Dourados-MS,
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As fortes chuvas em Minas Gerais continuam forçando famílias a deixarem suas casas. De acordo com o último boletim da Defesa Civil do estado, 45.815 pessoas estão desalojadas e 6.664 estão desabrigadas. Até o momento, 377 municípios, quase metade do estado, declararam situação de emergência.

Apenas nas últimas 24 horas, foram registrados 10 mil desalojamentos e 2,2 mil novos desabrigados no estado. Desalojados são aqueles que se viram forçados a deixarem suas casas e estão morando na casa de outras pessoas. Já os desabrigados se deslocaram para abrigos públicos após terem suas casas danificadas ou ameaçadas pelas chuvas.

Desde o início da estação chuvosa, que, este ano, começou em outubro, um mês antes que o habitual, 25 pessoas já perderam suas vidas devido às chuvas e suas consequências. O município que mais registrou mortes foi Brumadinho, com cinco óbitos, e 18 cidades registraram vítimas.

Esse número não inclui as dez mortes causadas pelo desprendimento de um bloco de pedras no Lago de Furnas, em Capitólio (MG), no dia 8 de janeiro. As causas desta tragédia ainda estão sendo apuradas, mas autoridades estaduais já anteciparam que parte do paredão rochoso pode ter ruído por efeito da ação das águas.

O governador do estado, Romeu Zema, anunciou o repasse de R$ 560 milhões para ações nas cidades atingidas pelas chuvas. Segundo ele, a prioridade será ajudar as pessoas que tiveram suas casas destruídas por alagamentos, inundações ou rios que transbordaram. A estimativa do governo é que 3 mil pessoas perderam suas casas.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está acompanhando a situação de cinco cruzeiros que estão operando no Brasil. Na sexta-feira (31), a agência recomendou ao Ministério da Saúde a suspensão provisória da temporada de cruzeiros na costa brasileira, após ter identificado aumento de infecções por covid-19 em algumas embarcações.

Os navios MSC Splendida, atracado no Porto de Santos (SP), e o Costa Diadema, atracado em Salvador, interromperam as atividades no dia 31, devido a surtos de covid-19 a bordo. Segundo a Anvisa, dados mostram que a variante Ômicron tem o potencial de se espalhar mais rapidamente do que outras variantes e que a proteção imunológica de vacinas e de casos anteriores de covid-19 pode não ser tão efetiva.

MSC Splendida

Em nota divulgada neste domingo (2), a Anvisa informou que, no caso do MSC Splendida, a empresa responsável foi notificada no dia 1º de janeiro sobre o impedimento de embarque previsto para aquele dia. Pediu também que os viajantes fossem notificados sobre a impossibilidade de embarque.

Segundo a agência, a operação na embarcação está interrompida “para investigação epidemiológica”, não havendo, portanto, passageiros a bordo. “O cenário epidemiológico foi alterado para nível 4 neste domingo (2), o que implica em quarentena para a embarcação”, complementou a Anvisa.

Costa Diadema

A operação da embarcação Costa Diadema foi interrompida no dia 30 de dezembro. A Anvisa determinou que o navio seguisse para seu destino final, Santos (SP), para desembarque.

No porto de Salvador (BA), “somente passageiros com teste positivo ou residentes locais puderam desembarcar”, informou a Anvisa. Os desembarques seguem os protocolos previstos. O navio também está no nível 4 do cenário epidemiológico, o que impede sua operação.

MSC Preziosa

Atracado desde a manhã de domingo (2) no Porto do Rio de Janeiro, o MSC Preziosa iniciou o desembarque de passageiros após avaliação das autoridades de saúde. A embarcação está no nível 3 do cenário epidemiológico.

De acordo com a avaliação, novos embarques foram autorizados no domingo, mas uma eventual “mudança do cenário epidemiológico” pode impedir novos embarques e levar ao encerramento do cruzeiro.

Costa Fascinosa e MSC Seaside

Os navios Costa Fascinosa e MSC Seaside estão operando. A duas embarcações estão no nível 3 do cenário epidemiológico. Caso a situação mude, as autoridades poderão impedir novos embarques e proceder ao encerramento do cruzeiro.

Em nota, a Anvisa informou que continua supervisionando as embarcações que operam na costa brasileira e já intensificou as ações de investigação epidemiológica e sanitária para controlar a transmissão do Sars-Cov-2 a bordo das embarcações e a disseminação da doença.

Os números de desabrigados e desalojados no sul da Bahia por causa das chuvas que começaram na última quinta-feira (23) vêm aumentando.

A Defesa Civil do estado e as prefeituras das cidades atingidas informaram hoje (25) que são quase 4,2 mil desabrigados e mais de 11,2 mil desalojados. Os feridos são 286 e 17 morreram nas enchentes. A população atingida chega perto de 380 mil pessoas de 66 municípios, como Ilhéus, Porto Seguro, Prado e Vitória da Conquista.

No Twitter, muitos moradores publicaram relatos e vídeos das inundações. E o alerta sobre a região deve continuar. Segundo o  Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a região sul da Bahia continua com status de Perigo e Perigo Potencial para chuvas intensas.

Mais chuvas

Nas áreas mais graves, existe a possibilidade de chuvas entre 30 e 60 milímetros por hora e ventos entre 60 e 100 quilômetros por hora.

De acordo com o Inmet, há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.

A Defesa Civil Nacional já liberou R$ 17,5 milhões aos municípios baianos afetados pelas chuvas para ações de resposta ao desastre natural e reconstrução de infraestrutura danificada.

A cantora e compositora Marília Mendonça, nascida na cidade de Cristianópolis (GO) e criada em Goiânia, morreu nesta sexta-feira (5) à tarde, quando se deslocava de avião para a cidade de Caratinga (MG), onde faria um show à noite. Todas as outras quatro pessoas que estavam no avião com a artista também morreram na hora.

Marília Mendonça teve seu primeiro contato com a música por meio da igreja e começou a compor aos 12 anos, passando a compor canções para vários cantores. Se tornou procurada pelo meio, com várias composições para os principais destaques da música sertaneja, como Minha Herança (gravada por João Neto & Frederico), Muito Gelo, Pouco Whisky (Wesley Safadão), Até Você VoltarCuida Bem Dela , Flor e o Beija-Flor (Henrique & Juliano), Ser Humano ou um Anjo (Matheus & Kauan), Calma (Jorge & Mateus) e É Com Ela Que Eu Estou (Cristiano Araújo). Outros artistas também gravaram suas canções, como Luccas Luco, Maiara e Maraísa, Matheus e Kauan, César Menotti e Fabiano.

Foi só em 2015, aos 20 anos, que Marília decidiu seguir a carreira de cantora. Ela começou participando das músicas A Flor e o Beija-Flor Impasse, ambas da dupla sertaneja Henrique e Juliano. Já no ano seguinte, lançou seu primeiro álbum: Marília Mendonça: Ao Vivo. Não demorou muito para que algumas músicas figurassem entre as mais tocadas do país, como Sentimento Louco e Infiel.

Naquele ano, a música Infiel se tornou a quinta canção mais executada nas rádios brasileiras. Com o reconhecimento nacional, Marília lançou um novo álbum acústico, intitulado Agora É Que São Elas, com faixas antigas e o single inédito Eu Sei de Cor.

O sucesso foi meteórico, principalmente por cantar músicas que falam de amor, traição e dor de cotovelo. Não demorou muito para a cantora ser coroada a “Rainha da Sofrência”, referência direta ao tom dramático de suas músicas. A artista logo se tornou uma das mais requisitadas para shows e festas em todo o Brasil.

De acordo com o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), a música Até Você Voltar, em parceria com Juliano Tchula, foi a canção de autoria de Marília mais tocada nos últimos 10 anos nos principais segmentos de execução pública de música.

No banco de dados do órgão, há, ao todo, 324 músicas e 391 gravações suas e de parceiros cadastradas. "Com sua percepção aguçada e letras que mostravam o sentimento de muitos brasileiros, Marília foi uma artista essencial para o sertanejo e fará muita falta na música brasileira", destacou o Ecad.

Com a abertura para shows após mais de um ano da pandemia de covid-19, a artista retomou a turnê em março e estava com a agenda repleta até o final do ano.

Em maio de 2019, a cantora confirmou que estava se relacionando há cinco meses com o também cantor sertanejo Murilo Huff. Meses depois, ela anunciou que estava grávida do primeiro filho com o cantor. Léo nasceu no dia 16 de dezembro de 2019. 

 

Juliette venceu a final do BBB21 nesta terça-feira, 4/5. Com 90,15% dos votos, a campeã conquistou o público e levou para a casa o prêmio de R$ 1,5 milhão.

Tiago Leifert começou o discurso do grande resultado, falando sobre as transformações que todos os participantes sofrem ao longo do jogo. Ele citou as mudanças em Camila de Lucas, Fiuk e Juliette, e elogiou os finalistas.

Sobre a paraibana, o apresentador disse: "Indecisa, sem noção, possessiva, frágil, caça-like, oportunista. Fora o que falaram na suas costas, isso eu não vou nem te falar. Tentaram te fazer louca, triste e má, você tem razão, Juliette. Quando te deixaram triste, você fez a gente dar muita risada. Você não caiu na armadilha de atacar um alvo fácil. Mas a verdade também que você nunca esteve sozinha, em nenhum momento. Você nunca mais vai sentir sozinha. Juliette, você é um fenômeno. Você é a campeã!"

 
"Obrigada, Jesus. Obrigada, meu povo!", disse a sister ao ser anunciada como a grande campeã da temporada. "Eu vou fazer vocês sorrirem".

Camilla de Lucas ficou em segundo lugar e recebeu 5,23% dos votos. Em terceiro, Fiuk recebeu 4,62%. O trio vibrou muito com o resultado ao ir em direção ao pódio.

"Acreditem em vocês, acreditem nas pessoas", disse Juliette.
G1

Criador da personagem Dona Hermínia e um dos humoristas mais populares e admirados do Brasil, ele estava internado desde 13 de março. No domingo, horas após acordar e interagir com o marido, o ator sofreu uma embolia, da qual não conseguiu se recuperar.
 
A piora no quadro de saúde de Paulo Gustavo aconteceu na noite de domingo (2). Ele vinha apresentando melhoras significativas, chegou a ter redução de sedativos e bloqueadores e a interagir com médicos e também com o marido, Thales Bretas. À noite, no entanto, sofreu uma embolia pulmonar.
 
Nesta terça, um novo boletim informou que o ator estava com quadro irreversível, mas mantinha os sinais vitais. Às 21h12, no entanto, foi constatada a morte de Paulo Gustavo.
 
O humorista deixa o marido, Thales, e dois filhos pequenos, Gael e Romeu, além do pai, Júlio Marcos, da irmã, Juliana Amaral, e da mãe, Déa Lúcia Amaral, que inspirou a criação de Dona Hermínia.
 
Recorde de bilheteria
 
Somados, os três filmes de “Minha mãe é uma peça” venderam mais de 26 milhões de ingressos entre 2013 e 2020. O terceiro filme teve a maior arrecadação da história do cinema brasileiro, com R$ 182 milhões de bilheteria.
 
Além do sucesso de Dona Hermínia, o ator se destacou pelos filmes “Minha Vida em Marte” (2018) e “Os Homens São de Marte... e é para lá que eu vou” (2014), nos quais contracenou com a atriz e amiga Mônica Martelli. Ele interpretou o personagem Aníbal em ambas as comédias.
 
 
Carreira na TV
 
Na televisão, Paulo apresentou em 2011 o programa “220 Volts”, do Multishow. Dois anos depois, no mesmo canal, ele passou integrar o elenco da sitcom "Vai que cola", vivendo o malandro Valdomiro Lacerda. O personagem foi um sucesso também na adaptação para o cinema, em 2015.

Ainda no Multishow, o ator protagonizou, ao lado de Katiuscia Canoro, a série "A vila". Na produção, ele interpretou o ex-palhaço Rique.
 
Ele também foi o apresentador de várias edições do Prêmio Multishow.
 
Família
 
Paulo Gustavo se casou com o médico Thales Bretas em 2015. Após um processo de barriga de aluguel feito nos Estados Unidos, eles se tornaram pais de Romeu e Gael, de 1 ano de idade.
 
Apesar de a personagem mais famosa de Paulo Gustavo, Dona Hermínia, não ser biográfica, ela foi muito inspirada em Déa Lúcia Amaral, mãe do ator.
 
Em entrevista ao programa “Mais Você”, Paulo chegou a falar, com seu jeito bem-humorado, que a mãe só queria saber dos netos.
 
“Mamãe começou o VT falando que enlouqueceu sendo avó, como se ela já não fosse louca né? Ela fica do lado de Thales, prefere ser avó do que ser mãe”, brincou o ator.
 
 
Como forma de retribuir toda a contribuição da mãe para sua carreira, Paulo Gustavo Gustavo criou a peça “Filho da mãe”, na qual dividia o palco com Dona Déa para cantar e contar histórias.

 

G1