Dourados-MS,
BANNER 1 - Camra-15-09- (1000X90)

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA - a inflação oficial do país) deste ano subiu de 1,99% para 2,05%. A estimativa está no boletim Focus desta segunda-feira (28), publicação divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), em Brasília,  com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Para 2021, a estimativa de inflação foi mantida em 3,01%. A previsão para 2022 e 2023 também não teve alteração: 3,50% e 3,25%, respectivamente.

O cálculo para 2020 está abaixo do piso da meta de inflação que deve ser perseguida pelo Banco Central. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior, 5,5%.

Para 2021, a meta é 3,75%, para 2022, 3,50%, e para 2023, 3,25%, com intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 2% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2020 em 2% ao ano. Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 2,5% ao ano. Para o fim de 2022, a previsão é 4,5% ao ano e para o final de 2023, 5,50% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Entretanto, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Produto Interno Bruto

As instituições financeiras consultadas pelo BC ajustaram a projeção para a queda da economia brasileira este ano de 5,05% para 5,04%. Para o próximo ano, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 3,50%, a mesma previsão há 18 semanas consecutivas. Em 2022 e 2023, o mercado financeiro continua projetando expansão do PIB em 2,50%.

Dólar

A previsão para a cotação do dólar permanece em R$ 5,25, ao final deste ano. Para o fim de 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 5.

Consumidores que desejarem agradar as crianças no seu dia, 12 de outubro, instituído no Brasil por meio de Decreto em 1 924, poderão economizar na compra de itens tradicionais se decidirem pesquisar preços. No sentido de ajudar nas decisões, equipe de pesquisadores da Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon/MS) foram a campo verificar preços de 166 produtos em seis estabelecimentos especializados, no período de 21 a 25 deste mês. 

Desse total, 150 são divulgados, uma vez que foram encontrados em todos os estabelecimentos visitados pela equipe. O trabalho resultou na constatação de diferença percentual de 0,04 % no caso da pista de Hot Wheels ataque da cobra, que na Pirlimpimpim custa R$ 249,90 enquanto na Ri Happy o preço é R$ 249,99. Entretanto, o maior índice se deu em relação a Lol Petes com 7 surpresas. Este item está à venda na Pirlimpimpim por R$ 69,90 enquanto na Toni Toys não sai por menos de R$ 179,99, ou seja, diferença de 157,50 por cento. 

Entre os estabelecimentos, o que apresentou maior número de produtos (42) com o maior preço foi a Ri Happy, enquanto em menor quantidade (9) foi o Paulistão. Em se tratando de menor preço, a maior quantidade (87) foi encontrada na Pirlimpimpim, e em menor número na Ri Happi. Essa mesma pesquisa estabeleceu termos comparativos entre os preços verificados no ano passado e os atuais. Dos 52 itens comparados por apresentarem mesmas características (tamanho, peso e medidas) 27 tiveram acréscimo nos preços e 25 sofreram redução. 

O Procon/MS é órgão ligado a Secretaria de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast).

Confira as pequisas abaixo:

DIVULGAÇÃO DIA DAS CRIANÇAS

COMPARATIVO DIA DAS CRIANÇAS

O ex-secretário da Receita Federal Everardo Maciel disse que problemas do sistema tributário não são exclusividade brasileira. Segundo ele, todos os países enfrentam a questão e precisam tratar de ajustes constantemente.

Ao programa Brasil em Pauta: Especial Reforma Tributária, ele afirmou que é contra as propostas de redução de carga tributária de um setor em detrimento de outro. Segundo Maciel, o Brasil precisa buscar uma reformulação do sistema com foco na resolução dos problemas que se apresentam hoje e não na criação de novos impostos e leis.

“Eu defendo que tributação no consumo deve ser informada pela essencialidade, pela seletividade. Há produtos que têm que ter uma tributação mais elevada e há produtos que têm que ter tributação menos elevada em função da sua essencialidade para a sociedade que, afinal, é quem está pagando o imposto”.

Everardo Maciel, que também é consultor tributário e professor do Instituto Brasileiro de Direito Público, disse discordar da proposta apresentada pelo governo em julho deste ano, em que sugere a unificação dos programas de Integração Social (PIS) e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

Para ele, o novo imposto unificado não pode ser a solução para o país. “A teoria, na alíquota única, dá um sistema mais regressivo de aumentos a conceder. É isso que revelam todos os estudos do mundo, inclusive os mais recentes, de menos de um mês, publicados pela OCDE, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, mostrando que a Nova Zelândia e o Chile, que têm alíquota única, são os sistemas mais regressivos do mundo”, afirmou.

Everardo Maciel acrescentou que o texto do Executivo tem dissonância entre o discurso e o ato. “Ao dizer que quero simplificar, torno mais complexo. Não tenho nada contra a redução de carga tributária de qualquer setor, mas não pode reduzir a carga de um setor à espera de aumento de carga tributária de outro”, disse.

O ex-secretário defende que o país relacione os problemas atuais e faça ajustes a partir de um debate amplo e transparente para que todos tenham conhecimento do que está se propondo. “Reforma tributária não é um evento. Reforma tributária é um processo no qual se pretende reparar as deficiências e os problemas de um sistema com todo cuidado”.

Ele lembrou que são pessoas físicas, contribuintes, que pagam a conta por meio de preços, dos impostos patrimoniais, por meio da tributação da atividade laboral e de atividades como investidor. Para o economista, as mudanças propostas na tributação sobre o consumo afetam mais ainda famílias com menos renda.

“A proposta afeta diretamente 750 mil contribuintes, o agronegócio, o setor de telecomunicações, de radiodifusão, e há uma redução de carga tributária de segmentos industriais de cadeia longa”, disse.

Helcio Honda, advogado e diretor do Departamento Jurídico da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), também defende que não haja nova tributação, ainda que seja a unificação de atuais impostos. “Sempre que você cria novo tributo, estabelece novos conceitos, novas definições. Sempre gera um novo contencioso. Então, aperfeiçoa o que já tem. Não podemos perder conquistas. Eu preferia estar discutindo o aperfeiçoamento do que estar discutindo uma solução mágica”.

Na conversa com os jornalistas Paulo La Sálvia e Katiuscia Neri, Honda lamentou a complexidade do sistema tributário em vigência no país, mas afirmou que apesar de “arcaico, custoso e com carga tributária muito alta”, ele não é ruim e precisaria apenas de aperfeiçoamentos.

“Nosso sistema, de várias formas, sofreu várias metamorfoses dentro do próprio sistema, que criaram essa complexidade”, disse. Ao citar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), Honda lembrou que o tributo já deveria estar uniformizado. “É só diminuir alíquota interestadual, já seria um grande avanço para simplificar e ter a legislação dentro do próprio estado”.

Para ele, o grande gargalo está concentrado nesse tributo. “O ICMS é um dos nosso principais problemas e é a principal fonte de arrecadação dos estados. Sem fazer uma discussão do Pacto Federativo é difícil mudar o ICMS tirando o poder dos estados para fazer investimentos e política”, acrescentou.

O setor de turismo no Amazonas registrou uma queda de 66% no faturamento devido às medidas de isolamento social adotadas em virtude da pandemia de covid-19. O setor registrou ainda redução de 72% do faturamento das agências de turismo e de 70%, na área de hospedagens. Os dados fazem parte da Pesquisa-Raio X do Turismo Frente à Covid-19, realizada no mês de abril, pela Rede Observatório de Turismo da Universidade do Amazonas em parceria com a Amazonastur para avaliar os efeitos da crise sanitária no turismo do estado.

A pesquisa destaca o mês de março como o início do comprometimento nas finanças de quem opera com o turismo. Naquele mês, 54,6% sentiram a queda do faturamento (porém isso já havia ocorrido para 30,3% em fevereiro), 60,6% tiveram o cancelamento de reservas, 50% tiveram que reembolsar clientes, 51,5% tiveram adiamento de serviços contratados e 53% tiveram serviços cancelados.

De acordo com a Fundação Amazonas Sustentável (FAS), a pandemia de covid-19 afetou duramente o turismo e outras atividades, como o artesanato e a pesca esportiva, acarretando em redução da renda de pequenos e médios empreendedores do estado, que dependem principalmente do turismo e dos visitantes.

Segundo os dados da FAS, os prejuízos atingem várias áreas, como o baixo Rio Negro, que concentra algumas das principais pousadas da região.

Proprietário de uma pousada, Roberto Brito disse que as perdas com reservas e pacotes cancelados, entre março e maio, quando não houve hóspedes, chegaram a quase R$ 64 mil. No mesmo período do ano passado, o faturamento foi de R$ 51 mil. “Essa é a pior crise que eu já tive como empreendedor e como morador ribeirinho”, disse Brito.

Na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Uatumã, as perdas das pousadas esportivas devem acumular R$ 2 milhões em cancelamentos neste ano. Grupos que vivem da venda de artesanatos de madeiras, fibras, sementes, pedras e cipós coletados na floresta no RDS do Rio Negro, deixaram de comercializar pelo menos R$ 8,5 mil entre março e maio.

Aliança

Para ajudar a população que depende da cadeia do turismo para viver, a FAS criou a Aliança dos Povos Indígenas e Populações Tradicionais e Organizações Parceiras do Amazonas para o Enfrentamento do Coronavírus. O grupo funciona com o apoio de 69 parceiros, entre instituições públicas e privadas, empresas e prefeituras. Os recursos arrecadados pela articulação são utilizados para atender às particularidades de cada região do Amazonas no combate à covid-19.

“A Aliança foi criada no auge da pandemia no Amazonas com a finalidade de enfrentar a covid-19 com ações emergenciais, como a doação de alimentos e ações pontuais de saúde. Grande parte das comunidades do Amazonas ficaram isoladas tanto pela distância quanto pelo medo do contágio do vírus e o necessário isolamento. A Aliança veio para atenuar dando suporte para as comunidades ribeirinhas, indígenas e populações tradicionais. Isso foi fundamental para ajudar essas comunidades que precisavam de apoio”, disse o coordenador de empreendedorismo da FAS, Wildney Mourão.

Campanha

Como alternativa, em setembro, foi lançada uma campanha para divulgar o retorno gradual do turismo local. São filmes exibidos nas redes sociais contando a história de cada pousada e mostrando o caminho para chegar até elas.

Segundo Mourão, a campanha tem funcionado e a demanda, aumentado. As comunidades têm tentado converter isso em venda e reservas de pacotes. “Obviamente que a covid-19 está presente e isso tem sido um grande desafio, ao equilibrar a saúde e a vida das pessoas da comunidade com a presença de turistas”.

A ideia é aproveitar o chamado Verão Amazônico, iniciado em setembro, e investir no turismo doméstico, chamando o próprio amazonense e o nortista a olhar para a região com mais orgulho, valorizando os destinos próximos.

“É importante que o amazonense e o nortista olhe para isso e consiga reconhecer valor nas experiências na floresta, nos rios, com as pessoas, com a vivência amazônica para que isso tudo possa ser convertido em valor”, explicou.

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso 2.303 da Mega-Sena. Com o prêmio principal acumulado, a estimativa da Caixa é que ele pague R$ 60 milhões no sorteio da próxima quarta-feira (30).

A seis dezenas foram sorteadas nesse sábado (26), às 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.  

As dezenas sorteadas são as seguintes: 03 - 07 - 17 - 20 - 48 - 50.

A quina registrou 145 apostas ganhadoras; cada uma pagará individualmente R$ 28.857,20. A quadra teve 8.431 apostas vencedoras e pagará um prêmio a cada ganhador de R$ 708,99

As apostas para o concurso 2.304 podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O volante, com sei dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

O PROCON de Dourados, através do setor de fiscalização, efetuou nesta sexta-feira (25/09), a pesquisa de preço do Gás de cozinha, botijão de 13 kg. Foram pesquisados 23 (vinte e três) estabelecimentos na cidade de Dourados.

O menor preço encontrado no gás de cozinha botijão de 13 kg com entrega em domicilio foi de R$ 75,00 e o maior preço foi de R$ 83,00. 

A diferença entre o menor preço e o maior para entrega em domicilio é de 10,7%. 

Foram encontrados O7 (sete) estabelecimentos praticando o preço de venda do gás de cozinha a R$ 75,00 e 09 (nove) estabelecimentos vendendo a R$ 80,00 e oito estabelecimentos vendendo a R$ 78,00. 

O preço médio do gás praticado em Dourados segundo esta pesquisa é de R$ 78,70 e em Agosto o valor médio de venda do gás em Dourados era R$ 75,85.