Dourados-MS,
Câmara_plano_diretor

Em sua estreia na temporada, a seleção brasileira masculina de vôlei sofreu na noite desta quarta-feira, mas derrotou o Canadá por 3 sets a 2, com parciais de 22/25, 25/17, 21/25, 25/20 e 15/10. O amistoso disputado no ginásio do Taquaral, em Campinas, foi o primeiro teste da equipe Renan Dal Zotto neste ano.

As duas seleções voltam a se enfrentar na noite de sexta-feira, novamente em Brasília, encerrando esta série de dois amistosos de preparação para a Liga das Nações. Os brasileiros vão estrear na competição que substituiu a Liga Mundial no ano passado, no dia 31 deste mês.

Para este segundo duelo, Renan já tem uma preocupação. O levantador Fernando Cachopa sentiu uma lesão no ombro esquerdo no final do quarto set e foi substituído. Ele será reavaliado nesta quinta-feira.

“Não preocupa, fiquei com medo na hora, mas fiz uma avaliação com fisioterapeuta e médico. Me deram um remédio e vamos ver como vai acordar amanhã, mas acho que não vai ser nada preocupante”, disse o jogador, reserva do levantador Bruninho, em entrevista ao canal Sportv. O titular só deve se apresentar para o início da Liga das Nações.

Buscando ritmo de jogo, a seleção brasileira oscilou ao longo dos cinco sets da partida e demonstrou certa falta de entrosamento em seu primeiro desafio numa temporada que deve ser pesada para jogadores e comissão técnica, em razão da Copa do Mundo, do Pré-Olímpico e também dos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru.

Por isso, o ponteiro Wallace fez avaliação positiva deste primeiro jogo da equipe no ano. “Às vezes achamos que o Canadá não tem expressão, mas é um time chato de jogar. Sabíamos que daria trabalho. Ainda estamos nos entrosando. Mas foi um bom passo. Ganhar é sempre bom. E o caminho é longo ainda”, disse Wallace.

Na Liga das Nações, o ponteiro terá um forte concorrente na briga por um lugar entre os titulares. O cubano naturalizado brasileiro Leal joga na mesma posição e foi incluído nesta convocação, a primeira de um estrangeiro na história da seleção.

Apesar da concorrência, Wallace garantiu que o reforço será bem recebido pela equipe. “Vai ser um bom teste, ver se ele consegue se adaptar aos treinamentos e ao time, mas ele vai ser bem recebido. O trabalho que ele mostrar nos treinos é que vai fazer ele jogar ou não”, disse o ponteiro, antes de brincar com o novato na seleção. “Vai ter bastante roupa para ele lavar. Mas é isso que a gente faz com os novatos.”

Uma veterana de 25 anos. É o status atual de Gabi na seleção brasileira feminina de vôlei. Referência do renovado time do técnico José Roberto Guimarães, a ponteira do Minas assumiu a braçadeira de capitã e comandou a boa vitória sobre a China, em Brasília, pela rodada de abertura da Liga das Nações 2019: 3 sets a 0, parciais de 25/15, 25/21 e 25/21.

Foram 20 pontos de Gabi, que chamou a responsabilidade nos momentos mais cruciais e terminou como o principal nome do jogo. Paula Borgo (16) e Mara (12) também foram bastante acionadas pela levantadora Macris e ajudaram a conduzir a grande produção ofensiva do time.

A seleção brasileira volta a jogar nesta quarta-feira, quando encara a República Dominicana, às 20h (de Brasília). A participação na etapa do Distrito Federal termina na quinta-feira, contra a Rússia, no mesmo horário.

A capitã Gabi

Aniversariante da semana, Gabi ganhou de presente a faixa de capitã do técnico Zé Roberto. Estreando no posto, a ponteira, que completou 25 anos no domingo, não sentiu a pressão. Foi a bola de segurança de Macris e o principal pesadelo da defesa chinesa.

A craque do Minas desponta como referência na importante temporada que a seleção brasileira tem pela frente. Além da Liga das Nações, o time disputa nos próximos cinco meses os Jogos Pan-Americanos de Lima (agosto), a Copa do Mundo do Japão (setembro) e a principal competição do ano: o pré-olímpico para os Jogos de Tóquio 2020, marcado para o início de agosto, em Belo Horizonte.

Noite de estreia

Diferentes fatores como calendário, contusões e pedido de dispensa de algumas veteranas fizeram o técnico José Roberto Guimarães ter que acelerar o processo de renovação do elenco. Oportunidade para testar algumas jovens promissoras como Júlia Bergmann, que fez a estreia pela seleção brasileira principal.

A ponteira de 18 anos entrou logo no primeiro set, mas foi na última parcial que teve mais tempo em quadra e foi acionada algumas vezes pelas levantadoras Macris e Roberta.

- Fiquei um pouco nervosa no começo, mas as meninas me ajudaram muito. Dei o meu melhor e quero jogar. Ele (Zé Roberto) já tinha conversado com a gente, disse para dar o meu máximo. Fiquei sempre olhando para ele para ver se me chamava. Então, foi bem legal - disse Júlia.

Foto - Divulgação

Assim como na derrota na semifinal, para a Turquia, o Brasil não se encontrou ao encarar a China na disputa pelo terceiro lugar. Na madrugada deste domingo (1), no Brasil, a seleção feminina de vôlei caiu diante das donas da casa por 3 sets a 0, com parciais de 25/18, 25/22 e 25/23. A decisão entre Turquia e Estados Unidos terminou com as americanas campeãs.

Chinesas foram superiores (Foto: Divulgação/FIVB)

Com a produção abaixo do esperado, o Brasil ainda contou com o desfalque da líbero Suelen, que sofreu uma fratura na mão e deu lugar à Gabiru, que não entrou com o mesmo ritmo das companheiras. A China soube se aproveitar ofensivamente das fragilidades brasileiras e também não desperdiçou os erros do time de José Roberto Guimarães.

A partida começou equilibrada, mas com o Brasil tomando a frente do placar. Foi apenas depois dos 10 pontos que a China ameaçou uma virada que se concretizou quando ela fez 13/12. As chinesas não abriram e conseguiram construir uma vantagem de cinco pontos. As brasileiras tentaram correr atrás do prejuízo, mas com Zhu inspirada, as adversárias não permitiram uma reação e fecharam o primeiro set com boa diferença.

Na segunda parcial, o Brasil esboçou uma reação saindo na frente e tentando segurar a ponta no marcador, chegando a abrir três pontos de vantagem, com boa aparição de Tandara. Mas a China não demorou para se recuperar e virar, o que parece ter desestabilizado a seleção brasileira. Aparentemente nervosas, as meninas não mostraram força para ir atrás do placar e viram as adversárias fechar mais um set.

Na última série, jogo equilibrado. As brasileiras não abriram mão do jogo e tentaram se manter vivas revezando a liderança do marcador até a metade do set. A China, então, retomou a frente e seguiu para a vitória da partida.

Depois de vencer a Coreia do Sul e o Japão em Goiânia (GO), a Seleção Masculina de vôlei teve embate difícil, na tarde deste domingo, contra os Estados Unidos, mas venceu por 3 sets a 2. Com o resultado, Brasil conseguiu a sexta vitória em cima dos EUA nos últimos sete embates. Desta vez, para ficar à frente na Liga das Nações, os nacionais concluíram com parciais de 21/25, 20/25, 25/19, 25/19 e 20-18.

Em um clássico entre as equipes que fizeram até final olímpica (em 2008, na China, com vitória americana), Renan Dal Zotto usou Bruno, Wallace, Lipe, Maurício Souza, Lucão, Maurício Borges e o líbero Murilo no início do embate. Depois de perder os dois sets iniciais, o Seleção fez bom jogo na terceira etapa e faturou também a quarta. Com estilo reformulado e contando com o destaque Isac, no tie-break acirrado, foram os nacionais quem levaram a melhor. Maurício Borges foi o maior pontuador da equipe.

O jogo

Com saque na rede dos norte-americanos, a Seleção pôde marcar o primeiro ponto do embate. Erros lá e cá fizeram com que os minutos iniciais da partida fossem equilibrados. Com os norte-americanos inflados no clássico, os nacionais precisaram de tempo para se encaixar em quadra. O Brasil também mostrou volume de jogo para conseguir encostar nos adversários, que estavam à frente.

Na segunda parcial, os norte-americanos começaram abrindo vantagem e fizeram 7 a 2. Com boa base do bloqueio, os visitantes dificultaram a vida dos nacionais. Os brasileiros voltaram a se reconhecer em quadra e com bloqueio duplo de Lipe com Mauricio diminuíram a vantagem rival. Com saque de Russell na rede, o time de Bruninho ficou ainda mais próximo de igualar o placar, mas foi superado.

Tendo mudança no ritmo de jogo, os brasileiros conseguiram abrir importante margem para se manter vivo no embate no terceiro set. Isac voltou a mostrar importância na equipe. Depois de dois erros do Brasil, time confirmou ponto, venceu o terceiro set e forçou a quarta parcial.

Querendo terminar a partida, os EUA não deram chances para os adversários e ficaram com os primeiros pontos. Erros dos dois lados mantiveram a etapa acirrada, mas com o Brasil à frente a maior parte do tempo. Com pouca variação na quadra, os nacionais levaram a melhor e, outra vez, adiaram o fim do embate.

Na quinta e decisiva etapa, pouca coisa mudou e os dois times mostraram bom vôlei. Os Estados Unidos chegaram a deixar o Brasil à frente, depois de erros, mas não tardou para que o placar voltasse a ficar igual. No set point americano, Patch jogou a bola fora e deixou Evandro igualar. O Brasil não confirmou seu match point em saque de William, que viu Murilo buscar bola norte-americana que ia fora. Em desafio, o Brasil conseguiu match point. Com ace de Isac, a Seleção levou a melhor.

Torcida da Holanda fez a festa em confronto com o Brasil — Foto: FIVB

Esqueça que o Brasil venceu fácil a Holanda em três amistosos de preparação. Que chegou ao confronto deste sábado com duas vitórias no Mundial masculino, com moral por bater a poderosa França. Desta vez, a seleção foi envolvida por um surpreendente e inspirado adversário, que anulou o passe e neutralizou o ataque brasileiro. De virada, por 3 sets a 1, com parciais de 21/25, 25/20, 25/20 e 25/21 o time de Guido Vermeulen fez o jogo da vida na Arena de Ruse e derrubou a invencibilidade dos atuais campeões olímpicos na competição - quebrando ainda uma escrita de 52 anos sem vencer o Brasil em Mundiais.

A seleçao de Renan Dal Zotto só volta a jogar na segunda-feira, contra o Canadá, único time ainda invicto no Grupo B. A Holanda encara a França às 14h30 (horário de Brasília) deste domingo, em partida com transmissão ao vivo do SporTV2. 

Holanda surpreendeu o Brasil neste sábado — Foto: FIVB
Holanda surpreendeu o Brasil neste sábado — Foto: FIVB

O Brasil começou com a formaçao titular da estreia contra o Egito, com Kadu de volta ao time no lugar de Lipe. A Holanda, por outro lado, só manteve um titular, além do líbero, em relação ao grupo que venceu a China na véspera. A alteração mais surpreendente foi a saída de Nimir Abdel-Aziz, capitão e maior pontuador do time até então.

As modificações de Guido Vermeulen se mostraram muito interessantes, mas não ameaçaram a dianteira do Brasil no primeiro set. Apostando tudo no saque, os europeus pecaram no fundamento no início e deixaram o Brasil abrir três pontos de vantagem com as jogadas pelo meio. A margem até caiu para um ponto em bloqueio de Ter Horst sobre Wallace, mas duas boas viradas de Douglas alargaram a margem para quatro (14 a 10). A diferença se manteve, e em saque para fora de Nimir, que entrou no meio da parcial, a seleção saiu na frente: 25/21. 

Holanda conseguiu quebrar o passe e neutralizar o ataque brasileiro — Foto: FIVB
Holanda conseguiu quebrar o passe e neutralizar o ataque brasileiro — Foto: FIVB 

Na segunda parcial, a história foi diferente. Sem desperdiçar tantos pontos no saque, a Holanda teve Ter Horst e Van Garderen como destaques e chegou à frente na primeira parade técnica. Com a queda de rendimento do passe brasileiro, o bloqueio europeu se sobressaiu e alargou a margem para quatro pontos (11 a 7). Renan lançou Lucas Loh na vaga de Kadu, mas a alteração não neutralizou a situação. A diferença chegou a seis pontos (15 a 9), e Renan arriscou mais. Testou Maurício Souza, Evandro e Willian. Não foi o suficiente para evitar o empate: 25/20.

Embalada pelo set espetacular, a Holanda brilhou no saque e abriu 4 a 1, forçando Renan a pedir logo no início da terceira parcial. A diferença caiu para um ponto, mas novamente foi a três no primeiro tempo técnico. Lipe entrou na vaga de Lucas Loh, e o moral do time mudou. A virada foi construída em excelente passagem de Lucão pelo saque e selada em bloqueio de Maurício (12 a 11).

O ótimo serviço de Ter Maat fez a liderança trocar de lado na segunda parada técnica (16 a 13). Com William e Evandro em quadra, o Brasil fez três pontos em sequência e buscou o empate. Mas novamente desperdiçou a chance. A Holanda seguiu implacável, levantou a torcida e virou com bola de xeque de Ter Horst: 25/20. 

Torcida da Holanda fez a festa em confronto com o Brasil  — Foto: FIVB
Torcida da Holanda fez a festa em confronto com o Brasil — Foto: FIVB 

O Brasil conseguiu manter o placar parelho no início do quarto set, mas era evidente a diferença do moral dos dois times. O brasileiro, cabisbaixo, chegou atrás na primeira parade técnica. Evandro entrou na vaga de Wallace, que deixou a quadra muito irritado com o próprio desempenho. Em ace de Lucão, o Brasil chegou ao empate em 11 pontos. A alegria mais uma vez durou pouco. A Holanda seguiu anulando a linha de passe do Brasil e se agigantou no bloqueio (16 a 13).

Renan parou o jogo, colocou William, e uma reação se desenhou. O 19 a 15 virou 19 a 18 após bloqueios de Lucão e Lucas Loh. Com o central no saque, Evandro achou o empate no bloqueio (21 a 21). Mas tudo seguia dando certo do lado holandês. Ter Maat foi fumilnante no saque, e um ataque de Lipe para fora selou a vitória da Holanda: 25 a 21 e uma festa que parecia de título.

 

Globo Esporte

Foto - FIVB

Após duas derrotas consecutivas por 3 sets a 0, o Brasil entrou em quadra neste domingo em Varna, na Bulgária, em jogo válido pela quarta semana da Liga das Nações masculina de voleibol, para encarar os donos da casa. O confronto foi uma verdadeira batalha. Depois de um empate em 2 a 2, a partida foi para o tie-break. Melhor para os búlgaros, que venceram por 3 a 2, parciais de 25/22, 19/25, 25/15, 18/25 e 15/12, fazendo a seleção brasileira amargar sua quarta derrota no campeonato.

 
Brasileiros sobem para bloqueio contra búlgaros (Foto: FIVB)
Brasileiros sobem para bloqueio contra búlgaros (Foto: FIVB)

Os brasileiros venceram Sérvia, Alemanha, Coreia do Sul, Japão, Estados Unidos, Rússia, Irã e China. E foram superados pela Itália, Canadá, França e agora Bulgária.

Os duelos da quinta semana do Brasil vão acontecer em Melbourne, na Austrália. O primeiro confronto será contra os australianos, no dia 22 de junho, às 8h10. O segundo será diante da Polônia, em 23/06, às 7h10. No dia seguinte, a equipe pegará a Argentina, às 23h10. 

O jogo 

O jogo começou bem parelho. As duas seleções disputavam ponto a ponto. O "cardápio" era diversificado: ace búlgaro, bloqueio duplo do Brasil, bomba de 106km/h dos europeus e, claro, alguns erros tanto para a seleção verde e amarela quanto para a equipe do Velho Continente. Os búlgaros demonstravam um pouco mais de superioridade, preocupando Renan. No finzinho da parcial, as boas jogadas de Wallace voltaram a deixar o duelo disputado, mas os mandantes acabaram fechando em 25 a 22 em 31 minutos. 

Brasil x Bulgária pela Liga das Nações de Vôlei Masculino (Foto: FIVB)
Brasil x Bulgária pela Liga das Nações de Vôlei Masculino (Foto: FIVB) 

Mais uma vez, agora na segunda parcial, o jogo iniciou bem equilibrado. Mauricio deixou a seleção brasileira na frente, mas um erro de Wallace igualou tudo em 9 a 9. Depois, ele se redimiu e virou. Yordanov fez o 10º da Bulgária. O time de Dal Zotto abriu dois - 16 a 14 - quando seu bloqueio duplo, o quarto brasuca no jogo, funcionou. Com força, Wallace ampliou. Aos poucos, a equipe visitante foi dominando e, dessa forma, fechou em 25 a 19 com ponto de Douglas Souza explorando bloqueio búlgaro.

Na terceira parcial, muitas falhas brasileiras ajudavam a Bulgária. Um erro de Murilo em particular chamou a atenção. Após falha da defesa, ele precisou passar de toque, mas mandou a bola para fora. Renan ficou irritado. O time búlgaro abriu quatro pontos: 6 a 2. O ritmo seguiu o mesmo, e os búlgaros abriram 13 a 7, maior diferença do jogo até então, fazendo o técnico brasuca pedir tempo. A conversa não adiantou, e os europeus fecharam tranquilamente por 25 a 15. 

Brasil x Bulgária em ação neste domingo (Foto: FIVB)
Brasil x Bulgária em ação neste domingo (Foto: FIVB)

O Brasil voltou muito melhor no quarto set. Jogadores como Lucão, que estavam apagados nas outras parciais, passaram a funcionar. Dessa forma, a seleção chegou à vitória no set por 25 a 18, levando para o tie-break. Mais uma vez, jogo lá e cá, ponto a ponto disputado. Isac sobressaía pela seleção brasileira, mas os búlgaros eram levemente superiores. Um bom ataque de Penchev levou para o primeiro match point, com 14 a 11. Alan evitou na rede, mas Semenov fechou o jogo pelo meio: 15 a 12.  

Confira o desempenho do Brasil na Liga das Nações 

1ª semana - jogos em Kraljevo, na Sérvia
25.05 – Brasil 3 x 0 Sérvia (25/22, 25/22 e 26/24)
26.05 – Brasil 2 x 3 Itália (25/18, 19/25, 21/25, 26/24 e 8/15)
27.05 – Brasil 3 x 0 Alemanha (26/24, 25/23 e 26/24)

 

2ª semana - jogos em Goiânia, no Brasil
01.06 – Brasil 3 x 0 Coreia do Sul (25/21, 25/19 e 25/19)
02.06 – Brasil 3 x 0 Japão (26/24, 25/19 e 25/20)
03.06 – Brasil 3 x 2 Estados Unidos (21/25, 20/25, 25/19, 25/20 e 20/18)

 

3ª semana - jogos em Ufa, na Rússia
08.06 – Brasil 3 x 1 Rússia (25/21, 25/20, 25/27 e 25/18)
09.06 – Brasil 3 x 2 Irã (25/17, 23/25, 25/19, 21/25 e 15/13)
10.06 – Brasil 3 x 0 China (25/20, 25/19 e 27/25)

 

4ª semana - jogos em Varna, na Bulgária
15.06 – Brasil 0 x 3 Canadá (22/25, 32/34 e 22/25)
16.06 – Brasil 0 x 3 França (19/25, 23/25 e 23/25)
17.06 – Brasil 2 x 3 Bulgária (22/25, 25/19, 15/25, 25/18 e 12/15)

 

5ª semana - jogos em Melbourne, na Austrália
22.06 - 8h10 - Austrália x Brasil 
23.06 - 7h10 - Brasil x Polônia
24.06 - 23h10 - Brasil x Argentina

Finalizando a segunda semana de compromissos pela Liga das Nações, em Ancara, na Turquia, a Seleção Brasileira feminina de vôlei teve ótimo desempenho nesta quinta-feira e chegou à quinta vitória consecutiva no torneio. O adversário da vez foi a República Dominicana, que, sofrendo com a consistência e a variação de jogadas do time dirigido por Zé Roberto Guimarães, perdeu por 3 sets a 0, com parciais de 25/20, 25/10 e 25/13.

As dominicanas chegaram a equilibrar em alguns momentos, mas não conseguiram frear o volume de jogo das brasileiras, que cometeram pouquíssimos erros e tiveram amplo domínio da partida. Individualmente, o destaque ficou por conta de Adenízia, que teve uma grande atuação no meio de rede e nos bloqueios dos ataques das rivais.

Com o triunfo, o Brasil chega a 15 pontos ganhos na competição e permanece na vice-liderança, com um ponto a menos que os Estados Unidos, que venceram a Bélgica também nesta quinta-feira. A Seleção volta a atuar na próxima terça-feira (29), já em Apeldoorn, na Holanda, onde enfrenta a Coreia do Sul. A República Dominicana, com apenas cinco pontos ganhos, cai para 13ª posição da tabela.

Brasil acumula cinco vitórias e apenas uma derrota na Liga das Nações (Foto: William Lucas/CBV)
O Jogo

As dominicanas começaram bem no jogo e, logo de cara, abriram três pontos de frente. O Brasil não se abalou, empatou, virou e chegou a dois pontos de vantagem. Errando pouco e muito menos que as adversárias, as comandadas de Zé Roberto Guimarães conseguiram uma folga no placar pouco antes da reta final do primeiro set. Mantiveram o ritmo e fecharam a parcial em 25 a 20.

Principal arma ofensiva do Brasil, Tandara foi bem marcada no primeiro período. Porém, a equipe verde e amarela mostrou um repertório de ataque mais extenso que a República Dominicana, que, por sua vez, se mostrou dependente das ações de Martínez e Peña para colocar a bola no chão. Pelo meio de rede, Adenízia começou a se destacar, se tornando a maior pontuadora do Brasil na partida.

O segundo set começou bem equilibrado, com as dominicanas errando menos que no primeiro. No entanto, uma série de bloqueios de Adenízia colocou a Seleção Brasileira com ótima vantagem no marcador. Tandara também passou a aparecer bem e, na parada obrigatória, o placar marcava 16 a 6 para as brasucas. O ritmo seguiu intenso e a parcial foi fechada em 25 a 10.

O Brasil continuou não dando chance à República Dominicana no terceiro set. Com muita segurança e com as adversárias já mostrando certo desânimo, o time verde e amarelo abriu 16 a 7 na parada obrigatória. Mesmo com algumas substituições e a entrada de jogadoras que ainda não tinha atuado na partida, não sofreu riscos e fechou a última parcial em 25 a 13.

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