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O presidente do Haiti, Jovenal Moise, foi assassinado a tiros por agressores não identificados em sua residência durante a noite, em "um ato desumano e bárbaro", disse o primeiro-ministro interino do país, Claude Joseph, nesta quarta-feira (7).

A esposa de Moise foi ferida e estava recebendo atendimento médico, disse Joseph em comunicado.

O ataque ocorre em meio ao crescimento da violência política na empobrecida nação caribenha. Com o Haiti dividido politicamente e enfrentando crescente crise humanitária e desabastecimento de alimentos, há temores da disseminação da desordem.

"Todas as medidas estão sendo tomadas para garantir a continuidade do Estado e proteger a nação", disse Joseph. Disparos de armas de fogo podiam ser ouvidos em toda a capital do país.

Porto Príncipe vem sofrendo com um aumento da violência entre gangues e entre esses grupos e a polícia pelo controle das ruas.

A violência foi alimentada pelo aumento da pobreza e da instabilidade política. Moise enfrentou protestos ferozes desde que assumiu a Presidência em 2017, com a oposição acusando-o, neste ano, de tentar impor uma ditadura ao ampliar seu mandato e se tornar mais autoritário - acusações que ele negava.

Um avião com 28 passageiros caiu nesta terça-feira (6) no extremo leste da Rússia, informaram agentes de resgate, segundo agências de notícias russas.

O Antonov An-26, de duas turboélices, ia da capital regional Petropavlovsk-Kamchatsky a Palana, um vilarejo ao norte da península de Kamchatka, quando perdeu contato com o controle de tráfego, disse o Ministério de Emergências.

A agência de notícias Interfax relatou que se acredita que o avião tenha caído em um penhasco, quando se preparava para pousar em condições de baixa visibilidade.

A agência de aviação civil russa confirmou que o local da queda do avião foi encontrado depois que o Ministério de Emergências enviou um helicóptero e mobilizou equipes terrestres para procurarem a aeronave desaparecida.

Havia 22 passageiros e seis tripulantes a bordo, disse o ministério. Olga Mokhireva, a prefeita de Palana, estava entre os passageiros, disseram autoridades municipais, informou a agência de notícias Tass.

O clima na área estava nebuloso no momento em que o avião desapareceu. A Tass disse que a aeronave envolvida estava em uso desde 1982.

Os padrões de segurança aérea da Rússia melhoraram nos últimos anos, mas os acidentes, especialmente com aviões antigos em regiões remotas, não são incomuns.

A cirurgia pela qual o papa Francisco passou neste domingo (4) terminou e o pontífice reagiu bem ao procedimento, de acordo com um comunicado do diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Matteo Bruni. “O Santo Padre, internado à tarde no Hospital A. Gemelli, foi submetido à noite a uma operação cirúrgica programada para tratar uma estenose diverticular do cólon”, informou Bruni,

Segundo Bruni, o papa Franscisco “reagiu bem à operação”. 

O hospital onde o papa Francisco foi operado é um extenso hospital e escola de medicina administrado por católicos e localizado na parte norte de Roma. Tradicionalmente a instituição trata os papas e uma parte de seu 10º andar está permanentemente reservada para eles.

Algumas horas antes da cirurgia, o papa realizou sua benção de domingo para milhares de pessoas que estavam na Praça de São Pedro e anunciou uma viagem para a Eslováquia e para Budapeste em setembro.

Francisco sofre de estenose diverticular sintomática do cólon, uma condição em que bolsas em forma de saco se projetam da camada muscular do cólon, fazendo com que se torne estreito. Além de causar dor, a condição pode causar distensão abdominal, inflamação e dificuldade para evacuar.

Francisco às vezes fica sem fôlego porque uma parte de um de seus pulmões foi removida após uma doença quando ele era jovem e morava na Argentina, sua terra natal.

A candidata à Presidência do Peru, Keiko Fujimori, pediu às autoridades eleitorais a anulação de 802 cadernos eleitorais - cerca de 200 mil votos - sob acusações de irregularidades e "fraude na mesa de voto".

A candidata de direita, que está em vias de perder a eleição de domingo passado (6) por cerca de 70 mil votos para o candidato da ala esquerda, Pedro Castillo, fez o pedido à Comissão Nacional de Eleições (JNE), insistindo na revisão da contagem de votos.

Apenas cerca de 1% dos votos ainda não foram contados.

"Essas 802 fichas de totalização representam 200 mil votos e devem ser retiradas da totalização nacional", disse Keiko, de 46 anos, filha do ex-presidente Alberto Fujimori, que está preso por abusos de direitos humanos e corrupção.

Pedro Castill, de 51 anos, é filho de camponeses e prometeu reformular a Constituição e as leis de mineração do Peru.

AFP

Mundo

Um trem do Paquistão colidiu com vagões descarrilados de outra composição nesta segunda-feira (7), matando ao menos 36 pessoas, disseram autoridades de governo. O acidente mostra o estado ameaçador de um sistema ferroviário de mais de 165 anos de idade.

O número de mortos provavelmente aumentará, já que agentes de resgate estavam com dificuldade para alcançar pessoas aprisionadas em vários compartimentos esmagados e espalhados pelos trilhos em Sindh, província do sul do país.

Um porta-voz da Pakistan Railways disse que ao menos 33 corpos foram levados a hospitais, entre eles os de duas autoridades ferroviárias. Mais de 100 pessoas ficaram feridas, afirmou à Reuters.

O policial Umar Tufail disse que o número subiu para 36 pessoas e que seus homens conseguiam ver mais quatro corpos presos nos destroços. "Ainda não conseguimos retirá-los, mas uma operação está em andamento para isso", informou aos repórteres no local. "Salvamos mais três pessoas; elas estão feridas", acrescentou.

Um passageiro ferido, que estava no trem que descarrilou, contou como uma calamidade levou à outra. "Nós nos sentimos atirados para longe", disse ele, com a cabeça enfaixada, a um repórter de televisão no hospital, ao falar do descarrilamento inicial do trem em que viajava. "Depois, um segundo trem atingiu o nosso, o que causou mais danos."

O porta-voz da Pakistan Railways disse ainda que vários vagões do primeiro trem tombaram nos trilhos adjacentes, após o descarrilamento no distrito de Ghotki. Em seguida, o segundo trem, que vinha na direção oposta, se chocou com eles, acrescentou.

"O condutor tentou acionar os freios de emergência, mas a locomotiva atingiu os vagões espalhados", disse a Pakistan Railways em um relatório inicial.

"A linha tem problemas em vários pontos, os vagões são antigos, alguns têm até 40 anos", afirmou a autoridade ferroviária Khalid Latif à Geo News TV. "Eu disse a chefões várias vezes: 'Por favor, façam algo a respeito disso'".

O primeiro-ministro paquistanês, Imran Khan, escreveu no Twitter que está chocado com o acidente "horroroso" e que está determinando uma investigação abrangente sobre a segurança ferroviária.

A Organização das Nações Unidas (ONU) comemora, neste sábado (29), o Dia Internacional dos Peacekeepers, que na língua portuguesa significa mantenedores da paz e conhecidos também como Boinas Azuis.

Nesta data, o Ministério da Defesa destaca a participação das Forças Armadas e Forças Auxiliares do Brasil nas missões de paz da ONU. Atualmente, segundo o ministério, há cerca de 80 militares brasileiros participando de missões de paz, nos seguintes países: Chipre, Líbano, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Saara Ocidental, Sudão do Sul e Abyei.

“São homens e mulheres qualificados e preparados para cumprir a missão de devolver a segurança e a paz a países marcados por conflitos, assegurando a milhões de pessoas os direitos que lhes são essenciais”.

De acordo com a pasta da Defesa, a primeira participação brasileira em missões de paz da ONU foi no ano de 1947, na Grécia, quando observadores militares integraram a Comissão Especial das Nações Unidas para os Bálcãs (UNSCOB).

Nos últimos 73 anos, as Forças Armadas participam de 72 missões de manutenção da paz, empregando cerca de 55 mil militares. Por 13 anos, o Brasil comandou, com sucesso, a missão da ONU no Haiti (Minustah). Desde fevereiro de 2011 a janeiro deste ano, a Força-Tarefa Marítima da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FTM-UNIFIL).

 Atualmente, o país exerce o comando das tropas da Missão da Organização das Nações Unidas para a Estabilização da República Democrática do Congo (Mousco). Os militares brasileiros estão no país do Continente Africano desde 2013.