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A crise que parecia ter passado continua no Partido Progressista. Após brigas com correligionários em um grupo de Whatsapp, o ex-prefeito de Campo Grande e então presidente da agremiação, Alcides Bernal, postou no seu perfil do Facebook que vai deixar a presidência para o deputado estadual Evander Vendramini. 

Na publicação feita na tarde de ontem,  Bernal diz: "estou me afastando da vida pública partidária. Licenciando-me para que o deputado Evander possa exercer a presidência do PP". 

Não é novidade que Evander poderia assumir o controle da sigla, ele já tinha demonstrado interesse em disputar na eleição da executiva estadual, prevista para acontecer em agosto quando encerrava o mandato de Bernal. 

O ex-prefeito de Campo Grande não estava satisfazendo seus correligionários a frente do Progressista. Uma verdadeira crise se instalou na sigla após o vereador da capital, Valdir Gomes, expor que não eram feitas reuniões no partido, além da falta de diálogo com o então presidente. 

Uma reunião foi feita na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, entre filiado com e sem mandato, e posteriormente outra conversa foi realizada com a presença de Bernal. Ao fim, todos defenderam que era necessário abrir o diálogo entre os integrantes do partido. E Bernal chegou a dizer que seria o candidato a prefeitura da Capital pelo partido em 2020. 

Bernal, Vendramini e o vereador Cazuza foram à Brasília conversar sobre a situação do partido e ficou definido que o então presidente ia permanecer no cargo até o fim do seu mandato, em agosto, e posteriormente uma convenção seria realizada. 

Procurado, Bernal disse que não vai sair do partido e apenas se licenciar do cargo de presidente. O ex-prefeito não entrou em detalhes sobre o que levou tomar a decisão. 

O deputado Evander afirmou que Bernal encaminhou uma mensagem desejando boa sorte e dizendo que ia se afastar. 

O resultado da primeira chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni) será divulgado hoje (18), na página do programa. Para assegurar a bolsa de estudos, os estudantes que foram selecionados devem, a partir desta terça-feira, ir às instituições de ensino e comprovar as informações fornecidas na hora da inscrição.

No site do ProUni está disponível a lista da documentação necessária.

Cabe aos estudantes verificar, nas instituições de ensino para as quais foram selecionados, os horários e o local de comparecimento para a aferição das informações. O prazo para que isso seja feito vai até o dia 25 de junho.

Aqueles que não foram selecionados têm ainda outras chances. No dia 2 de julho seja divulgada a lista dos aprovados em segunda chamada. Os candidatos podem, ainda, participar da lista de espera nos dias 15 e 16 de julho. ProUni

Ao todo, serão ofertadas para o segundo semestre deste ano 169.226 bolsas de estudos em instituições particulares de ensino superior, sendo 68.087 bolsas integrais, de 100% do valor da mensalidade e 101.139 parciais, que cobrem 50% do valor da mensalidade.

As bolsas integrais são destinadas a estudantes com renda familiar bruta per capita de até 1,5 salário mínimo. As bolsas parciais contemplam os candidatos que têm renda familiar bruta per capita de até 3 salários mínimos.

Quem pode participar

Podem participar do ProUni candidatos que não tenham diploma de curso superior e que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018.

Além disso, os estudantes precisam ter cursado o ensino médio completo em escola pública ou em instituição privada como bolsista integral.

É preciso ter obtido ainda nota mínima de 450 pontos na média aritmética das notas obtidas nas provas do Enem.

O cálculo é feito a partir da soma das notas das cinco provas, dividida por cinco. Outra exigência é a de que o aluno não tenha tirado zero na redação.

Também podem se inscrever no programa estudantes com deficiência e professores da rede pública.

*Renato Câmara

 

O dia 15 de junho marca o Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa. A data foi instituída em 2006, pela ONU (Organização das Nações Unidas) e pela Rede Internacional de Prevenção à Violência à Pessoa Idosa. Em Mato Grosso do Sul, a lei 5.215/2018, de nossa autoria, criou o Junho Prata, mês de combate à violência contra a pessoa idosa. A cor se refere ao tom prateado dos cabelos grisalhos, que representam a maturidade e a sabedoria das pessoas com mais de 60 anos.

Através da a Frente Parlamentar em Defesa do Direito das Pessoas Idosas, estamos realizando uma série de ações com os objetivos de sensibilizar e envolver a população no combate à violência contra pessoas que estão na chamada terceira idade.

As atividades incluem a realização de palestras, oficinas envolvendo alunos da Rede Estadual de Educação, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Uems (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) e Unigran, além de visitas a centros de referência no atendimento a idosos, ações de divulgação promovidas pela frente parlamentar e a realização do 4° Seminário Estadual de Enfrentamento à Violência contra a Pessoa Idosa.

Tudo isso por um único objetivo, que é o de unir esforços visando à conscientização sobre a importância do respeito à integridade física e psíquica dos idosos. Todo tipo de violência precisa ser denunciada e investigada, seja ela física, psicológica, sexual, abandono, negligência financeira e maus-tratos.

Levantamento feito pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos revelou que, no ano passado, o Disque 100 registrou um aumento de 13% no número de denúncias sobre violência contra idosos, em relação ao ano anterior. De acordo como ministério, o serviço de atendimento recebeu 37.454 notificações, sendo que a maioria das agressões foi cometida nas residências das vítimas (85,6%), por filhos (52,9%) e netos (7,8%). O levantamento mostra ainda que a suscetibilidade das mulheres idosas é maior. Elas foram vítimas em 62,6% dos casos e os homens, em 32,2%. Em 5,1% dos registros, o gênero da vítima não foi informado.

Uma sociedade e considerada ‘velha’ quando ao menos 14% de sua população atinge 60 anos de idade. Mato Grosso do sul deve atingir esse patamar em 2030. No país, as projeções apontam, também, que em 40 anos o percentual de pessoas idosas deve triplicar, aproximando-se de 29,7% da população. Segundo tais projeções, em 2050 haverá duas vezes mais idosos do que crianças na sociedade brasileira.

Esses números deixam claro que construção de uma sociedade melhor e mais justa também passa diretamente pelo respeito aos direitos da pessoa idosa. Para garantir o envelhecimento da população de forma saudável e tranquila, com dignidade, sem temor, opressão ou tristeza, precisamos trabalhar intensamente na prevenção da violência e na identificação e no encaminhamento correto de casos de violência e, em especial, temos que preparar as novas gerações com informações, materiais e recursos educacionais, de forma a assegurar um envelhecimento digno e saudável.

(*) – É engenheiro agrônomo, mestre em gestão e produção agroindustrial. Exerce o segundo mandato de deputado estadual pelo MDB

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