Dourados-MS,

Foto - Divulgação

Primeira morte por dengue é confirmada pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) no Estado de Mato Grosso do Sul. Idosa de 76 anos, após ser diagnosticada com a doença, ficou internada mas não resistiu e morreu. O caso aconteceu em Três Lagoas.

De acordo com o Boletim Epidemiológico, foram registrados 125 casos confirmados de dengue, porém o relatório ainda não divulgou a morte da idosa.

Em Campo Grande, 466 pessoas foram diagnosticadas e confirmadas com a doença e, no Estado todo, esse número salta para 761 casos. A maioria dos casos notificados de dengue são em pessoas com 35 a 49 anos de idade.

ANO PASSADO

Mato Grosso do Sul encerrou o ano de 2018 com aumento de mais de 15% nos casos de dengue. Conforme último boletim epidemiológico  do ano da Secretaria Estadual de Saúde, até o início da segunda quinzena de dezembro, já havia sido notificado em todo o Estado o total de 7.140 casos da doença. São 939 casos a mais em comparação ao ano de 2017. Embora o crescimento coloque o Estado em alerta, principalmente por conta do período de chuvas e altas temperaturas - propícios para a proliferação do mosquito transmissor Aedes aegypti -, o índice permanece como o segundo mais baixo dos últimos anos. Em 2013, por exemplo, o Estado havia registrado o total de 102.026 casos da doença.

 

Correio do Estado

Pequena Central Hidrelétrica em Ribas do Rio Pardo será uma das fiscalizadas - Foto: Rio Pardo News

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) inicia na próxima terça-feira (12) a força-tarefa para fiscalizar seis barragens de usinas hidrelétricas em Mato Grosso do Sul, consideradas de risco baixo, mas de dano potencial alto. A fiscalização já havia sido anunciada no fim de janeiro, como resposta ao rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, da Vale, em Brumadinho (MG), e foi definida em reunião na tarde de hoje (5)

Os trabalhos serão realizados em conjunto com a Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Mato Grosso do Sul (Agepan), que é conveniada da Aneel. O diretor de Gás e Energia da Agepan, Valter Almeida da Silva, e o fiscal da Câmara Técnica de Energia engenheiro Luiz Brás de Oliveira participaram, em Brasília (DF), de reunião preparatória com a Aneel nesta tarde.

Mato Grosso do Sul tem 18 usinas, sendo 17 com barragem e uma com dique. A fiscalização da Agência caracteriza as barragens por dois critérios: dano potencial alto e risco. Conforme definido na reunião, a Aneel vai inspecionar com equipe própria e apoio de agentes credenciados barragens das usinas de maior dano potencial, que no caso do Estado são seis. 

Serão fiscalizadas barragens das usinas hidrelétricas e Pequenas Central Hidrelétrica Ponte de Pedra (Sonora), Assis Chateuabriand - antiga Salto Mimoso (Ribas do Rio Pardo), Alto Sucuriú (Chapadão do Sul/Água Clara), Ponta Alta (São Gabriel do Oeste), Indaiá Grande (Cassilândia) e Verde 4A (Ribas do Rio Pardo). 

Apesar de risco baixo de rompimento, as barragens são consideradas de dano potencial alto, que diz respeito a área pela usina e não as condições estruturais. A classificação que ompreende os seguintes aspectos: barragens com grandes reservatórios; existência de pessoas ocupando permanentemente a área a jusante da barragem; área a ser afetada apresenta interesse ambiental relevante ou é protegida e existência de instalações residenciais, comerciais, agrícolas, industriais de infraestrutura e serviços de lazer e turismo na área que seria afetada. 

No critério de risco são avaliados: a documentação do projeto, qualificação técnica da equipe de segurança de barragens, roteiros de inspeção de segurança e monitoramento; regra operacional dos dispositivos de descarga da barragem e relatórios de inspeção de segurança com análise e interpretação.

Além das vistorias presenciais, em cumprimento às deliberações da Resolução do Conselho Ministerial de Supervisão de Respostas a Desastres, a Aneel irá determinar a todas as usinas, inclusive as que são avaliadas como de menor risco, a atualização do Planos de Segurança de Barragens e do Plano de Ação Emergencial.

Em todo o Brasil,serão vistoriadas 142 usinas hidrelétricas até maio, em 18 Estados, além do Distrito Federal. Depois dessa primeira etapa, a Agência estenderá, entre maio e o fim de dezembro, a inspeção presencial a todas as barragens de hidrelétricas classificadas como “Dano Potencial Alto”, até totalizar 335 empreendimentos vistoriados no ano.

A Aneel informou que entre 2016 e 2018 fez vistorias presenciais em 122 usinas. Em Mato Grosso do Sul a Agepan, conveniada à Aneel, fiscalizou em 2017 a barragem da Usina Hidrelétrica Assis Chateaubriand (Mimoso), e em 2018 a da Pequena Central Hidrelétrica Indaiazinho.

 

Correio do Estado

Frente da caminhonete ficou destruída com a colisão - Foto: Foto: Divulgação/ O Pantaneiro

O ex-prefeito de Anastácio, Douglas Figueiredo, ficou ferido após bater a caminhonete que conduzia em uma anta na rodovia BR-262. O acidente aconteceu na noite de ontem (1º), na cidade.

Segundo informações do site O Pantaneiro, além de Douglas, as duas filhas também estavam no veículo e ficaram feridas.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o impacto da batida foi muito forte, destruindo toda a parte frontal do veículo. O animal morreu.

Com a colisão, o ex-prefeito e as filhas sofreram escoriações pelo corpo e foram socorridos para o Pronto Socorro de Aquidauana. Eles receberam atendimento e foram liberados.

MS terá primeira usina de energia sustentável e ambientalmente limpa - Foto: Ascom Eldorado Brasil MS

A Empresa Eldorado Brasil, do Grupo J&F recebeu no início da semana, licença ambiental para instalação da usina de biomassa (termelétrica), que produzirá energia com a queima de cavacos de madeira, em Três Lagoas.

O investimento será de R$ 320 milhões e a estimativa é gerar mil empregos diretos no município. A autorização foi emitida pelo Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) e a capacidade de geração da usina será de 50 megawatts de energia. 

 Conforme apurado pelo JP News, o novo empreendimento oferecerá maior autonomia à Empresa, que já tem uma ampliação de capacidade em andamento. Outro projeto que será retomado é a produção de uma 2ª linha de celulose, projeto iniciado em 2017 e que está paralisado. 

SOBRE AUTORIZAÇÃO

O documento autorizativo foi entregue na terça-feira (22), pelo secretário  Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar, Jaime Verruck, e o diretor presidente do Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), Ricardo Eboli. 

De acordo com o titular da Semagro, a usina deve começar a ser construída em março e será a primeira usina geradora de energia a partir de biomassa de eucalipto a entrar em operação em Mato Grosso do Sul, fato que inaugura uma nova fase na silvicultura estadual.

O projeto é importante para a base de diversificação de uso dos restos florestais, como folhas, raízes, cascas, demais subprodutos da madeira que não serve para produzir celulose. “É o primeiro grande projeto a partir de biomassa de eucalipto que começa a ser instalado no Estado”, comemora Verruck.

Segundo informado pelo coordenador de Sustentabilidade da Eldorado Brasil, Fábio José de Paula, a previsão inicial era instalar a usina no município de Selvíria, porém, estudos  apontaram que o local ideal para o empreendimento seria Três Lagoas, o que levou a empresa a solicitar nova licença ambiental. 

 

Correio do Estado

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