrerão um corte de 25%. O presidente do clube, Sérgio Sette Câmara, adiantou ainda que deve fazer algumas demissões de funcionários para diminuir algumas despesas "Minha obrigação como mandatário do Atlético e gestor responsável que sou é tomar todas as medidas necessárias para a sobrevivência do clube, tendo em mente não prejudicar a grande maioria dos trabalhadores e colaboradores do clube", afirmou o dirigente em entrevista à rádio 98FM.

SALÁRIOS MANTIDOS - Além de Red Bull Bragantino e Flamengo, o Coritiba é outro clube a ter anunciado até agora a manutenção da folha de pagamento. Porém, a decisão pode sofrer algum ajuste caso a equipe fique sem dinheiro. "Nós já definimos que não haverá redução de salários. Os atletas receberão os seu salários integralmente. O Coritiba não vai pagar apenas CLT, mas a imagem também. O que nós vamos negociar com os atletas é apenas alguns prazos diferentes para pagamentos, se forem necessários dentro do nosso fluxo de caixa", afirmou o presidente Samir Namur.

CONFIRA A SITUAÇÃO DOS CLUBES:

Athletico-PR - Com o elenco liberado por tempo indeterminado, equipe estuda como realizar uma redução salarial.

Atlético-GO - Clube vai avaliar futuramente como vai proceder com a negociação dos salários. As conversas envolvem também o Sindicato dos Atletas Profissionais do Estado de Goiás (Sinapego).

Atlético-MG - Vai reduzir 25% dos salários dos jogadores, comissão técnica e diretoria pelo período que perdurar os efeitos da pandemia.

Bahia - Plano é oferecer uma redução, mas haverá uma conversa com o elenco na próxima semana para definir o valor.

Botafogo - Diretoria não pretende reduzir salários.

Ceará - Vai distribuir parte dos vencimentos referentes a abril e maio nos meses seguintes.

Coritiba - Vai manter os salários.

Corinthians - Diretoria avalia possíveis mudanças.

Flamengo - Clube entende que pode absorver os impactos financeiros da paralisação e vai manter os salários normalmente

Fluminense - Diretores e gerentes reduziram os salários em 15%, mas a negociação sobre os pagamentos ao elenco ainda não está definida.

Fortaleza - A diretoria estabeleceu que 25% do salário referente ao mês de março só será pago após a crise passar. Sobre o mês de abril, os atletas abriram mão definitivamente de 10% dos vencimentos e outros 15% só serão recebidos depois da paralisação terminar. Dirigentes executivos remunerados também vão enfrentar reajuste, ao receber 15% menos dos salários de abril.

Grêmio - Acordou com o elenco que os direitos de imagem dos período sem jogos será pago somente em 2021.

Goiás - Assim como o Atlético Goianiense, conversa com o sindicato local para definir como ficará a negociação salarial.

Internacional - Diretoria vai debater com o elenco durante as férias para avaliar possível redução.

Red Bull Bragantino - Vai pagar os salários integrais durante o período.

Palmeiras - Clube vai fazer estudo financeiro durante abril para avaliar a capacidade de manter os salários. O plano é não fazer redução.

Santos - Diretoria se compromete a pagar as férias até o quinto dia de maio e pode parcelar os valores. Uma possível redução salarial ainda será discutida, mas o interesse é manter os valores.

São Paulo - Diretoria vai conversar com o elenco sobre o assunto A primeira proposta foi de redução de 50% dos salários, oferta que foi recusada.

Sport - Vai realizar reuniões com os jogadores nos próximos dias para definir o que fazer.

Vasco - Depende de conversas com o elenco para resolver a redução salarial.

Neymar publicou uma nota oficial, neste domingo, em que nega ter desrespeitado as regras da quarentena impostas pelo PSG, como havia publicado o jornal catalão "Mundo Deportivo" na última sexta-feira. A situação começou após o jogador postar uma foto jogando futevôlei com os 'parças' em suas redes sociais.

Na nota, a equipe do jogador afirma que a foto que motivou a matéria mostra Neymar ao lado de pessoas com quem ele vive e viajou junto ao Brasil, e ofereceu sua casa para que eles ficassem por 14 dias antes de se juntar às respectivas famílias. O local seria completamente isolado. Da mesma forma, o jogador não visitou parentes como a mãe, a irmã e a avó, tendo recebido apenas o filho, Davi Lucca, que esteve em Paris poucos dias antes da quarentena para visitá-lo. Além disso, Neymar também estaria treinando para manter a forma física e prevenir lesões.

Na matéria, o Mundo Deportivo afirmou que Neymar não respeitou o distanciamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de um metro entre as pessoas, nem atendeu o pedido do PSG para que ficasse em Paris - o jogador está no Brasil, em local não divulgado. A publicação espanhola comparou a atitude do brasileiro com a de Lautaro Martínez, outro jogador que estaria na mira do Barcelona para se tornar reforço na próxima temporada: o argentino da Inter de Milão se isolou em casa apenas ao lado da noiva.

Neymar vivia grande fase no Paris Saint-Germain antes da pandemia do novo coronavírus atingir a Europa e paralisar os campeonatos. O brasileiro havia sido decisivo para a classificação do PSG nas oitavas de final da Liga dos Campeões contra o Borussia Dortmund.

Confira a nota oficial divulgada por Neymar.

"Em matéria publicada na Espanha e reproduzida no Brasil, Neymar Jr. é acusado de não respeitar a regra de distanciamento social recomendado pela Organização Mundial de Saúde.

A foto que motivou tal matéria, publicada em sua conta de Instagram, mostra Neymar Jr. ao lado de outras pessoas que estão de quarentena com ele, pessoas que moram e viajaram juntos de Paris para o Brasil. Neymar Jr. ofereceu a sua casa para que todos passassem lá estes primeiros 14 dias antes de encontrarem suas respectivas famílias.

A casa onde o atleta cumpre a quarentena é completamente isolada, permite paz e serenidade para seguir treinando e cuidando dos seus, nesse momento de dor mundial e confinamento.

Não há visitas ou reunião de negócios na casa, até porque o próprio condomínio só permite acesso a moradores. A exceção nas visitas foi seu filho, Davi Lucca, que veio ficar com o pai. Davi, sua mãe, padrasto e irmão estavam em Paris dias antes para visitá-lo.

Neymar Jr. mantém distanciamento de outros familiares, como sua mãe, irmã e avó, por exemplo, por entender ser este um momento que exige esforço para o bem comum.

O atleta segue fazendo seu trabalho diário de prevenção de lesões e manutenção de sua forma física, com seu preparador físico Ricardo Rosa, aguardando ansiosamente o fim desse triste momento da humanidade e a consequente retomada da atividade profissional.

Nossa assessoria sempre esteve à disposição da imprensa, para informações e dúvidas sobre o atleta, e assim seguirá, justamente para que não tenhamos informações distorcidas como essa."

Os clubes brasileiros aguardam a resposta da segunda rodada de negociações salariais para definir como ficará o acerto com os atletas durante a paralisação do calendário pela pandemia do novo coronavírus. Nesta segunda-feira, os jogadores e a Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol (Fenapaf) solicitaram ajustes na primeira proposta feita pela Comissão Nacional de Clubes (CNC) e agora terão mais dois dias de prazo para dizerem se aceitam a nova oferta.

A CNC, que representa times das Séries A até a D do futebol nacional, pretende implementar mudanças para diminuir os impactos financeiros causados pela falta de jogos. Após a entidade ter uma primeira reunião na sexta-feira, nesta segunda houve uma videoconferência com representantes de 46 times para reformular uma nova proposta aos jogadores e à Fenapaf após a primeira ter sido recusada.

As novas diretrizes trazem como principais pontos as férias coletivas de 20 dias em vez de 30, como proposto anteriormente pelos clubes, e a manutenção de 10 dias de férias na virada para o ano de 2021. A principal novidade da última proposta está na redução salarial. Em vez de as equipes pagarem 50% a menos caso a suspensão do calendário durar mais de um mês, agora foi oferecido aos jogadores uma diminuição de 25% (inclui direitos de imagem e contrato CLT).

Porta-voz da Comissão Nacional de Clubes, o presidente do Fluminense, Mario Bittencourt, afirmou que as medidas são necessárias para evitar problemas financeiros. "O Fluminense já está sofrendo as consequências, como outros clubes. Tivemos patrocinadores cancelando contratos, estamos sem as receitas, obviamente, de bilheteria, venda de camisas, atrasamos o lançamento da nova camisa que seria hoje (segunda-feira) até. Estamos reduzindo muitas receitas, não tem como vender atletas", disse ao canal SporTV.

Além do Fluminense, representam a Série A nesta comissão o Palmeiras, o Bahia e o Atlético-MG. Presidente do time alvinegro, Sérgio Sette Câmara disse em transmissão ao vivo no YouTube nesta segunda-feira que os clubes estão unidos para renegociar os salários dos jogadores. "Nós todos sabemos que a maioria esmagadora dos clubes no Brasil passa por dificuldades financeiras. Deixar de ter receita e continuando a ter a despesa que é gerada todo mês acaba de inviabilizar tudo. Temos que nos unir para tentar salvar o futebol brasileiro, que corre risco", afirmou.

No comunicado enviado à Fenapaf, a CNC afirma que não se houver resposta dentro do prazo de dois dias, todos os jogadores terão o início das férias coletivas declarada, como autorizado nesta segunda-feira por Medida Provisória (MP) do governo federal.

Desde a última semana, todos os times da Série A dispensaram os jogadores dos treinos para evitar o contágio pelo novo coronavírus. Outra medida formulada pelos clubes para diminuir os gastos nesse período de quarentena foi de acionar o Ministério da Economia para pedir a interrupção do pagamento das parcelas do Profut, programa de refinanciamento de dívidas fiscais do futebol.

POUCO EFETIVO - Para o presidente do Sindicato de Atletas se São Paulo (Sapesp), Rinaldo Martorelli, a negociação é precoce, pois se deve considerar que não há uma estimativa concreta para quando o calendário das competições será restabelecido nem como poderá ser resolvido o problema nos Estaduais, torneios em que boa parte dos jogadores disputam sob contratos temporários e de curta duração. "Não se pode discutir as Séries A e B antes de resolver os Estaduais", disse.

Na opinião dele, criar um pacote nacional de medidas é complexo. "Dentro do clube, um mesmo tipo de negociação talvez você consiga estender para dois ou três jogadores. Nem no próprio elenco você consegue fazer uma negociação única, porque as condições são heterogênias. Agora, no cenário brasileiro é ainda mais difícil", comentou.

CONFIRA AS PROPOSTAS:

SOBRE FÉRIAS

Primeira versão: Conceder imediatamente a todos os atletas o gozo de 30 (trinta) dias de férias coletivas com início em 23/03 e término em 21/04, antecipando qualquer período de férias proporcionais que os atletas venham a adquirir durante o restante de 2020, em qualquer clube que venha a jogar ainda em 2020. Todavia apesar de antecipar para agora os 30 dias de gozo, o pagamento das férias seria diferido, sendo 50% do valor agora, a ser pago pelo atual empregador e os outros 50%, com o 1/3 integral, a ser pago até 31/12/2020.

Segunda versão: Férias Coletivas de 20 dias a todos os atletas, no período compreendido entre os dias 1 de abril e 20 de abril de 2020, com pagamento integral no quinto dia útil do mês subsequente ao gozo das férias e o 1/3 constitucional a ser pago no mês de dezembro de 2020, de modo que os clubes - e somente eles - arcarão integralmente com a manutenção das atividades futebolísticas durante tal período.

SOBRE FIM DE ANO

Primeira versão: Férias de final de ano de 24/12 a 02/01/2021.

Segunda versão: Garantia aos atletas do período de 10 dias restantes de férias no final do ano de 2020 ou no início de 2021, adequadas ao calendário que se desenhará após o retorno da paralisação.

SOBRE REDUÇÃO SALARIAL

Primeira versão: Após férias coletivas não sendo possível volta campeonatos, redução da remuneração (CLT e imagem) em 50% por 30 dias, com treinamento em casa.

Segunda versão: Redução da remuneração dos atletas em 25% durante o período da paralisação, como preceitua o artigo 503 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) em casos extremos e de força maior.

Em entrevista coletiva realizada pela polícia de Calabasas, na Califórnia, as autoridades afirmaram que havia nove pessoas a bordo do helicóptero que caiu hoje (26), matando o ex-jogador de basquete Kobe Bryant. As informações anteriores eram de que cinco pessoas haviam morrido. De acordo com afirmação atualizada da polícia, a aeronave levava oito pessoas e o piloto.

O acidente ocorreu às 9h47 da manhã no horário local (14h47 no horário de Brasília). Com a queda, o helicóptero pegou fogo e as chamas foram apagadas com dificuldade pelos bombeiros da cidade. Segundo a polícia, as investigações sobre as causas do acidente estão em andamento.

Filha também morre no acidente

A imprensa norte-americana também confirmou que uma das filhas do ex-jogador, Gianna, de 13 anos, também estava no helicóptero. O comissário da NBA, Adam Silver, publicou uma declaração lamentando a morte de Bryant. “A família NBA está devastada pela morte trágica de Kobe Bryant e sua filha, Gianna”, disse Silver, em nota publicada no Twitter. Os outros passageiros da aeronave ainda não foram identificados, e os legistas afirmam que a identidade deles será revelada após testes de DNA.

Os jovens atletas do time de basquete da Escola Presbiteriano Erasmo Braga de Dourados, foram os grandes vencedores do JEMS (Jogos Escolares da Juventude de Mato Grosso do Sul), disputado em Três Lagoas, esta semana. 

Na final que ocorreu nesta quarta-feira (10) o time fez 63x30 sobre o Maracaju, consolidando o seu posto no lugar mais alto do pódio de maneira invicta. Eles também foram vitoriosos nos embates anteriores contra os times de Ponta Porã, Costa Rica, Aquidauana e Três Lagoas, respectivamente.

Esta primeira fase do JEMS ocorreu desde o último sábado (06) até hoje, e também teve disputas no futsal, tanto feminino quanto masculino.

Graças ao bom resultado de hoje o Presbiteriano, que é composto por atletas entre 12 até 14 anos, garantiu a sua classificação para a supercopa dos campeões, que irá ocorrer entre a próxima quarta-feira (17) e sexta(19) também em Três Lagoas.

Na próxima disputa também estarão no páreo os times classificados em 2º e 3º lugar, esta semana além do campeão da segunda divisão. O time campeão da supercopa também assegura a sua vaga nas Olimpíadas Nacionais da Juventude em setembro.

Bem vindos – A vitória dos jovens atletas foi comemorada até mesmo pelos moradores de Dourados. No final desta tarde, o time foi recebido por um grupo de pessoas que saiu em carreata pelas principais ruas do Centro da cidade.

Investimentos do Governo do Estado nos Jogos Escolares da Juventude de Mato Grosso do Sul têm profissionalizado o esporte local. A participação de atletas cresceu nos últimos cinco anos, saindo de 86 equipes em 2015 para 219 neste ano. O evento, além de promover a integração de jovens de 15 a 17 anos e servir de base para competições nacionais, amplia o nível técnico dos participantes.

“O Jogos Escolares é nosso início. O sonho de cada um dos atletas que está aqui é se profissionalizar, querer jogar em um time grande e importante”, afirmou Rafael Barbosa da Silva, que joga basquetebol. “Eu joguei voleibol no campeonato por dois anos e venho seguindo carreira no esporte. Hoje estou nos Jogos Escolares como chefe da delegação de Sidrolândia”, expressou Vinicius Fonseca Duarte da Silva, 18.

Quando o governador Reinaldo Azambuja assumiu a gestão estadual em 2015, o objetivo da Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte), responsável pelas políticas públicas da área, era modernizar os eventos esportivos, explica a diretora-geral dos Jogos Escolares, professora Karina Luiz Pereira Quaini.

“Antes as pessoas dormiam nas escolas, em alojamentos. Nesse modelo antigo, o banheiro era conjunto. Agora, oferecemos estrutura de qualidade para atletas, técnicos e professores. Todos dormem em hotéis, tomam um bom café da manhã, fazem as demais refeições no Centro de Convivência. Isso tudo contribui para o bom desempenho da competição”, disse a diretora-geral.

Na competição deste ano, equipes de 55 municípios disputam os melhores resultados nas modalidades de futsal, basquetebol, handebol e voleibol. Ao todo, 2,2 mil pessoas estão envolvidas no torneio. “Temos a participação de praticamente 70% dos municípios do Estado. Agora que conseguimos melhorar a qualidade do evento nossa expectativa é aumentar o nível técnico dos atletas, oferecendo capacitação para os professores, programa de treinamento para os alunos, apoio pedagógico”, afirmou Karina.

O Jogos Escolares da Juventude de MS é classificatório para a Copa dos Campeões. Os três primeiros times colocados da 1ª divisão e o primeiro da 2ª divisão avançam para competir a Copa em Mato Grosso do Sul. Depois, os vencedores dessa segunda etapa vão representar o Estado nas competições nacionais.

“A cada ano, novos participantes se inscrevem para os Jogos Escolares, tornando o evento em um dos mais emblemáticos do Estado. Com investimentos no esporte, trabalhamos na construção de uma nova geração em Mato Grosso do Sul, com dignidade e com a garantia da cidadania”, comentou o governador Reinaldo Azambuja.

A Prefeitura de Dourados, por meio da Funed (Fundação de Esporte de Dourados) e através do Projeto Escola de Esporte, vai dar início, no próximo dia 17 próximo, à escola de tênis de quadra.

As aulas serão ministradas pelo acadêmico de Educação Física e tenista Leonardo Bonato e acontecerão as terças e quintas-feiras, no Complexo Esportivo Jorge Antônio Salomão, o Jorjão, localizado na região do Grande Água Boa.

Os participantes serão divididos em três categorias e horários: das 8h às 8h50, para crianças de 6 a 8 anos; das 9h às 9h50, para crianças de 9 a 12 anos; e das 10h às 10h50, aulas para jovem de 12 a 17 anos.

A coordenação alerta que é necessária a presença dos pais ou responsáveis para fazer as inscrições, que já estão abertas, são gratuitas e devem ser feitas no setor administrativo do "Jorjão", no horário das 7h30 às 13h30, de segunda a sexta-feira.

"Estamos colocando o projeto Escola de Esporte na modalidade de tênis de quadra para beneficiar às crianças e os adolescentes que queiram praticar esta modalidade esportiva" o diretor da Funed, Daniel Rosa Fernandes. Ele também anunciou que em breve, com a escolinha de goleiros já em atividade na região do Conjunto Terra Roxa, será lançada também, no mesmo bairro, o projeto de futebol de campo, posteriormente o de basquetebol e também um núcleo na modalidade de handebol.

Nem parecia que Novak Djokovic tinha ficado seis meses ausente no fim da última temporada e passou por uma cirurgia no cotovelo ainda este ano. Neste domingo, na decisão de Wimbledon, o sérvio lembrou aquele mesmo jogador que dominou o circuito do tênis e foi número 1 do mundo. Com extrema autoridade, bateu Kevin Anderson (8º do ranking) por 3 sets a 0, parciais de 6/2, 6/2, 7/6 (3), em 2h19, para conquistar o seu quarto título na grama sagrada de Londres.

- Eu preciso acreditar em mim mesmo. Sou muito agredecido à minha equipe, a todos que me deram apoio nesses últimos anos. Eu tive a cirurgia, passei seis meses fora do circuito, enfrentei uma lesão séria pela primeira vez na carreira. Eu não sabia o que esperar, foram muitos momentos de dúvida se eu conseguiria voltar a ter o mesmo nível para competir. Essa foi minha primeira semifinal de Grand Slam nos últimos dois anos e não há lugar melhor no mundo para realizar um retorno. É um lugar sagrado do tênis e sempre sonhei em segurar esse troféu, desde criança, quando comecei a jogar tênis. É muito especial - afirmou Djokovic após o jogo.

 

Foram mais de dois anos desde que Djokovic tinha chegado na sua última final de Grand Slam - em Roland Garros, em 2016. De lá para cá, o sérvio teve uma queda de desempenho, sofreu com lesões, mas parece estar pronto para brigar pelas primeiras posições do ranking. Com o título desde domingo, ele agora soma 13 conquistas em Grand Slams e se coloca apenas atrás Roger Federer (20), Rafael Nadal (17) e Pete Sampras (14) entre os maiores vencedores de torneios deste nível.

A vitória ainda rende a Djokovic uma volta ao top 10 da ATP a partir da próxima segunda-feira. Sem pontos a defender até o fim da temporada, a tendência é que avance ainda mais rumo ao topo nos próximos meses. Para Kevin Anderson, que chegou à sua segunda final de Grand Slam - também disputou o US Open de 2017 - valeu a subida para o 5º lugar no ranking, a melhor posição de sua carreira aos 32 anos. 

Novak Djokovic e Kevin Anderson na premiação (Foto: REUTERS/Tony O'Brien)
Novak Djokovic e Kevin Anderson na premiação (Foto: REUTERS/Tony O'Brien)

O jogo

Quem esperava um primeiro set longo, com Kevin Anderson dando trabalho com seu poderoso saque, viu Djokovic mudar o cenário no primeiro game. Com devoluções firmes e contando com uma dupla falta do sul-africano, quebrou o saque e abriu rapidamente 2/0. O sérvio manteve o ritmo forte, dando poucas chances para o rival e, desta forma, conseguiu um novo break acelerando firme no fundo da quadra no quinto game. Djokovic seguiu confirmando seus saques sem dar espaços e fechou em 6/2.

Sentindo os efeitos de um total de quase 11h jogadas nos últimos dois jogos, Anderson já parecia exausto ao fim do primeiro set e pediu atendimento do fisioterapeuta. Djokovic, firme, devolveu bem demais no game inaugural mais uma vez e abriu com quebra. O sul-africano sofria para conseguir confirmar seus serviços, enquanto o sérvio seguia atuando solto, variando bem os golpes e balançando o rival. Com mais uma quebra, Djokovic abriu 5/1 com autoridade. Anderson ainda chegou a ameaçar, teve seu primeiro break point, mas novamente o ex-número 1 foi firme para se salvar e confirmar o game, fazendo um novo 6/2.

 
Kevin Anderson recebe atendimento durante a final de Wimbledon (Foto:  REUTERS/Andrew Couldridge)
Kevin Anderson recebe atendimento durante a final de Wimbledon (Foto: REUTERS/Andrew Couldridge) 

No terceiro set, Anderson voltou bem melhor. Já parecendo mais adaptado às condições de jogo, começou a encaixar melhor seu saque e ganhou confiança ao abrir a disputa confirmando o serviço - diferente das parciais anteriores. Além disso, passou a sustentar melhor as trocas no fundo da quadra e a ameaçar o saque de Djokovic, como foi no oitavo game, quando chegou a ter o break point, mas o sérvio foi firme para manter e fazer 4/4.

Anderson confirmou mais uma vez e forçou Djokovic, que ficou em apuros em três duplas faltas no game, mas conseguiu se livrar de dois set points. No 6/5, mais uma vez, o sérvio se complicou e precisou salvar outros três set points, num momento bastante favorável para o sul-africano. A decisão ficou para o tie-break. E, ao que parece, ter se salvado dos break points elevou a moral de Djokovic. O sérvio foi firme nas devoluções e abriu dois mini breaks, sempre aproveitando seus saques. Rapidamente, ele abriu 5-1. Um erro não forçado de Djokovic parecia que daria uma sobrevida a Anderson, mas ele ganhou mais um ponto nas trocas com o rival e, com 6-3, sacou bem demais para garantir o título. 

Novak Djokovic comemora o título de Wimbledon 2018 (Foto: REUTERS/Andrew Couldridge)
Novak Djokovic comemora o título de Wimbledon 2018 (Foto: REUTERS/Andrew Couldridge)

 

 

Globo Esporte

Federer festeja o 98º troféu na carreira | AFP

Tênis

Roger Federer celebrou a volta ao topo do ranking com mais um troféu, o 98º da carreira, o 18º na grama. Na final do ATP 250 de Stuttgart, neste domingo, o suíço bateu o canadense Milos Raonic, por 6//4 e 7/6 (7/3).

- Estou feliz, penso que fiz uma boa final. Acho que fui muito bem em todo o torneio, após não ter jogado por um tempo. Foi um grande retorno para mim - festejou o primeiro suíço a vencer o torneio. Federer não jogava desde o Masters 1000 de Miami, em março, quando caiu na estreia. Desde então, optou por não jogar a temporada de saibro, como fizera nos últimos anos.

- Talvez eu tenha jogado melhor nos  pontos mais importantes. É claro que estou feliz por, finalmente, vencer em Stuttgart - acrescentou o número 1 do mundo.

O recordista de títulos de Grand Slam (20), aos 36 anos, garantira o retorno ao topo na véspera, quando superou o australiano Nick Kyrgios nas semifinais. Nas próximas semanas, no entanto, o suíço, eliminado na estreia ano passado em Stuttgart, não terá mais como somar pontos, já que defenderá os títulos no ATP 500 de Halle, também na Alemanha, e em Wimbledon.

No próximo torneio alemão, o suíço já sabe até quem enfrentará na estreia: o esloveno Aljas Bedene.

A seleção feminina de voleibol sub-18 de Mato Grosso do Sul entra em quadra nesta terça-feira (10) em Saquarema-RJ, para enfrentar a seleção do Amazonas, durante as disputas do Campeonato Brasileiro de Seleções de Voleibol 2020. A partida começa às 13h (MS).

Na quarta-feira (11), o time vai encarar dois adversários: Rio Grande do Norte, às 8h30 e Roraima, às 14h30 (MS). A seleção do Estado encerra a fase classificatória na quinta-feira (12), diante de Alagoas, às 7h (de MS). Estas equipes estão no Grupo A.

Já o Grupo B é composto por Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Pará, Espírito Santo e Tocantins. Conforme regulamento da CBV (Confederação Brasileira de Voleibol), as três seleções estaduais no pódio garantem acesso à Divisão Especial em 2021. As três últimas cairão à Segunda Divisão na próxima temporada.

Na primeira fase, todas as equipes jogam entre si nos grupos, em confrontos de três sets obrigatórios. Os dois melhores colocados de cada chave avançam à semifinal. Os jogos desta fase em diante são de três sets vencedores. As partidas serão realizadas no Centro de Desenvolvimento do Voleibol até o próximo sábado (14).

A seleção masculina sub-19 de Mato Grosso do Sul participa a partir desta terça-feira até sábado (de 03 a 7.03), em Saquarema-RJ, da Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro de Seleções (CBS) de Voleibol 2020. Os jogos acontecerão no Centro de Desenvolvimento do Voleibol (CDV). A competição é organizada pela Confederação Brasileira de Voleibol (CBV).

A equipe sul-mato-grossense está no Grupo B, ao lado de Amazonas, Rio Grande do Sul, Alagoas e Roraima. O Grupo A é formado por Mato Grosso, Bahia, Goiás, Maranhão e Pará. Segundo o regulamento da CBV, os três times no pódio garantem acesso à Divisão Especial em 2021, enquanto os três últimos cairão à Segunda Divisão na próxima temporada.

Mato Grosso do Sul estreia nesta terça-feira (03.02) contra o Rio Grande do Sul, às 11h30 (horário de MS). No mesmo dia, retorna à quadra diante do Amazonas, às 17h30 (de MS).

Na primeira fase, todas as seleções jogam entre si nos grupos, em partidas de três sets obrigatórios. Os dois melhores colocados de cada chave avançam à semifinal. Os confrontos desta fase em diante são de três sets vencedores.

A delegação sul-mato-grossense é formada por:

Levantadores: Sebastião Velasquez (EE Clarinda Mendes de Aquino – CMA/Campo Grande) e Marco Echeverria (Associação Calvoso de Voleibol/Ponta Porã)

Ponteiros: Raphael Soria, Anthony Cáceres (CMA/CG) e Pedro Henrique (Vedacit Vôlei Guarulhos/São Paulo)

Meios: Gabriel Gregorio, Felype Bezerra, Luiz Felipe e Alifer Alves (CMA/CG)

Opostos: Carlos Eduardo (CMA/CG) e Cauã Fernandes (São Caetano/São Paulo)

Técnico: Alexandre Pereira

Chefe de delegação: Oswaldo Ferreira (CMA/CG)

Leia mais em: https://www.fatimanews.com.br/esportes/selecao-sub-19-de-ms-disputa-o-campeonato-brasileiro-de-voleibol-no/198474/

No final da noite desta terça (3), o Sada/Cruzeiro estreou com vitória no Mundial de Clubes de vôlei masculino que acontece na cidade de Betim, em Minas Gerais.

A equipe mineira derrotou o Zenit Kazan (Rússia) por 3 sets a 0, parciais de 25/20, 25/20 e 25/22.

O próximo compromisso do Cruzeiro será na próxima quarta, diante do Lube Civitanova (Itália).

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Os cancelamentos e adiamentos na temporada 2020 da Fórmula 1, em razão da pandemia de coronavírus, ainda não afetaram o GP do Brasil, marcado para novembro, no Autódromo de Interlagos. Mas a venda de ingressos, geralmente iniciada em março, só terá início desta vez de abril.

A causa, no entanto, não se deve à indefinição quanto ao calendário atual da categoria. De acordo com a organização da etapa brasileira, a mudança na data do começo das vendas se deve a uma alteração no sistema de comercialização dos ingressos.

"Operaremos este ano com um novo sistema de vendas, que já está em fase de testes. O início da venda dos ingressos para a corrida deste ano está previsto para abril", informou a organização em nota à reportagem do Estado.

A mudança no sistema de vendas, vinha sendo cogitada desde o ano passado. Para executar a alteração, a organização do GP realizou parceria com Alan Adler, diretor-executivo da IMM, empresa especializada em organização de eventos, para terceirizar alguns setores da corrida, como a impressão e a própria venda dos bilhetes.

A pandemia de coronavírus, segundo a gestão do GP nacional, ainda não afetou a preparação para a futura corrida em Interlagos, em São Paulo. "A organização do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 segue trabalhando normalmente."

O circuito da F-1 vive situação rara em sua história. Em razão do coronavírus, a temporada ainda não começou - deveria ter iniciado no fim de semana passado, na Austrália. Duas das etapas previstas para o ano já foram canceladas, cinco foram adiadas. E o tradicional recesso de verão na Europa foi antecipado para os meses de março e abril, de forma a abrir espaço no calendário no meio do ano. Ou seja, boa parte do calendário precisará ser reconstruído nas próximas semanas.

Ao mesmo tempo, em que aguarda a reconfiguração da agenda da temporada, o GP do Brasil mantém as negociações com a F-1 para tentar renovar seu contrato. O vínculo atual se encerra neste ano. E a organização da corrida paulistana tem a concorrência do Rio, que quer voltar a sediar uma prova da categoria em autódromo ainda a ser construído no bairro de Deodoro.

 

O Grande Prêmio da Austrália de Fórmula 1 está cancelado. A definição de suspender a primeira corrida da temporada devido à pandemia de coronavírus foi oficializada na noite desta quinta-feira, dia 12 de março, (manhã de sexta em Melbourne) em conjunto com dirigentes de nove equipes (sem a McLaren), a organização da prova, a direção da categoria e oficiais da Federação Internacional de Automobilismo (FIA).

A decisão foi tomada após muita indefinição, a pouco menos de duas horas antes do horário planejado para o primeiro dia de treinos livres, que começariam às 22h (hora de Brasília). Ainda não há informações sobre uma possível nova data para a prova ao longo do ano. De acordo com a FIA, os torcedores que compraram ingressos serão reembolsados.

Pesou muito para o cancelamento o fato de um integrante da McLaren ter testado positivo para o coronavírus - outros 12 funcionários do time, que tiveram contato nos últimos dias com o colega contaminado, estavam isolados, mas não apresentaram sintomas. A McLaren anunciou desistência horas antes da confirmação do cancelamento pela Fórmula 1.

Até a noite de quinta-feira (na Austrália), a posição era a de aguardar as orientações das autoridades do país, o que mantinha a realização do evento. Apesar de reunião realizada no início da madrugada de sexta entre todas as partes envolvidas, não houve uma definição divulgada publicamente e as atividades iniciaram normalmente pela manhã (início da noite de quinta no Brasil).

Os carros de dois lugares, que costumam circular no trajeto para exibições, entraram na pista. Porém, de acordo com a rede de televisão britânica "BBC", Sebastian Vettel (Ferrari) e Kimi Raikkonen (Alfa Romeo) deixaram o país antes mesmo da confirmação oficial do cancelamento. Por outro lado, os organizadores do evento continuaram com o planejamento normal.

Conforme o início dos treinos livres se aproximava, os torcedores foram chegando ao circuito de Albert Park; no entanto, a entrada dos fãs não foi permitida. Foi só por volta das 19h (horário de Brasília) que Daniel Andrews, primeiro-ministro do estado de Victoria, onde está localizada a pista, confirmou que a entrada de torcedores não seria permitida caso a corrida prosseguisse. Quase uma hora depois desse comunicado, as partes finalmente decidiram por suspender a prova.

Além do funcionário da McLaren diagnosticado com coronavírus, outras sete pessoas ligadas à Fórmula 1, incluindo quatro funcionários da equipe Haas, também passaram por testes nesta semana, mas todos os resultados deram negativo.

Antes da confirmação do cancelamento, vários pilotos demonstram insatisfação com a realização da prova. O hexacampeão mundial Lewis Hamilton, por exemplo, classificou como "chocante" que a corrida seguisse em meio à pandemia.

- Estou muito, muito surpreso por estarmos aqui. Acho ótimo termos corridas, mas para mim é chocante estarmos todos sentados nesta sala - disse Lewis, em coletiva de imprensa realizada já em Melbourne.

Piloto da Ferrari, o tetracampeão mundial Sebastian Vettel também deu a entender que os próprios pilotos poderiam pedir o cancelamento da prova caso a escalada do vírus prossiga. Kimi Raikkonen, da Alfa Romeo, disse que realizar a corrida provavelmente não era a opção correta.

Até agora, outros impactos do coronavírus na Fórmula 1 foram o adiamento do GP da China, marcado para abril, e a confirmação da realização do GP do Barein, daqui a uma semana, com portões fechados para o público. O GP do Vietnã é outro que corre risco de não ser realizado.

Confira o comunicado da FIA na íntegra
 

Após a confirmação de que um membro da McLaren Racing Team testou positivo para o Covid-19 e a decisão da equipe de desistir do Grande Prêmio da Austrália, a FIA e a Fórmula 1 fizeram uma reunião com os outros nove chefes na noite de quinta-feira. Essas discussões terminaram com a visão da maioria das equipes de que a corrida não deveria seguir. A FIA e a Fórmula 1, com o total apoio da Australian Grand Prix Corporation (AGPC), tomaram a decisão de que toda a atividade da Fórmula 1 para o Grande Prêmio da Austrália está cancelada.

Sabemos que estas são notícias muito desapontantes para os milhares de fãs que vão à corrida, e todos aqueles que têm ingressos vão ser reembolsados. Em seu tempo, um novo anúncio será comunicado.

Todas as partes levaram em consideração os grandes esforços da AGPC, Motorsport Australia, funcionários e voluntários para sediar a etapa de abertura da Fórmula 1 em 2020, em Melbourne. No entanto, concluíram que a segurança de todos os membros da família Fórmula 1 e da comunidade em geral, assim como a justiça da competição, são as prioridades.

Lewis Hamilton mais uma vez demonstrou seu carinho pelo Brasil. O hexacampeão mundial de Fórmula 1 disputará o Grande Prêmio do Brasil com uma pintura especial em seu capacete, homenageando o país. No topo do "casco", foi colocado um desenho da bandeira do Brasil. A exemplo do que aconteceu em 2017, a peça foi desenhada pelo artista brasileiro Raí Caldato.

- Fiz o desenho durante a corrida de Austin! Tive inspiração no que ele fez em Silverstone, quando correu com a bandeira da Inglaterra no topo do capacete - comentou Caldato ao GloboEsporte.com.

Não é a primeira vez que Hamilton corre no Brasil com uma pintura especial em seu capacete. Fã incondicional de Ayrton Senna, o inglês homenageou o ídolo em outras edições da prova, como em 2015 e 2012.

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