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Dourados-MS,
Agosto_lilás

Pela terceira vez consecutiva, estão esgotados os ingressos para o jogo do Santos na Vila Belmiro. A diretoria do Peixe divulgou que não há mais entradas à venda para a partida de domingo, às 16 horas (de Brasília), contra o Fortaleza, pela 16ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro, .

No duelo com o Avaí, 12.787 torcedores acompanharam a grande atuação de Soteldo e a vitória santista por 3 a 1. Uma semana depois, 13.462 pessoas acabaram com os tíquetes e viram a goleada de 6 a 1 sobre o Goiás.

Agora, segundo a nota divulgada pelo próprio clube, foram comercializados 11.007 ingressos, sendo 6.219 somente para sócios, um recorde na temporada.

Ao ser consultado pela Gazeta Esportiva, o setor responsável pela arrecadação da Vila Belmiro não tem registro de quando foi a última vez em que três partidas consecutivas na Vila tiveram ingressos esgotados com antecedência.

Corinthians e Fluminense não empolgaram e no embate na noite desta quinta-feira (22) na Arena do Timão, em São Paulo, terminaram empatados em 0 a 0.

O Corinthians bem que tentou pressionar o rival, tanto que em boa parte do jogo se manteve no campo de ataque. Tentou 13 chutes, 43 cruzamentos e teve nove escanteios, conforme o Globo Esporte.

Contudo, o desempenho não foi o suficiente para tirar o placar de um empate sem gols. Mesmo com o resultado não muito surpreendente, no próximo jogo do campeonato o Corinthians pode até empartar com gol que já se classifica.

Já o Fluminense joga pela vitória simples para avançar às semifinais da Copa Sul-Americana. A disputa vai para os pênaltis se houver outro 0 a 0 na partida da próxima quinta-feira (29), no Maracanã.

O São Paulo venceu o Athletico-PR por 1 a 0, no embate da noite desta quarta-feira (21), na Arena da Baixada, em partida da 13ª rodada Campeonato Brasileiro de futebol.

O único gol da partida saiu aos 39 minutos do primeiro tempo, e foi marcado por Vitor Bueno. No lance, Liziero mandou bola rasteira para o meio da área, Bueno não desperdiçou o passe e encaminhou para o fundo do gol.

Esta foi a quinta vitória consecutiva do São Paulo que agora chegou ao quarto lugar da competição, com 30 pontos. Pela frente, oAthletico enfrenta o Grêmio, sábado (24) pelo Campeonato Brasileiro. Já o São Paulo enfrenta o Vasco, no dia seguinte, em São Januário.

Os jovens atletas do time de basquete da Escola Presbiteriano Erasmo Braga de Dourados, foram os grandes vencedores do JEMS (Jogos Escolares da Juventude de Mato Grosso do Sul), disputado em Três Lagoas, esta semana. 

Na final que ocorreu nesta quarta-feira (10) o time fez 63x30 sobre o Maracaju, consolidando o seu posto no lugar mais alto do pódio de maneira invicta. Eles também foram vitoriosos nos embates anteriores contra os times de Ponta Porã, Costa Rica, Aquidauana e Três Lagoas, respectivamente.

Esta primeira fase do JEMS ocorreu desde o último sábado (06) até hoje, e também teve disputas no futsal, tanto feminino quanto masculino.

Graças ao bom resultado de hoje o Presbiteriano, que é composto por atletas entre 12 até 14 anos, garantiu a sua classificação para a supercopa dos campeões, que irá ocorrer entre a próxima quarta-feira (17) e sexta(19) também em Três Lagoas.

Na próxima disputa também estarão no páreo os times classificados em 2º e 3º lugar, esta semana além do campeão da segunda divisão. O time campeão da supercopa também assegura a sua vaga nas Olimpíadas Nacionais da Juventude em setembro.

Bem vindos – A vitória dos jovens atletas foi comemorada até mesmo pelos moradores de Dourados. No final desta tarde, o time foi recebido por um grupo de pessoas que saiu em carreata pelas principais ruas do Centro da cidade.

Investimentos do Governo do Estado nos Jogos Escolares da Juventude de Mato Grosso do Sul têm profissionalizado o esporte local. A participação de atletas cresceu nos últimos cinco anos, saindo de 86 equipes em 2015 para 219 neste ano. O evento, além de promover a integração de jovens de 15 a 17 anos e servir de base para competições nacionais, amplia o nível técnico dos participantes.

“O Jogos Escolares é nosso início. O sonho de cada um dos atletas que está aqui é se profissionalizar, querer jogar em um time grande e importante”, afirmou Rafael Barbosa da Silva, que joga basquetebol. “Eu joguei voleibol no campeonato por dois anos e venho seguindo carreira no esporte. Hoje estou nos Jogos Escolares como chefe da delegação de Sidrolândia”, expressou Vinicius Fonseca Duarte da Silva, 18.

Quando o governador Reinaldo Azambuja assumiu a gestão estadual em 2015, o objetivo da Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte), responsável pelas políticas públicas da área, era modernizar os eventos esportivos, explica a diretora-geral dos Jogos Escolares, professora Karina Luiz Pereira Quaini.

“Antes as pessoas dormiam nas escolas, em alojamentos. Nesse modelo antigo, o banheiro era conjunto. Agora, oferecemos estrutura de qualidade para atletas, técnicos e professores. Todos dormem em hotéis, tomam um bom café da manhã, fazem as demais refeições no Centro de Convivência. Isso tudo contribui para o bom desempenho da competição”, disse a diretora-geral.

Na competição deste ano, equipes de 55 municípios disputam os melhores resultados nas modalidades de futsal, basquetebol, handebol e voleibol. Ao todo, 2,2 mil pessoas estão envolvidas no torneio. “Temos a participação de praticamente 70% dos municípios do Estado. Agora que conseguimos melhorar a qualidade do evento nossa expectativa é aumentar o nível técnico dos atletas, oferecendo capacitação para os professores, programa de treinamento para os alunos, apoio pedagógico”, afirmou Karina.

O Jogos Escolares da Juventude de MS é classificatório para a Copa dos Campeões. Os três primeiros times colocados da 1ª divisão e o primeiro da 2ª divisão avançam para competir a Copa em Mato Grosso do Sul. Depois, os vencedores dessa segunda etapa vão representar o Estado nas competições nacionais.

“A cada ano, novos participantes se inscrevem para os Jogos Escolares, tornando o evento em um dos mais emblemáticos do Estado. Com investimentos no esporte, trabalhamos na construção de uma nova geração em Mato Grosso do Sul, com dignidade e com a garantia da cidadania”, comentou o governador Reinaldo Azambuja.

Paulistano é a quarta equipe diferente a levantar o troféu de campeão do NBB. Fotojump/LNB

Basquete

O Paulistano/Corpore é o grande campeão do NBB 2017/2018. Neste sábado (02), em pleno Ginásio Hugo Ramos, em Mogi das Cruzes, a equipe da capital paulista venceu o Jogo 4 das Finais contra o Mogi das Cruzes/Helbor, por 82 a 76, e fechou a série em 3 a 1.

Pela terceira vez nas Finais, o Paulistano conquistou seu primeiro título do NBB. A equipe é a quarta diferente a se sagrar campeã do maior campeonato de basquete do país – Flamengo tem cinco troféus, Brasília três e Bauru um.

Nenhum jogador do Paulistano tinha o título do NBB no currículo e sete deles fizeram parte do vice-campeonato na temporada passada. Para o técnico Gustavo De Conti, a conquista é a primeira de âmbito nacional em sua carreira.

"O sentimento é de felicidade e de agradecimento ao clube Paulistano por tudo que nos proporciona.Todos os times merecem ser campeões,m mas fomos muito regulares durante toda a temporada, com direito a vitórias com grandes diferenças no placar e também com um certo nível de dominância", exaltou De Conti.

A dupla Yago e Lucas Dias combinou para 41 pontos - 24 dos 28 da equipe no segundo tempo - e comandou a vitória alvirrubra neste sábado. O armador foi o cestinha da equipe, com 21 (7/10 nos arremessos de quadra), sendo nove no terceiro quarto. Já Lucas marcou 20 pontos, nove no último período, e ainda contribuiu com cinco rebotes.

“Eu sempre jogo com muita confiança e hoje não foi diferente. Sempre que o Gustavo me coloca em quadra eu busco ajudar o time com meu basquete. Hoje eu consegui converter bolas importantes e ajudar o Paulistano a vencer o jogo e conquistar esse título histórico”, disse Yago.

 “Estou feliz demais por ter buscado uma coisa que queria sempre. Sempre vi grandes jogadores, como Marcelinho, chegando em Finais e sendo campeão. Esse título é muito importante para a carreira de um jogador. Ano passado tivemos um momento muito difícil, ainda mais para mim, que me machuquei. Isso ficou marcado para todos. Nos preparamos e trabalhamos a temporada inteira para chegar nesse momento. Agora o sentimento é de alegria”, analisou Lucas Dias.

Autor de 13 pontos e sete rebotes neste sábado, o pivô Guilherme Hubner foi eleito o MVP das Finais. Com grandes atuações, o jogador fechou a série como jogador mais eficiente do Paulistano (13,5 por jogo), com sólidas médias de 11,7 pontos e 6,2 rebotes por partida.

"Eu estava focado em jogar basquete. Não queria ser o MVP, mas sim ajudar meu time e fazer meu trabalho em quadra. O Gustavo determinou algumas funções específicas para mim na série e estava focado em executar tudo o que ele pediu", disse Hubner.

O jogo que definiu o campeão teve dois tempos completamente distintos. Na primeira metade, as duas equipes tiveram grande aproveitamento ofensivo e o placar foi de 54 a 47. Já nos 20 minutos finais, o nervosismo entrou em quadra e a produção dos times caiu praticamente pela metade (29 a 28 para o Mogi).

No início do último quarto, a diferença a favor do Paulistano chegou a 12 pontos (70 a 58). Mas Mogi não se entregou e, no embalo de Jimmy e Larry, chegou a baixar o prejuízo para apenas quatro pontos (74 a 70). Depois disso, a tensão tomou conta da partida e o placar ficou quase dois minutos sem ser alterado (78 a 75). Foi então que Deryk converteu arremesso fundamental e praticamente selou o título dos alvirrubros.

Do lado mogiano, o grande destaque ficou por conta do ala Jimmy. Cestinha do jogo, com 28 pontos, o camisa 18 teve atuação espetacular e cravou seu novo recorde pessoal no NBB CAIXA, com direito a 63,1% de aproveitamento nos arremessos de quadra (12 acertos em 19 tentativas). Além disso, ainda apanhou nove rebotes e totalizou 30 de eficiência.

"Estamos muito frustrados por termos perdido em casa, mas muito honrados por conseguirmos chegar ao segundo lugar do NBB, que é muito difícil. O Paulistano teve todo o mérito de sair com o título. Foi a terceira vez que eles chegaram à final e essa foi a nossa primeira. Queríamos o topo, claro, mas infelizmente não conseguimos. Nunca faltou entrega e nem dedicação para a nossa equipe. Saímos orgulhosos", disse o comandante mogiano Guerrinha.


Confira todos os resultados das partidas das Finais do NBB CAIXA:

Jogo 1 – Mogi 82 x 99 Paulistano

Jogo 2 – Paulistano 70 x 84 Mogi

Jogo 3 – Paulistano 88 x 84 Mogi

Jogo 4 – Mogi 76 x 82 Paulistano

 

 

Portal morada

Nem parecia que Novak Djokovic tinha ficado seis meses ausente no fim da última temporada e passou por uma cirurgia no cotovelo ainda este ano. Neste domingo, na decisão de Wimbledon, o sérvio lembrou aquele mesmo jogador que dominou o circuito do tênis e foi número 1 do mundo. Com extrema autoridade, bateu Kevin Anderson (8º do ranking) por 3 sets a 0, parciais de 6/2, 6/2, 7/6 (3), em 2h19, para conquistar o seu quarto título na grama sagrada de Londres.

- Eu preciso acreditar em mim mesmo. Sou muito agredecido à minha equipe, a todos que me deram apoio nesses últimos anos. Eu tive a cirurgia, passei seis meses fora do circuito, enfrentei uma lesão séria pela primeira vez na carreira. Eu não sabia o que esperar, foram muitos momentos de dúvida se eu conseguiria voltar a ter o mesmo nível para competir. Essa foi minha primeira semifinal de Grand Slam nos últimos dois anos e não há lugar melhor no mundo para realizar um retorno. É um lugar sagrado do tênis e sempre sonhei em segurar esse troféu, desde criança, quando comecei a jogar tênis. É muito especial - afirmou Djokovic após o jogo.

 

Foram mais de dois anos desde que Djokovic tinha chegado na sua última final de Grand Slam - em Roland Garros, em 2016. De lá para cá, o sérvio teve uma queda de desempenho, sofreu com lesões, mas parece estar pronto para brigar pelas primeiras posições do ranking. Com o título desde domingo, ele agora soma 13 conquistas em Grand Slams e se coloca apenas atrás Roger Federer (20), Rafael Nadal (17) e Pete Sampras (14) entre os maiores vencedores de torneios deste nível.

A vitória ainda rende a Djokovic uma volta ao top 10 da ATP a partir da próxima segunda-feira. Sem pontos a defender até o fim da temporada, a tendência é que avance ainda mais rumo ao topo nos próximos meses. Para Kevin Anderson, que chegou à sua segunda final de Grand Slam - também disputou o US Open de 2017 - valeu a subida para o 5º lugar no ranking, a melhor posição de sua carreira aos 32 anos. 

Novak Djokovic e Kevin Anderson na premiação (Foto: REUTERS/Tony O'Brien)
Novak Djokovic e Kevin Anderson na premiação (Foto: REUTERS/Tony O'Brien)

O jogo

Quem esperava um primeiro set longo, com Kevin Anderson dando trabalho com seu poderoso saque, viu Djokovic mudar o cenário no primeiro game. Com devoluções firmes e contando com uma dupla falta do sul-africano, quebrou o saque e abriu rapidamente 2/0. O sérvio manteve o ritmo forte, dando poucas chances para o rival e, desta forma, conseguiu um novo break acelerando firme no fundo da quadra no quinto game. Djokovic seguiu confirmando seus saques sem dar espaços e fechou em 6/2.

Sentindo os efeitos de um total de quase 11h jogadas nos últimos dois jogos, Anderson já parecia exausto ao fim do primeiro set e pediu atendimento do fisioterapeuta. Djokovic, firme, devolveu bem demais no game inaugural mais uma vez e abriu com quebra. O sul-africano sofria para conseguir confirmar seus serviços, enquanto o sérvio seguia atuando solto, variando bem os golpes e balançando o rival. Com mais uma quebra, Djokovic abriu 5/1 com autoridade. Anderson ainda chegou a ameaçar, teve seu primeiro break point, mas novamente o ex-número 1 foi firme para se salvar e confirmar o game, fazendo um novo 6/2.

 
Kevin Anderson recebe atendimento durante a final de Wimbledon (Foto:  REUTERS/Andrew Couldridge)
Kevin Anderson recebe atendimento durante a final de Wimbledon (Foto: REUTERS/Andrew Couldridge) 

No terceiro set, Anderson voltou bem melhor. Já parecendo mais adaptado às condições de jogo, começou a encaixar melhor seu saque e ganhou confiança ao abrir a disputa confirmando o serviço - diferente das parciais anteriores. Além disso, passou a sustentar melhor as trocas no fundo da quadra e a ameaçar o saque de Djokovic, como foi no oitavo game, quando chegou a ter o break point, mas o sérvio foi firme para manter e fazer 4/4.

Anderson confirmou mais uma vez e forçou Djokovic, que ficou em apuros em três duplas faltas no game, mas conseguiu se livrar de dois set points. No 6/5, mais uma vez, o sérvio se complicou e precisou salvar outros três set points, num momento bastante favorável para o sul-africano. A decisão ficou para o tie-break. E, ao que parece, ter se salvado dos break points elevou a moral de Djokovic. O sérvio foi firme nas devoluções e abriu dois mini breaks, sempre aproveitando seus saques. Rapidamente, ele abriu 5-1. Um erro não forçado de Djokovic parecia que daria uma sobrevida a Anderson, mas ele ganhou mais um ponto nas trocas com o rival e, com 6-3, sacou bem demais para garantir o título. 

Novak Djokovic comemora o título de Wimbledon 2018 (Foto: REUTERS/Andrew Couldridge)
Novak Djokovic comemora o título de Wimbledon 2018 (Foto: REUTERS/Andrew Couldridge)

 

 

Globo Esporte

Federer festeja o 98º troféu na carreira | AFP

Tênis

Roger Federer celebrou a volta ao topo do ranking com mais um troféu, o 98º da carreira, o 18º na grama. Na final do ATP 250 de Stuttgart, neste domingo, o suíço bateu o canadense Milos Raonic, por 6//4 e 7/6 (7/3).

- Estou feliz, penso que fiz uma boa final. Acho que fui muito bem em todo o torneio, após não ter jogado por um tempo. Foi um grande retorno para mim - festejou o primeiro suíço a vencer o torneio. Federer não jogava desde o Masters 1000 de Miami, em março, quando caiu na estreia. Desde então, optou por não jogar a temporada de saibro, como fizera nos últimos anos.

- Talvez eu tenha jogado melhor nos  pontos mais importantes. É claro que estou feliz por, finalmente, vencer em Stuttgart - acrescentou o número 1 do mundo.

O recordista de títulos de Grand Slam (20), aos 36 anos, garantira o retorno ao topo na véspera, quando superou o australiano Nick Kyrgios nas semifinais. Nas próximas semanas, no entanto, o suíço, eliminado na estreia ano passado em Stuttgart, não terá mais como somar pontos, já que defenderá os títulos no ATP 500 de Halle, também na Alemanha, e em Wimbledon.

No próximo torneio alemão, o suíço já sabe até quem enfrentará na estreia: o esloveno Aljas Bedene.

Se treino é treino e jogo é jogo, uma coisa é derrotar Nadal em qualquer outro torneio no saibro. Outra, bem diferente, é superá-lo em seu torneio preferido. Quem reaprendeu esta lição foi Dominic Thiem. Único a derrotar o espanhol em seu piso preferido na temporada atual e em 2017,  o austríaco até que lutou bastante neste domingo. Mas, pela terceira vez na carreira, foi superado pelo rival em Roland Garros. A vitória, por 6/4, 6/3 e 6/2, rendeu ao líder do ranking, que chegou a pedir atendimento médico no set final, seu 11º troféu no torneio parisiense e o 17º Grand Slam.

- É mais que um sonho ganhar Roland Garros pela 11 vez - disse, logo após a partida, o multicampeão que soma 86 vitórias e apenas duas derrotas no torneio. Os únicos que conseguiram derrotá-lo em seu torneio predileto foram o sueco Robin Soderling, em 2009, e o sérvio Novak Djokovic, há três anos. 

 Mês passado, o austríaco, de 24 anos e oitavo do mundo, vencera o Rei do Saibro nas quartas de final do Masters 1000 de Madri. Um ano antes, a vitória foi na mesma fase, só que no Masters 1000 de Roma. Na capital francesa, os dois haviam se enfrentado na segunda rodada de 2014 e nas semis da temporada passada, todas vencidas pelo espanhol. 

 Único jogador a vencer tantas vezes o mesmo Grand Slam, o espanhol erguera o troféu em Paris em 2005, 2006, 2007, 2008, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014 e 2017. Seus outros Majors foram no Aberto da Austrália (2009), Wimbledon (2008 e 2010) e US Open (2010, 2013 e 2017).

Com o rival visivelmente nervoso com sua primeira final de Slam, logo no segundo game, Nadal conquistou a quebra. Mas Thiem logo se recuperou, devolvendo a quebra em seguida, quando o espanhol servia em 2/0. O líder do ranking ainda teve chance de voltar a melhor no saque do oponente no quarto game, mas o número oito do mundo. No sexto game, que durou mais de 12 minutos, o oitavo do mundo salvou dois breaks. O austríaco vinha lutando bastante, até que, no último game, cometeu erros bobos, foi quebrado, e o espanhol levou a primeira parcial. 

 Após o deslize no final do primiero set, Thiem chegou a salvou três breaks no segundo game da série seguinte, mas acabou quebrado. Em seguida, o número 1 do mundo sacou para abrir 3/0. Depois, fez 4/1. No equilibradíssimo sétimo game, com o espanhol sacando em 4/2, o oponente até teve um break, mas Nadal salvou. Dois games depois, entretanto, sem sustos, o líder do ranking sacou e fechou nova parcial. 

 Heróico, Thiem salvou nada menos que quatro breaks na abertura do terceiro set. Porém, dois games depois, o inevitável aconteceu, e o Touro Miúra voltou a levar a melhor no serviço do rival. Sacando em 2/1, Nadal causou apreensão ao pedir atendimento médico, durante o game, para um problema na mão esquerda. O multicampeão voltou a pedir atendimento, mas ainda assim, na quinta chance que teve, fechou o jogo, fazendo ainda mais história no saibro parisiense.

Thiem observa a bola na derrota para Nadal

 

O Globo

Em um jogo amistoso e em clima de festa, que marcou os retornos das veteranas Camila Brait, Fabiana e Sheilla, a seleção brasileira feminina de vôlei derrotou a Argentina com muita facilidade, por 3 sets a 0, com parciais de 25/8, 25/17 e 27/25. A partida foi disputada em Suzano (SP).


A líbero Camila Brait, a oposta Sheilla e a central Fabiana, as duas últimas bicampeãs olímpicas, não defendiam o Brasil desde 2016. A ideia do técnico José Roberto Guimarães, com o retorno do trio, é mesclar a experiência das veteranas com as atletas mais jovens do atual elenco.

“Estou feliz de volta à seleção, de saber que minha filha pode me ver jogar”, disse Camila Brait. A líbero havia anunciado a aposentadoria da seleção brasileira um dia após ser cortada da equipe que disputaria os Jogos Olímpicos Rio-2016. No início deste ano, ela foi chamada por Zé Roberto para a Liga das Nações, mas recusou a convocação. O treinador voltou a convocá-la e, desta vez, Camila aceitou retornar. Ela substituiu Leia no segundo set e fez um jogo seguro.

Das três, apenas Fabiana começou o jogo entre as titulares. No entanto, a central, escalada para jogar ao lado de Bia, ficou pouco tempo em quadra. Ela sentiu um problema após uma tentativa de bloqueio e foi substituída no início do primeiro set. Não voltou mais à quadra e assistiu do banco ao restante do jogo.

Sheilla entrou em quadra com Roberta na inversão do 5 x 1 na metade da primeira parcial e pontuou em seu quarto ataque. Ela ficou no banco no segundo período e retornou à quadra na última parcial. Não foi destaque, mas teve papel importante no triunfo em que o Brasil foi amplamente superior, especialmente nos dois primeiros sets, e não encontrou dificuldade para despachar o rival sul-americano. O maior massacre se deu no primeiro set, vencido por 25 a 8, depois de muitos erros das argentinas.

A jovem equipe argentina melhorou na segundo set e endureceu a partida. As adversárias chegaram a abrir 8 a 4 e ficaram em vantagem até o 12º ponto, quando o ataque brasileiro voltou a encaixar voltou e a virada começou a ser construída. No final, 25 a 17.

O terceiro e último set acabou sendo o mais equilibrado em razão da instabilidade do time de Zé Roberto, que cometeu falhas no passe e perdeu eficiência no ataque, e do crescimento da Argentina. No entanto, a experiência e a qualidade técnica fizeram diferença e o Brasil fechou o jogo o set em 27 a 25 com um ace da central Carol e definiu o triunfo.

As brasileiras reencontram as argentinas em outro amistoso nesta terça-feira, às 21h30, novamente em Suzano. Os amistosos servem de preparação para os próximos desafios da seleção feminina na temporada: o Campeonato Sul-Americano de 28 de agosto a 1º de setembro, no Peru, e a Copa do Mundo, de 14 a 29 de setembro, no Japão.

Líder da fase classificatória, a seleção brasileira masculina de vôlei estreia, nesta quarta-feira, na Fase Final da Liga das Nações de vôlei masculino. A etapa onde se concentram as seis melhores equipes do campeonato acontece em Chicago, nos Estados Unidos, e terá início para o Brasil com um desafio contra a Polônia. A partida terá início às 18h30.

A equipe treinada por Renan dal Zotto chega para a fase decisiva com 14 vitórias, apenas uma derrota e 39 pontos somados. Os poloneses, adversários desta quarta-feira, classificaram na quinta posição, com 11 triunfos, quatro revezes e o total de 30 pontos conquistados.

Líder nas estatísticas de recepção na fase classificatória da Liga das Nações com 27,67% de eficiência, o líbero Thales destaca o valor do estudo dos adversários, em especial nesta etapa final.

“Fiquei muito feliz com esse resultado. Estudamos muito os adversários, o Henrique Modenesi, nosso analista de desempenho, mostra bastante material com os saques dos times com quem vamos jogar, então, tudo isso é de grande importância para o nosso dia a dia. Agora chegou o momento mais importante do campeonato e todo conhecimento é fundamental”, afirmou Thales.

Outro destaque do Brasil na fase de classificação, o ponteiro Leal foi o maior pontuador da Seleção. O jogador apareceu em décimo no ranking, com um total de 160 pontos marcados, sendo 128 de ataque, 17 de bloqueio e 15 de saque.

“Fizemos bons jogos nas cinco etapas disputadas e estou confiante que vamos conseguir repetir essas boas apresentações agora nas finais. Sabemos da dificuldade que é encarar logo a Polônia, eles têm um time forte, mas o nosso grupo está preparado. Treinamos muito forte nesta semana e nosso time chega com tudo para essa partida”, afirmou Leal.

 

A segunda partida do Brasil nesta fase será na sexta-feira, às 19h, desta vez contra o Irã. Os iranianos lideraram a competição em boa parte da etapa classificatória, chegando a Chicago na segunda colocação, com a campanha de 12 vitórias e três derrotas.

Caso garanta a classificação, a seleção brasileira disputará a semifinal no sábado. A grande decisão da Liga das Nações está marcada para o domingo. Essa é a segunda edição do torneio, que teve a Rússia como campeã na estreia.

A Seleção Brasileira de vôlei feminino foi derrotada na manhã deste domingo pela final da Liga das Nações. As brasileiras abriram 2 sets a 0, mas sofreram a virada e perderam por 3 sets a 2 para os Estados Unidos.

Mesmo assim, o Brasil encerra sua participação na Liga das Nações com três jogadoras na seleção do torneio, o maior número de jogadoras na equipe. Foram escolhidas a levantadora Macris, a ponteira Gabi (como segunda da posição) e a central Bia foram eleitas para o time ideal do torneio.

Campeã, a seleção norte-americana tem duas jogadoras, a central Haleigh Washington (como segunda da posição) e a líbero Megan Courtney, mas também teve a melhor jogadora do torneio em Andrea Drews. China, com a ponteira Liu Yanhan, e Turquia, com a oposta Ebrar Karakurt, tiveram uma jogadora cada na seleção do campeonato.

Bia, eleita a melhor central, se disse feliz por ser eleita a melhor central, mas trocaria o prêmio pelo título da Liga das Nações. “O prêmio individual me deixou feliz porque estou buscando melhorar diariamente. Trocaria esse prêmio pelo título, mas sei que estamos no caminho certo”.

Seleção da Liga das Nações de vôlei
Melhor jogadora: Andrea Drews (Estados Unidos)
Melhor levantadora: Macris (Brasil)
Melhor ponteira: Liu Yanhan (China)
2ª melhor ponteira: Gabi (Brasil)
Melhor central: Bia (Brasil)
2ª melhor central: Haleigh Washington (Estados Unidos)
Melhor oposta: Ebrar Karakurt (Turquia)
Melhor líbero: Megan Courtney (Estados Unidos)

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O piloto inglês da Mercedes, Lewis Hamilton venceu em casa e ficou com o primeiro lugar no pódio do GP da Inglaterra, no circuito Silverstone, neste domingo (14). Líder na classificação geral desta temporada, Hamilton teve desempenho melhor que ao do companheiro Valtteri Bottas, que largou na pole position, mas terminou a prova em segundo lugar.

Charles Leclerc, da Ferrari, largou em terceiro lugar e terminou a corrida na mesma posição, completando o pódio.

Pierre Gasly e Max Verstappen, ambos da RBR, ficaram com a quarta e quinta colocação, respectivamente.

Sebastian Vettel foi punido em dez segundos por conta de um choque com Verstappen. O alemão não desacelerou e bateu na traseira do holandês, prejudicando o desempenho de ambos na parte final da corrida.

Com a vitória, Hamilton soma 223 pontos, isolando-se na primeira posição. Bottas foi a 184 pontos, enquanto Leclerc chegou aos 120.

O austríaco Niki Lauda, tricampeão de Fórmula 1, morreu nesta segunda-feira (20) aos 70 anos, informou na noite de hoje sua família em um comunicado divulgado pelos meios de comunicação britânicos.

Lauda travou grandes duelos e manteve uma grande rivalidade nas pistas com o piloto britânico James Hunt, retratado no filme “Rush”, dirigido por Ron Howord e lançado em 2013. No ano passado, ele concordou em vender o controle de sua companhia aérea Laudamotion para a Ryanair e era acionista da equipe Mercedes de Formula 1.

Valtteri Bottas venceu o Grande Prêmio do Azerbaijão deste domingo, enquanto a Mercedes conseguiu a marca histórica de quatro dobradinhas consecutivas no início de uma temporada de Fórmula 1. A equipe ultrapassou a Williams, que era recordista da com três dobradinhas consecutivas em no começo de 1992.

Vettel foi o primeiro dos líderes a mudar do pneu macio para o médio na volta 13. Nas três seguintes, Bottas, Hamilton e Max Verstappen fizeram suas trocas, enquanto Charles Leclerc assumiu a liderança da corrida permanecendo na pista com os pneus médios.

Após seu incidente durante a qualificação, Leclerc largou com os médios e só parou para colocar os macios na volta 35. Antes da parada, Bottas, Hamilton e Vettel ultrapassaram o monegasco, que acabou na quinta posição — e somou mais um ponto pela volta mais rápida da corrida.

Max Verstappen cruzou a linha na quarta posição, enquanto seu companheiro de Red Bull, Pierre Gasly, abandonou a corrida na sexta posição quando parou com problemas em seu motor Honda na volta 40. Sergio Perez então foi promovido para a P6 — seu melhor resultado desde o GP da Bélgica na última temporada.

Confira o resultado final do Grande Prêmio do Azerbaijão, quarta etapa da temporada 2019 da F1:

1) Valtteri Bottas (Mercedes)
2) Lewis Hamilton (Mercedes)
3) Sebastian Vettel (Ferrari)
4) Max Verstappen (Red Bull/Honda)
5) Charles Leclerc (Ferrari)
6) Sergio Pérez (Racing Point/Mercedes)
7) Carlos Sainz Jr. (McLaren/Renault)
8) Lando Norris (McLaren/Renault)
9) Lance Stroll (Racing Point/Mercedes)
10) Kimi Räikkönen (Alfa Romeo/Ferrari)
11) Alexander Albon (Toro Rosso/Honda)
12) A.Giovinazzi (Alfa Romeo/Ferrari)
13) Kevin Magnussen (Haas/Ferrari)
14) Nico Hülkenberg (Renault)
15) George Russell (Williams/Mercedes)
16) Robert Kubica (Williams/Mercedes)
17) Romain Grosjean (Haas/Ferrari)
18) Pierre Gasly (Red Bull/Honda)
19) Daniil Kvyat (Toro Rosso/Honda)
20) Daniel Ricciardo (Renault)

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