Dourados-MS,

Bastou à medalha de bronze na etapa de Manaus para as sul-mato-grossenses Carol e Aninha conquistarem o título do Circuito Brasileiro Sub-21 de Vôlei de Praia.

Na decisão pelo terceiro lugar, as meninas do Estado venceram as amazonenses Aline e Lorena por 2 sets a 0, com parciais de 22/20 e 21/16, em 56 minutos de jogo. A dupla de Mato Grosso do Sul terminou a classificação geral com 760 pontos.

O Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia sub-17, sub-19 e sub-21 é um campeonato de seleções estaduais, com as duplas representando a mesma federação. Cada Estado indica suas delegações, duas por gênero.

Dois dias depois de ser derrotada pela Holanda por 3 sets a 0, em Hamamatsu, no Japão, onde sofreu o seu primeiro revés nesta edição da Copa do Mundo, a seleção brasileira feminina de vôlei enfrentará o Quênia nesta quarta-feira, às 6 horas (de Brasília), na mesma cidade japonesa, em busca de reabilitação na competição.

Antes de cair diante das holandesas na segunda-feira, o time comandado pelo técnico José Roberto Guimarães bateu a Sérvia por 3 a 2 na sua estreia, no sábado, e depois superou a Argentina por 3 a 0 no domingo.

Com a derrota para a Holanda, o Brasil fechou a terceira rodada do torneio na quinta posição com cinco pontos, mesma pontuação da Rússia, quarta colocada pelos critérios de desempate. China, Holanda e Estados Unidos, que acumularam três vitórias em três jogos disputados, lideram, com nove pontos cada.

Disputada em turno único, com as 12 seleções participantes se enfrentando em sistema de pontos corridos, a Copa do Mundo vai até o próximo dia 29. A seleção brasileira feminina, bicampeã olímpica com os ouros em Pequim-2008 e Londres-2012, nunca conseguiu conquistar o título desta competição.

Essa também será a primeira vez que a Copa do Mundo não valerá ao seu campeão uma vaga nos Jogos Olímpicos. Após encarar as quenianas depois de um dia de folga das seleções no calendário do torneio, as brasileiras terão pela frente, em ordem, os Estados Unidos, a China, a República Dominicana, o Japão, Camarões, a Coreia do Sul e a Rússia em sua campanha.

SELEÇÃO MASCULINA – Depois de ter conquistado o título do Campeonato Sul-Americano no último sábado, no Chile, a seleção brasileira se reapresentou nesta terça-feira, no Centro de Desenvolvimento de Voleibol (CDV), em Saquarema (RJ), visando a sua participação na Copa do Mundo, que ocorrerá entre os dias 1º e 15 de outubro, também no Japão.

O desempenho do Brasil no torneio continental deixou o técnico Renan Dal Zotto feliz e convicto de que tem boa opções para formar a sua seleção jovens talentos como os opostos Alan e Felipe Roque, os centrais Flávio e Matheus, os levantadores Fernando Cachopa e Carísio, entre outros.

“Fomos com um grupo jovem para o Sul-Americano, optando por deixar cinco jogadores treinando em Saquarema e se preparando para a Copa do Mundo, e voltamos satisfeitos. Os garotos, que têm muito talento, corresponderam e provaram que vestir a camisa do Brasil é, no mínimo, inspirador. Eles assumiram a postura necessária e conseguiram virar o jogo na final contra a Argentina, que estava jogando muito bem. Foi uma experiência importantíssima para cada um deles”, disse Renan, se referindo ao triunfo por 3 sets a 2, com parciais de 24/26, 22/25, 31/29, 25/20 e 15/13, em Santiago, na decisão da competição.

O grupo de 14 jogadores que viaja ao Japão para a Copa do Mundo, que será disputada nas cidades de Nagano e Hiroshima, contará com os levantadores Bruninho e Fernando; os opostos Alan e Felipe Roque; os centrais Maurício Souza, Lucão, Isac e Flávio; os ponteiros Lucarelli, Maurício Borges, Leal e Douglas, além dos líberos Thales e Maique. A estreia do Brasil será no dia 1º de outubro, às 6 horas (de Brasília), contra o Canadá.

Líder da fase classificatória, a seleção brasileira masculina de vôlei estreia, nesta quarta-feira, na Fase Final da Liga das Nações de vôlei masculino. A etapa onde se concentram as seis melhores equipes do campeonato acontece em Chicago, nos Estados Unidos, e terá início para o Brasil com um desafio contra a Polônia. A partida terá início às 18h30.

A equipe treinada por Renan dal Zotto chega para a fase decisiva com 14 vitórias, apenas uma derrota e 39 pontos somados. Os poloneses, adversários desta quarta-feira, classificaram na quinta posição, com 11 triunfos, quatro revezes e o total de 30 pontos conquistados.

Líder nas estatísticas de recepção na fase classificatória da Liga das Nações com 27,67% de eficiência, o líbero Thales destaca o valor do estudo dos adversários, em especial nesta etapa final.

“Fiquei muito feliz com esse resultado. Estudamos muito os adversários, o Henrique Modenesi, nosso analista de desempenho, mostra bastante material com os saques dos times com quem vamos jogar, então, tudo isso é de grande importância para o nosso dia a dia. Agora chegou o momento mais importante do campeonato e todo conhecimento é fundamental”, afirmou Thales.

Outro destaque do Brasil na fase de classificação, o ponteiro Leal foi o maior pontuador da Seleção. O jogador apareceu em décimo no ranking, com um total de 160 pontos marcados, sendo 128 de ataque, 17 de bloqueio e 15 de saque.

“Fizemos bons jogos nas cinco etapas disputadas e estou confiante que vamos conseguir repetir essas boas apresentações agora nas finais. Sabemos da dificuldade que é encarar logo a Polônia, eles têm um time forte, mas o nosso grupo está preparado. Treinamos muito forte nesta semana e nosso time chega com tudo para essa partida”, afirmou Leal.

 

A segunda partida do Brasil nesta fase será na sexta-feira, às 19h, desta vez contra o Irã. Os iranianos lideraram a competição em boa parte da etapa classificatória, chegando a Chicago na segunda colocação, com a campanha de 12 vitórias e três derrotas.

Caso garanta a classificação, a seleção brasileira disputará a semifinal no sábado. A grande decisão da Liga das Nações está marcada para o domingo. Essa é a segunda edição do torneio, que teve a Rússia como campeã na estreia.

Por um momento, tudo pareceu desandar. O primeiro set perdido, a lesão de Maurício Souza, os (muitos) erros em sequência. Mas, às vezes, é preciso virar o jogo na marra. Neste domingo, no encerramento da fase classificatória da Liga das Nações, o Brasil soube mudar o rumo de uma noite que não começou muito bem. De virada e diante de 9.500 torcedores, a seleção brasileira bateu a Itália em Brasília em 3 sets a 1, parciais 26/28, 25/22, 25/18 e 25/18. Fechou com chave de ouro as duas semanas em que jogou à frente de sua torcida, com seis vitórias em seis jogos.

O Brasil já entrou em quadra com o primeiro lugar garantido na tabela. Agora, viaja para Chicago para disputar as finais, entre os dias 10 e 14 de julho. Após a vitória da França sobre o Canadá, as outras posições dos finalistas também foram confirmadas. Os grupos das finais, então, ficaram assim:

Os donos do jogo

Mais uma vez, Renan Dal Zotto usou seu banco para mudar o rumo da partida. Cachopa e Douglas Souza entraram muito bem no jogo e levaram o Brasil à vitória. Lucarelli fechou a partida com 19 pontos, um a mais que Alan. Douglas fez 12, e Flávio terminou a partida com 11.

Susto de Maurício Souza

No segundo set, depois de tentar um bloqueio, Maurício Souza caiu de mau jeito e torceu o tornozelo esquerdo. O central deixou a quadra carregado e não voltou mais. Durante toda a parcial, permaneceu deitado no banco de reservas. No intervalo para o terceiro set, deixou o ginásio carregado por companheiros. O jogador passará por exames nesta segunda-feira. Mas, após a partida, a comissão técnica do Brasil afirmou que o lance foi mais um susto, e que a lesão não deve ser séria.

Em um jogo amistoso e em clima de festa, que marcou os retornos das veteranas Camila Brait, Fabiana e Sheilla, a seleção brasileira feminina de vôlei derrotou a Argentina com muita facilidade, por 3 sets a 0, com parciais de 25/8, 25/17 e 27/25. A partida foi disputada em Suzano (SP).


A líbero Camila Brait, a oposta Sheilla e a central Fabiana, as duas últimas bicampeãs olímpicas, não defendiam o Brasil desde 2016. A ideia do técnico José Roberto Guimarães, com o retorno do trio, é mesclar a experiência das veteranas com as atletas mais jovens do atual elenco.

“Estou feliz de volta à seleção, de saber que minha filha pode me ver jogar”, disse Camila Brait. A líbero havia anunciado a aposentadoria da seleção brasileira um dia após ser cortada da equipe que disputaria os Jogos Olímpicos Rio-2016. No início deste ano, ela foi chamada por Zé Roberto para a Liga das Nações, mas recusou a convocação. O treinador voltou a convocá-la e, desta vez, Camila aceitou retornar. Ela substituiu Leia no segundo set e fez um jogo seguro.

Das três, apenas Fabiana começou o jogo entre as titulares. No entanto, a central, escalada para jogar ao lado de Bia, ficou pouco tempo em quadra. Ela sentiu um problema após uma tentativa de bloqueio e foi substituída no início do primeiro set. Não voltou mais à quadra e assistiu do banco ao restante do jogo.

Sheilla entrou em quadra com Roberta na inversão do 5 x 1 na metade da primeira parcial e pontuou em seu quarto ataque. Ela ficou no banco no segundo período e retornou à quadra na última parcial. Não foi destaque, mas teve papel importante no triunfo em que o Brasil foi amplamente superior, especialmente nos dois primeiros sets, e não encontrou dificuldade para despachar o rival sul-americano. O maior massacre se deu no primeiro set, vencido por 25 a 8, depois de muitos erros das argentinas.

A jovem equipe argentina melhorou na segundo set e endureceu a partida. As adversárias chegaram a abrir 8 a 4 e ficaram em vantagem até o 12º ponto, quando o ataque brasileiro voltou a encaixar voltou e a virada começou a ser construída. No final, 25 a 17.

O terceiro e último set acabou sendo o mais equilibrado em razão da instabilidade do time de Zé Roberto, que cometeu falhas no passe e perdeu eficiência no ataque, e do crescimento da Argentina. No entanto, a experiência e a qualidade técnica fizeram diferença e o Brasil fechou o jogo o set em 27 a 25 com um ace da central Carol e definiu o triunfo.

As brasileiras reencontram as argentinas em outro amistoso nesta terça-feira, às 21h30, novamente em Suzano. Os amistosos servem de preparação para os próximos desafios da seleção feminina na temporada: o Campeonato Sul-Americano de 28 de agosto a 1º de setembro, no Peru, e a Copa do Mundo, de 14 a 29 de setembro, no Japão.

A Seleção Brasileira de vôlei feminino foi derrotada na manhã deste domingo pela final da Liga das Nações. As brasileiras abriram 2 sets a 0, mas sofreram a virada e perderam por 3 sets a 2 para os Estados Unidos.

Mesmo assim, o Brasil encerra sua participação na Liga das Nações com três jogadoras na seleção do torneio, o maior número de jogadoras na equipe. Foram escolhidas a levantadora Macris, a ponteira Gabi (como segunda da posição) e a central Bia foram eleitas para o time ideal do torneio.

Campeã, a seleção norte-americana tem duas jogadoras, a central Haleigh Washington (como segunda da posição) e a líbero Megan Courtney, mas também teve a melhor jogadora do torneio em Andrea Drews. China, com a ponteira Liu Yanhan, e Turquia, com a oposta Ebrar Karakurt, tiveram uma jogadora cada na seleção do campeonato.

Bia, eleita a melhor central, se disse feliz por ser eleita a melhor central, mas trocaria o prêmio pelo título da Liga das Nações. “O prêmio individual me deixou feliz porque estou buscando melhorar diariamente. Trocaria esse prêmio pelo título, mas sei que estamos no caminho certo”.

Seleção da Liga das Nações de vôlei
Melhor jogadora: Andrea Drews (Estados Unidos)
Melhor levantadora: Macris (Brasil)
Melhor ponteira: Liu Yanhan (China)
2ª melhor ponteira: Gabi (Brasil)
Melhor central: Bia (Brasil)
2ª melhor central: Haleigh Washington (Estados Unidos)
Melhor oposta: Ebrar Karakurt (Turquia)
Melhor líbero: Megan Courtney (Estados Unidos)

A sul-mato-grossense Victoria conquistou o título do Campeonato Mundial sub-21 de vôlei de praia em Udonthani, na Tailândia.

Ao lado da xará carioca Vitoria, a dupla brasileira derrotou as russas Bocharova e Voronina por 2 sets a 1, com parciais de 17/21, 21/15 e 15/13. As brasileiras terminaram a campanha com sete triunfos.

“Começamos um pouco ansiosas, errando algumas bolas fáceis e com saque pouco eficiente. No segundo sete, começamos a sacar muito melhor e isso foi fundamental. Colocamos pressão e começamos a conseguir defesas e alguns bloqueios por termos um saque melhor. O terceiro sete foi disputado ponto a ponto, os times errando pouco. Felizmente nos superamos”, disse a jogadora do Estado ao site da CBV (Confederação Brasileira de Voleibol).

É o primeiro título mundial sub-21 das duas. Victoria já havia levado o título do Mundial sub-19 em 2016.

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