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A bandeira e o hino brasileiros tiveram destaque na Fórmula 1 pela última vez há exatos dez anos. Em 13 de setembro de 2009, no GP da Itália, em Monza, Rubens Barrichello cruzou na frente na linha de chegada e abriu um longo hiato para o automobilismo brasileiro. Jamais um outro piloto do País subiu ao degrau mais alto do pódio e certamente essa espera ainda vai demorar pelo menos mais alguns anos.

O recordista de GPs na categoria, com 323 provas disputadas, vivia em 2009 uma temporada especial. Depois de três anos em equipes de pouco rendimento, como a Honda, Barrichello desfrutou da boa performance da surpreendente Brawn. A escuderia inglesa estava quase falida, mas conseguiu desenvolver um ótimo carro ao se aproveitar de uma brecha no regulamento. A existência de uma estrutura chamada difusor duplo deu aos modelos mais aderência e rendimento.

O piloto inglês da Mercedes, Lewis Hamilton venceu em casa e ficou com o primeiro lugar no pódio do GP da Inglaterra, no circuito Silverstone, neste domingo (14). Líder na classificação geral desta temporada, Hamilton teve desempenho melhor que ao do companheiro Valtteri Bottas, que largou na pole position, mas terminou a prova em segundo lugar.

Charles Leclerc, da Ferrari, largou em terceiro lugar e terminou a corrida na mesma posição, completando o pódio.

Pierre Gasly e Max Verstappen, ambos da RBR, ficaram com a quarta e quinta colocação, respectivamente.

Sebastian Vettel foi punido em dez segundos por conta de um choque com Verstappen. O alemão não desacelerou e bateu na traseira do holandês, prejudicando o desempenho de ambos na parte final da corrida.

Com a vitória, Hamilton soma 223 pontos, isolando-se na primeira posição. Bottas foi a 184 pontos, enquanto Leclerc chegou aos 120.

Valtteri Bottas venceu o Grande Prêmio do Azerbaijão deste domingo, enquanto a Mercedes conseguiu a marca histórica de quatro dobradinhas consecutivas no início de uma temporada de Fórmula 1. A equipe ultrapassou a Williams, que era recordista da com três dobradinhas consecutivas em no começo de 1992.

Vettel foi o primeiro dos líderes a mudar do pneu macio para o médio na volta 13. Nas três seguintes, Bottas, Hamilton e Max Verstappen fizeram suas trocas, enquanto Charles Leclerc assumiu a liderança da corrida permanecendo na pista com os pneus médios.

Após seu incidente durante a qualificação, Leclerc largou com os médios e só parou para colocar os macios na volta 35. Antes da parada, Bottas, Hamilton e Vettel ultrapassaram o monegasco, que acabou na quinta posição — e somou mais um ponto pela volta mais rápida da corrida.

Max Verstappen cruzou a linha na quarta posição, enquanto seu companheiro de Red Bull, Pierre Gasly, abandonou a corrida na sexta posição quando parou com problemas em seu motor Honda na volta 40. Sergio Perez então foi promovido para a P6 — seu melhor resultado desde o GP da Bélgica na última temporada.

Confira o resultado final do Grande Prêmio do Azerbaijão, quarta etapa da temporada 2019 da F1:

1) Valtteri Bottas (Mercedes)
2) Lewis Hamilton (Mercedes)
3) Sebastian Vettel (Ferrari)
4) Max Verstappen (Red Bull/Honda)
5) Charles Leclerc (Ferrari)
6) Sergio Pérez (Racing Point/Mercedes)
7) Carlos Sainz Jr. (McLaren/Renault)
8) Lando Norris (McLaren/Renault)
9) Lance Stroll (Racing Point/Mercedes)
10) Kimi Räikkönen (Alfa Romeo/Ferrari)
11) Alexander Albon (Toro Rosso/Honda)
12) A.Giovinazzi (Alfa Romeo/Ferrari)
13) Kevin Magnussen (Haas/Ferrari)
14) Nico Hülkenberg (Renault)
15) George Russell (Williams/Mercedes)
16) Robert Kubica (Williams/Mercedes)
17) Romain Grosjean (Haas/Ferrari)
18) Pierre Gasly (Red Bull/Honda)
19) Daniil Kvyat (Toro Rosso/Honda)
20) Daniel Ricciardo (Renault)

Max Verstappen, da RBR, venceu o Grande Prêmio da Áustria neste domingo (Foto: GEORG HOCHMUTH / APA / AFP)

A Fórmula 1 viu uma de suas corridas mais emocionantes da temporada e dos últimos anos neste domingo, no Grande Prêmio da Áustria. Valtteri Bottas e Lewis Hamilton, da Mercedes, sofreram com problemas no carro e tiveram de abandonar. Enquanto isso, Max Verstappen, da RBR, venceu a corrida e deu um grande resultado nos domínios de sua equipe.

A Ferrari também não decepcionou. Depois de um começo lento de corrida, Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen se recuperaram e chegaram ao pódio, algo crucial, principalmente para o alemão, devido à falta de pontuação de ambos os pilotos da Mercedes. Aliás, com a terceira colocação, Vettel chegou à marca de 146 pontos e assumiu a liderança da tabela de classificação dos pilotos.

Na largada do circuito de Spielberg, o pole position Bottas não foi bem. O finlandês permitiu as ultrapassagens de Hamilton, que assumiu a liderança, Raikkonen e Verstappen, caindo para a quarta colocação. Entretanto, logo o piloto da Mercedes recuperou-se e foi para o segundo lugar, fazendo uma dobradinha da Mercedes.

O sonho de Bottas de vencer novamente o Grande Prêmio da Áustria, entretanto, acabou na volta de número 15. Acusando problemas no câmbio, o carro do piloto sofreu com a desaceleração e o europeu teve de abandonar a corrida.

Tal fato acabou deixando a Mercedes atrapalhada. Enquanto as equipes rivais aproveitavam para efetuar a ida ao boxes, o time não mandou o líder Lewis Hamilton ao pit-stop. A estratégia errada custou caro: o britânico teve que parar pouco depois e deu adeus à liderança, assumida então por Verstappen.

Aniversariante do dia, Ricciardo fez uma corrida de recuperação. Largando na sétima posição, o piloto da RBR passou a ameaçar os líderes e logo fez uma bela ultrapassagem em cima de Kimi Raikkonen. Entretanto, logo após foi a vez do piloto da Ferrari devolver o ato e retomar sua posição no pódio.

Essa não foi a única notícia ruim para o australiano. Sofrendo com problemas nos pneus, Ricciardo teve de ir aos boxes e caiu para o quarto lugar, à frente de Hamilton, que devido à estratégia da Mercedes, também teve que parar novamente. Entretanto, o piloto da RBR também viu o carro ter problemas no motor e teve que abandonar a corrida, junto de Hulkenberg (Renault) e Bottas (Mercedes).

Isso acabou com o sonho da Red Bull de conseguir uma dobradinha em sua casa, no circuito de Spielberg. A liderança de Verstappen, porém, era um alento para a equipe.

Enquanto o holandês permanecia tranquilo na liderança, o mesmo não podia ser dito dos outros pilotos. Pelo contrário. O pesadelo completo da Mercedes tornou-se realidade e, também com problemas no carro, Hamilton teve de abandonar e dizer adeus a sua sequência de 33 corridas consecutivas na zona de pontuação.

Daí para o final da corrida, tranquilidade para Verstappen, que garantiu a primeira vitória da Red Bull em seus domínios, na Áustria, além de triunfar pela primeira vez na temporada. Raikkonen e Vettel completaram o pódio. O alemão, inclusive, com o abandono de Hamilton e a terceira colocação, assumiu a liderança do campeonato de pilotos.

Quem também fez uma grande corrida neste domingo foi o espanhol Fernando Alonso. Depois de largar dos boxes, o piloto da McLaren fez uma incrível corrida de recuperação e terminou na zona de pontuação, anotando um ótimo oitavo lugar.

Confira o resultado do Grande Prêmio da Áustria de Fórmula 1:

1) Max Verstappen (Red Bull) – 1h21min56seg024
2) Kimi Raikkonen (Ferrari)
3) Sebastian Vettel (Ferrari)
4) Romain Grosjean (Haas)
5) Kevin Magnussen (Haas)
6) Esteban Ocon (Force India)
7) Sergio Perez (Force India)
8) Fernando Alonso (McLaren)
9) Charles Leclerc (Sauber)
10) Marcus Ericsson (Sauber)
11) Pierre Gasly (Toro Rosso)
12) Carlos Sainz (Renault)
13) Lance Stroll (Williams)
14) Sergey Sirotkin (Williams)
15) Stoffel Vandoorne (McLaren)

Abandonos:
Lewis Hamilton (Mercedes)
Brendon Hartley (Toro Rosso)
Daniel Ricciardo (Red Bull)
Valtteri Bottas (Mercedes)
Nico Hulkenberg (Renault)

O austríaco Niki Lauda, tricampeão de Fórmula 1, morreu nesta segunda-feira (20) aos 70 anos, informou na noite de hoje sua família em um comunicado divulgado pelos meios de comunicação britânicos.

Lauda travou grandes duelos e manteve uma grande rivalidade nas pistas com o piloto britânico James Hunt, retratado no filme “Rush”, dirigido por Ron Howord e lançado em 2013. No ano passado, ele concordou em vender o controle de sua companhia aérea Laudamotion para a Ryanair e era acionista da equipe Mercedes de Formula 1.

No milésimo grande prêmio da história da Fórmula 1, quem levou a melhor foi o atual campeão da categoria, o piloto Lewis Hamilton (Mercedes) superou os rivais e venceu o GP da China nesta madrugada, e ainda assumiu a liderança do campeonato, chegando a 68 pontos, sete a mais que seu colega de equipe, Valteri Bottas (Mercedes).

Foi a primeira vez no ano que Hamilton assumiu a ponta do torneio, ele mostrou muita habilidade desde o início da prova, ao fazer uma largada perfeita, passando justamente seu colega de equipe, que tinha largado na pole position. Esta foi a 75° quinta do piloto, que agora fica a 16 de igualar o recorde do heptacampeão, Michael Schumacher.

Completando o pódio da prova, ficou Sebastian Vettel (Ferrari), que faturou a terceira colocação, em uma semana, em que nos bastidores surgiu a informação que a direção da Ferrari o havia cobrado por seguidos erros nas primeiras provas do ano, que teriam atrapalhado a pontuação da equipe.

No GP da China novamente houve uma polêmica com a equipe, já que na 11° volta houve uma ordem da Ferrari para que o piloto Charles Leclerc cedesse a terceira colocação da prova para Vettel, em um cenário que lembra outras decisões da história, como quando pediram para Barrichello abrir para Schumacher, assim como quando preteriram Felipe Massa, em favor de Fernando Alonso.

Lecler ficou apenas na quarta colocação, seguido por Pierre Gasly (RBR), Daniel Ricciardo (Renault), Sergio Pérez (Racing Point), Kimi Raikkonen (Alfa Romeo) e Alexander Albon (STR). Ao final da corrida, Hamilton comemorou o fato da corrida histórica terminar com a dobradinha dos carros da Mercedes.

Após as condições incertas desta manhã e da chuva prevista, as condições meteorológicas mantiveram-se estáveis em todos os treinos da Moto2, garantindo duas sessões secas. Isso permitiu com que os representantes da Forward Racing  melhorassem seus tempos pessoais durante os dois treinos do dia.

Eric Granado teve problemas de tráfego na pista, o  que determinou uma colocação mais baixa do que o esperado. Eric Granado parte da 24ª posição do grid, circuito onde não competia há três anos. As melhorias estão evoluindo, considerando a recuperação de mais de dois segundos entre ontem e hoje, em relação ao grupo de ponta. Há ainda uma grande margem de melhoria. A largada será amanhã (21) às 14:20 (hora de Brasília) com as 18 voltas no circuito texano e será transmitida ao vivo pelo Sportv2.

Eric Granado – P24 (2:12 ‘ 278)
“Estou muito feliz com o trabalho feito junto a minha equipe, fizemos bons progressos em relação ao FP3, e também baixei meu tempo em relação ao o pelotão de líderes. As mudanças feitas foram muito úteis. No início, o asfalto estava muito sujo e que me fez perder tempo. Minha primeira sessão não foi tão boa, mas trabalhei com minha equipe nos acertos da moto e quando voltei para pista reduzi meu tempo em 1 segundo e 6 décimo. Fazem três anos que não corro em Austin e eu tive que me acostumar com as trajetórias do circuito. Esta pista é muito técnica, longa e cheia de curvas. Agora só quero me concentrar o melhor possível para amanhã, e vou continuar a estudar o circuito e onde eu ainda posso melhorar.”.

Giovanni Cuzari – CEO Forward Racing
“Com certeza foi um dia desafiador aqui em Austin. O circuito é bem longo e cansativo. Eric melhorou a partir do FP3 e isso é um sinal de que o trabalho está indo no caminho certo. Estamos confiantes e muito concentrados no dia de amanhã que eu tenho certeza que vai dar aos nossos pilotos a possibilidade de recuperar espaço e melhorar cada vez mais.”.

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